sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Indústria naval já tem novo encontro confirmado em 2019

A Marintec South America 2019 já tem data marcada: será realizada de 13 a 15 de agosto, mais uma vez no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro. A próxima edição é a 16ª da feira de negócios, que é reconhecida como o principal evento da América do Sul dedicado aos setores da construção naval, manutenção e operações. Na mesma data e local está confirmada a 2ªedição da Man.U.Tec, feira de Manutenção e Utilidades Industriais. De 14 a 16 último, a Marintec 2018 e a estreante Man.U.Tec 2018, receberam mais de quatro mil profissionais que puderam conferir as novidades da indústria naval e offshore, expostas por mais de 80 marcas nacionais e internacionais, e participar gratuitamente de cerca de 90 apresentações, entre palestras, workshops e treinamentos. O saldo das duas feiras de negócios, entre os empresários e especialistas que marcaram presença no Centro de Convenções SulAmérica, seja com expositores ou como visitantes, foi positivo. "Há uma disposição nova de começar o quanto antes a reestruturar a dinâmica dos negócios na indústria naval brasileira. E, para nós, organizadores da Marintec/Man.U.Tec, é muito gratificante saber que colaboramos para este novo momento", comentou o diretor do portfólio de infraestrutura da UBM Brazil, Renan Joel. Durante os três dias de eventos, foram diversos depoimentos que sinalizaram o começo de uma retomada dos investimentos e dos negócios no universo naval. Como a afirmação do gerente de Negócios da Pesa, Esdro Câmara Júnior, "acredito que em 2019 começarão a aparecer os primeiros resultados. Na Marintec, recebemos muitas visitas de armadores interessados em nosso catálogo de produtos".O vice-presidente de vendas da Navalex, Michael Vasallo, também comentou: "foi possível perceber que há um certo otimismo no mercado por parte dos empresários e a percepção geral é que a situação é um pouco melhor. Isso ajuda muito nos negócios". Fechamento de novos negócios O engenheiro naval Ricardo de Almeida comentou estar surpreso com a mudança no clima das empresas que participam do evento. "No ano passado era nítido um certo pessimismo e prostração do mercado, mas este ano foi diferente. Você percebe que os estandes estão cheios e que há uma disposição mais franca para os negócios". Almeida lamenta, entretanto, o pequeno número de empresas nacionais participando este ano da Marintec. "Infelizmente, é o reflexo das dificuldades que vivemos". O gerente comercial da Napro Service, empresa de manutenção naval, Daniel Borges, frequenta todos os anos o evento. "Vim em busca de sistemas de propulsão e de eixo. Encontrei muitas empresas que podem nos atender". Outro profissional que visitou a feira em busca de fornecedores foi o representante da Intertek, especializada em inspeção e certificação, Paulo Henrique da Silva. "Estamos à procura de provedores de tubos, válvulas e geradores. Todos os anos, consigo encontrar na Marintec muita variedade. A vantagem é que, aqui, otimizo meu tempo, pois há diversas empresas em um único lugar". Para Fernando Hidalgo, diretor da CCE, empresa certificadora de conteúdo local, o evento é uma oportunidade de se atualizar sobre o que há de mais novo no mercado. "Conseguimos saber qual é o real momento da indústria naval, além de descobrir quais são as últimas novidades das maiores empresas do setor no País", conclui. Fonte: PortoGente Assessoria de Comunicação 30 de Agosto de 2018 às 00:08

Terminal Multicargas do Porto do Açu já supera volume movimentado em 2017

O Terminal Multicargas do Porto do Açu (T-MULT), no litoral Norte do estado do Rio de Janeiro, movimentou 600 mil toneladas nos primeiros oito meses de 2018, superando o volume registrado ao longo de todo o ano passado. Em dois anos de operação, já são 1 milhão e trezentas mil toneladas movimentadas, 55 embarcações recebidas e quase 38 mil carretas expedidas. Hoje, o T-MULT movimenta coque, carvão, bauxita e gipsita, além de carga geral e de projetos. O terminal ainda tem autorização para operar veículos e contêineres. Segundo o diretor de Operações da Porto do Açu, Ideraldo Goulart, superar a movimentação de um ano inteiro em oito meses é só o indício de um desenvolvimento natural. “O T-MULT tem atingido um volume de movimentação de carga crescente e isso é resultado dos esforços das nossas áreas comercial e operacional. Investimos constantemente na melhoria de nossos processos e treinamentos e, aos poucos, nos consolidamos como importante alternativa logística e portuária para as empresas brasileiras”. O T-MULT movimentou cargas inéditas neste ano, incluindo pás eólicas e gipsita, também conhecida como pedra de gesso ou somente gesso. É um minério composto por sulfato de calcário hidratado e tem diversas aplicações. O navio Star Grip, carregado com 10 mil toneladas de gipsita, veio do Porto de Garrucha, na Espanha, e atracou no início do mês, no terminal. Todo o material foi expedido para cimenteiras localizadas em Matozinhos, em Minas Gerais. Para o gerente comercial da Porto do Açu, Ricardo Collares, a atração de novas cargas confirma a eficiência operacional do T-MULT. “A ampliação do portfólio de cargas no terminal reforça nossa vocação original multicargas e abre mais uma porta de entrada e saída aos nossos clientes, mantendo excelência operacional e foco em segurança”. As informações são da assessoria de Comunicação da Prumo Logística. Bruno Merlin 03 de Setembro de 2018 às 19:09

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Novo joint service inicia operação no Sepetiba Tecon

PORTOS E LOGÍSTICA Quarta, 18 Outubro 2017 17:47 O Sepetiba Tecon confirma a operação em seu terminal de um novo joint service de/para a Europa, composto pelos principais armadores do mercado: Maersk, Hamburg Sud e CMA-CGM. O serviço terá duas escalas semanais, uma de importação e outra de exportação, e atenderá os mercados do Mediterrâneo e Norte da Europa. Com o transit time mais rápido entre a região sudeste e alguns portos da Europa e Mediterrâneo, o serviço será atendido por navios modernos e com capacidade de até 10.500 TEUs. O primeiro navio vindo da Europa em direção ao terminal do Sepetiba Tecon, localizado no Porto de Itaguaí (RJ), será o MV Magdalena, com 300 m de comprimento e 48 m de largura, com chegada em outubro/2017. Em 2016 o terminal movimentou 140.024 contêineres e em 2017 o número, até setembro, é de 119.627 contêineres movimentados. Segundo Jorge Mello, diretor do Sepetiba Tecon, com esse serviço o terminal irá aumentar sua movimentação em 45 mil contêineres/ano com cargas que atendem aos setores automotivo, cafeeiro, químico, entre outros. “Essa conquista mostra que somos um terminal competitivo e estamos inseridos no cenário das novas demandas do mercado. Além disso, reafirma nossa posição como um dos maiores e mais importantes terminais do Brasil”, diz Mello. Hoje, o Sepetiba Tecon oferece serviços diretos que atendem o Golfo e a Ásia e possui capacidade de receber navios de grande porte, concentrando e distribuindo cargas para os demais portos brasileiros. Para o Golfo o terminal oferece escalas semanais de exportação, já para a Ásia são duas escalas semanais de importação e uma de exportação. Na linha da Ásia o Sepetiba Tecon possui grandes diferencias: é o único porto da região sudeste com dois serviços semanais com conexões diretas, englobando todos os armadores que navegam entre a América do Sul e Ásia e o que oferece o menor transit time, já que é a primeira escala na chegada e a última na saída. Outro serviço que coloca o terminal em destaque é o da cabotagem. No estado do Rio de Janeiro, o Sepetiba Tecon é o maior em cargas de cabotagem, o que mostra sua vocação para hub port (porto de concentração de carga). Para expandir ainda mais os seus serviços, o terminal está concluindo a dragagem de manutenção da bacia de evolução do Porto, área de manobra e berços do terminal prevendo a profundidade para cota de -15,70m, no valor de aproximadamente R$ 29 milhões. Outro investimento previsto é a aquisição de 8 novos equipamentos, sendo 6 RTGs (Rubber Tired Gantry) e 2 Portainers que trarão mais eficiência operacional para as atividades do terminal, com valor aproximado de R$ 134,5 milhões. Para expansão da capacidade do terminal, está prevista a adequação dos berços 302/303, que consistirá basicamente no prolongamento do cais existente em 273m e melhorias e aquisições que somarão um investimento estimado em R$ 652 milhões. Todos os resultados e investimentos fazem do Sepetiba Tecon uma importante alavanca para a retomada da economia do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Sites que ajudam o empreendedor a exportar

Sites que ajudam o empreendedor a exportar:

Conheça sites e plataformas que podem ser usadas para alavancar seu negócio no exterior





Como o dólar alto, muitos empreendedores estão pensando em começar a exportar. Conheça sites e plataformas que podem ajudá-lo nesse processo. 

Apex-Brasil: realiza diferentes ações de promoção comercial, no Brasil e no exterior, como rodadas de negócio e apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais. Conta também com um programa voltado ao empresário que ainda não exporta, chamado Projeto Extensão Industrial Exportadora (Peiex), feito em parceria com universidades e centros de pesquisa. 

Site “Internacionalização”: mantido pelo Sebrae, funciona como uma espécie de diagnóstico para o empreendedor descobrir o estágio em que a empresa está em relação a um processo de expansão para outros países. Após o resultado do questionário, é possível tirar dúvidas com especialistas em comércio exterior.  

Programa de Apoio Tecnológico à Exportação (Progex): iniciativa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) que oferece atendimento às micro, pequenas e médias empresas brasileiras para adequar os produtos às exigências técnicas de determinado mercado externo. 

Alibaba.com: plataforma por meio da qual as pequenas empresas podem encontrar fornecedores, anunciar e vender produtos para outras companhias. 

MelhorCâmbio: site que compara taxas entre casas de câmbio.

07/04/2016 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

G6 Alliance pretende se manter inalterada até o fim de 2016

Após o anúncio sobre a proposta de compra da NOL pela francesa CMA CGM, ainda aguardando aprovações, a empresa garantiu que estrutura de serviços atual irá se manter estável No dia 7 de dezembro, a Neptune Orient Lines (NOL), empresa controladora da APL, membro do G6 Alliance, recebeu a proposta oficial de aquisição, noticiada na ocasião pelo Guia Marítimo News. Até que a transação seja finalizada, no entanto, o G6 Alliance faz questão de garantir que a sua estrutura de serviços peramanecerá inabalada, e espera que as operações continuem da forma como já estão alinhados durante todo o ano de 2016. O motivo de tanta insegurança é que a CMA CGM, empresa adquirente da NOL, faz parte da O3 Alliance nos serviços Leste-Oeste, e divulgou que, quando as autoridades antitruste liberarem a transação, gostariam de passar a NOL para a Ocean Three, de acordo com uma declaração do vice-presidente da empresa francesa, Rodolphe Saadéhe. Com a decisão, a APL, que pertence ao G6 Alliance, teria que deixar o grupo. A marca APL ainda seria mantida, porém abriria os acessos da CMA CGM a novos mercados”, declarou o vice-presidente. Os potenciais compradores e vendedores esperam que a autorização sobre a compra da NOL seja divulgada em meados de 2016, com conclusão das transações de fato por volta de agosto do ano que vem. Se, no entanto, houver previsão de qualquer alteração futura, o G6 Alliance comprometeu-se a divulgar as decisões tão logo elas aconteçam. Entre as afiliadas do G6 Alliance, estão: APL, Hapag-Lloyd, Hyundai Merchant Marine, Mitsui O.S.K. Lines, Nippon Yusen Kaisha and Orient Overseas Container Line. Além da francesa CMA CGM, Ocean Three compreende também a UASC (United Arab Shipping Company) e a CSCL (China Shipping Container Lines), cuja fusão com a COSCO (China Ocean Shipping Group) acaba de ser aprovada pelo governo chinês. Fonte: Guia Marítimo

Logística integrada: intermodalidade é vista como alavanca de negócios e gerador de economia de escala aos importadores e exportadores

Em parceria com a MRS, Sepetiba Tecon lançou solução porto-a-porta que possibilita descarregar os contêineres no porto e realizar entrega no destino via ferrovia “Considerando as dimensões continentais do Brasil, a intermodalidade é a única forma de se viabilizar uma logística integrada”. A afirmação é do gerente comercial do Sepetiba Tecon, Maurício Simões Lopes. Vista como uma importante cadeia para uma melhor competitividade do setor e da logística como um todo, a intermodalidade hoje é um passo para que os resultados da cadeia produtiva sejam eficientes e positivos. Nesse sentido, em parceria com a MRS, o Tecon lançou uma solução porto-a-porta que possibilita descarregar os contêineres no porto e realizar a entrega no destino via ferrovia. O Porto-a-Porta conta ainda com seguro reduzido da carga (ad valorem 0,03%) e opera no sistema round-trip que inclui o retorno ou coleta dos contêineres vazios. “A nossa vantagem é que estamos localizados em um porto com acessos ferroviário e rodoviário excelentes, o que nos permite tirar o máximo de proveito da intermodalidade, com resultados expressivos para as cadeias de valor dos segmentos siderúrgico, automotivo, mineral/metálico, químico e alimentício, dentre outros”, ressalta Simões Lopes. Segundo o executivo a escolha pela MRS veio de encontro a um parceiro que também oferecesse aos clientes, um padrão de qualidade excelente. “A MRS está levando o transporte de contêineres muito a sério, por isso está crescendo mais de 35% esse ano nesse segmento. A nossa opinião é que ainda há muitas ineficiências logísticas que podem ser convertidas em oportunidades no mercado e que esse é um caminho sem volta. Quando o cliente “descobre” que ele pode fazer mais pagando menos, nunca mais volta atrás”. Um grande desafio para as organizações que querem se destacar pelo alto padrão de qualidade dos produtos e serviços – de modo a atender da melhor maneira às necessidades do mercado e dos clientes – o novo serviço, na opinião do gerente comercial mudará radicalmente a forma como as empresas fazem a logística terrestre das suas cargas, além de reduzir os patamares de custos a níveis ainda mais competitivos. “Quanto mais cargas conseguirmos colocar no trem, melhor o serviço será, pois, os volumes começarão a viabilizar “trens expressos”, que reduzirão consideravelmente os tempos de trânsito terrestres”. Acreditando na intermodalidade como alavanca de negócios e gerador de economia de escala aos importadores e exportadores, o executivo acrescenta que além de todos os benefícios oferecidos pela integração, os clientes poderão eliminar etapas ineficientes de suas cadeias, viabilizando principalmente a exportação de cargas. “Elas são mais sensíveis aos custos logísticos, como commodities agrícolas e mineral/metálicas, que ainda passam por um processo de conteinerização no Brasil”. Fonte: Guia Marítimo

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Exportações de carne bovina somam US$ 2,7 bilhões no primeiro semestre de 2015

27/07/2015 Exportações de carne bovina somam US$ 2,7 bilhões no primeiro semestre de 2015 Fim de embargos e abertura de mercados foram os grandes destaques do período para a indústria brasileira Andrezza Queiroga O faturamento com as exportações de carne bovina brasileira, no primeiro semestre de 2015, atingiu US$ 2,7 bilhões. No período foram embarcadas mais de 656 mil toneladas do produto. Os destaques em crescimento nos seis primeiros meses (em comparação com 2014) do ano foram Egito, com 25% de aumento em faturamento e 28% em volume; e Estados Unidos, que comprou 83% mais carne industrializada, representando um crescimento de 61% em faturamento. No total das exportações, quando comparado com o primeiro semestre de 2014, o setor registrou uma retração no volume exportado (14%) e em faturamento (18%). Os números devem-se, em grande parte, à queda nas exportações para três grandes mercados: Hong Kong, Rússia e Venezuela, influenciada pelo cenário internacional, com crise do petróleo e variações cambiais, que acabou atingindo diversos setores da exportação brasileira. Mesmo com queda no período, o setor espera uma recuperação para o segundo semestre, já que os seis primeiros meses de 2015 também foram marcados por grandes conquistas, como o fim dos embargos da China, Iraque e África do Sul, e a abertura do mercado americano. “China e Estados Unidos eram nossos mercados estratégicos para este ano. Depois de anos de luta do setor, conseguimos reverter essa situação e parabenizamos a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, que colocou o setor em sua pauta de negociações e atuou com empenho na finalização desses processos”, afirma Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC – Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne. Fonte: Guia Marítimo