domingo, 15 de janeiro de 2012

‎6 empresas detêm 48% das exportações cearenses

‎6 empresas detêm 48% das exportações cearenses

As seis maiores exportadoras do Ceará no ano passado concentram quase metade (48,42%) do valor negociado com o mercado externo. Foram US$ 678 milhões entre US$ 1,4 bilhão em produtos de quatro setores: calçados, couros, petróleo e fruticultura.

A liderança é da Grendene que movimentou US$ 158,1 milhões (11,27% de participação), embora o valor tenha... recuado 12,34% em relação a 2010. Em segundo lugar, vem a Cascavel Couros que soma uma exportação de US$ 147,1 milhões, uma fatia de 10,49% e um incremento de 15,24%. Em seguida, a Paquetá Calçados que arrecadou US$ 105,2 milhões (7,50% do total no Estado e um recuo de 14,66% na cifra.

Na quarta posição, a Petrobras, que movimentou US$ 104 milhões, uma participação de 7,42% e alta de 207,14%. Na sequência, a Vicunha Têxtil com um total de US$ 85,1 milhões em exportações, sendo 6,07% do mercado no Ceará e um incremento de 26,35%. No sexto, lugar, a Agrícola Cajazeira, que recebeu US$ 77,6 milhões do exterior (5,54% de participação e alta de 37,36%).

Destinos

Os principais países de destino do produtos cearenses no ano passado foram Estados Unidos (US$ 393,6 milhões), Argentina (US$ 144,4 milhões), Holanda (US$ 90 milhões), Reino Unido ( US$ 85,9 milhões), China (US$ 68,1 milhões) e Itália (US$ 64,4 milhões).


Melão, banana e melancia
No ano passado, a venda de frutas do Ceará para o exterior equivaleram a US$ 102,5 milhões. Desse total, US$ 76,3 milhões foram de exportações de melões para o mercado europeu.

Em seguida, a banana, cujas exportações bateram em US$ 10,3 milhões. A melancia ficou em terceiro lugar, com vendas equivalentes a US$ 7,5 milhões. Na quarta posição, a manga, com exportações de US$ 2,1 milhões

Fonte: Diário do NordesteVer mais

sábado, 24 de dezembro de 2011

Pecém tem participação de 45% na exportação de frutas

Foram movimentadas através do Porto do Pecém, nos 11 primeiros meses de 2011, 246 mil toneladas de frutas, o que representa uma participação de 45% entre todos os portos brasileiros, com elevação de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, mantendo o porto cearense na liderança nacional das exportações de frutas. Segundo os dados estatísticos da Secex – Secretaria do Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, seguido ao Pecém – estão os portos de Santos, com 14% de participação; Salvador, com 12%; Parnamirim, com 10%, e Porto do Mucuripe, com 8%.

As frutas exportadas têm como origem o próprio Ceará e também os estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Bahia, sendo os principais destinos: Holanda (35%), Grã Bretanha (25%), Estados Unidos (15%), Alemanha (13%) e Espanha (6%). As principais frutas movimentadas de janeiro a novembro do corrente ano foram melões, com 103 mil toneladas (t), melancias (19 mil t), manga (49 mil t), uvas (39 mil t), bananas (36 mil t) e castanha de caju, com 19 mil toneladas.

Quatrocentos e setenta e três navios operaram no Porto do Pecém de janeiro a novembro de 2011, transportando um total de 3,1 milhões de toneladas de mercadorias, sendo 923 mil toneladas nas exportações e 2,2 milhões nas importações. O transporte de longo curso registrou elevação positiva de 8%, com 2,5 milhões de toneladas transportadas, enquanto a cabotagem registrou aumento de 17% no período, movimentando 684 mil t. A movimentação de contêineres em TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) registrou entre exportação e importação a movimentação de 185 mil unidades, com variação positiva de 22%.

Na exportação de calçados o Pecém divide a liderança com o porto de Rio Grande, com participação de 29% cada um, seguindo-se os terminais de Santos, com 22% e o do Mucuripe, com 9%. Na importação de algodão o primeiro lugar é do porto pernambucano de Suape, com participação de 31%, seguido pelo porto do Pecém com 25%.

Fonte: Guia Marítimo

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Novos Equipamentos do Porto de Salvador

Novos equipamentos do Porto de Salvador ampliam competitividade

Modernos guindastes integram investimento de R$ 180 milhões.O Terminal de Contêiner do Porto de Salvador (Tecon Salvador), operado pela Wilson, Sons, deu mais um importante passo em seu processo de expansão. Na semana passada, o terminal recebeu seus novos equipamentos, três portêineres e seis RTGs, usadas na movimentação de contêineres, que foram importadas diretamente da China. A aquisição desses equipamentos faz parte do investimento de R$ 180 milhões na ampliação da capacidade operacional do Tecon. Os equipamentos foram entregues na última sexta-feira, em evento que contou com a participação do governador da Bahia, Jaques Wagner.“Sabemos que é uma aquisição importante que integra um grande investimento no setor de portos. Essas movimentações demonstram confiança do segmento privado no crescimento da Bahia e no retorno que nosso Estado pode dar. É uma aposta correta”, avaliou o governador Jaques Wagner.O diretor executivo do Tecon Salvador, Demir Lourenço Jr, se mostrou entusiasmado com o novo momento vivido pelo setor. “O terminal completa onze anos e dá um passo importante para que a Bahia, no que diz respeito ao segmento portuário, se aproxime de posição compatível com a sua importância histórica”, observou.Na opinião do presidente do Grupo Wilson, Sons, César Baião, trata-se de um movimento fundamental para o desenvolvimento baiano. “É uma nova etapa de desenvolvimento na questão portuária. São novidades que tornam a Bahia mais competitiva, mais altiva, com um dinamismo comercial muito mais forte”, disse o executivo.Os equipamentos adquiridos pelo Tecon Salvador são três novos portêineres com capacidade Super Post-panamax (responsável pela movimentação dos contêineres entre o cais e o navio) e seis novos RTGs (pontes rolantes sobre rodas utilizados na movimentação dos contêineres no pátio).Os Portêineres têm lanças de 60 metros de comprimento, capazes de atender navios com 22 fileiras de contêineres de largura, tamanho dos maiores navios em operação no mundo.As pontes rolantes, RTGs, vão se juntar às duas já existentes e vão substituir as Reach-Stackers (empilhadeiras de grande porte). A vantagem do novo equipamento é a otimização da utilização de espaço no terminal, que chega a aumentar em 30%, e maior produtividade.Os equipamentos refletem uma grande preocupação com a sustentabilidade, eles são os primeiros totalmente elétricos da América Latina. A aquisição elimina por ano a emissão de gases de efeito estufa equivalente a 26 mil arvores da Mata Atlântica.Com a chegada dos novos equipamentos, os dois portêineres Panamax que operam atualmente no terminal, e um terceiro adquirido junto à Codeba, serão transferidos para o chamado Cais de Ligação, que possui berço com 240 metros de comprimento e 12 metros de profundidade. Com isso o Cais de Ligação ficará ideal para a atracação de navios de cabotagem e embarcações de longo curso de menor dimensão.Sobre o Grupo Wilson, SonsO Grupo Wilson, Sons é um dos maiores operadores integrados de logística portuária e marítima e soluções de cadeia de suprimento no mercado brasileiro, com 174 anos de experiência. A companhia conta com uma rede de atuação nacional e presta uma gama completa de serviços para as empresas que atuam na indústria de óleo e gás, no comércio internacional e na economia doméstica. As principais atividades do Grupo são divididas em dois sistemas – Portuário e logístico e Marítimo.
Fonte: Guia Maritimo

sábado, 22 de outubro de 2011

Aliança Navegação participa da FIAM 2011

Manaus é uma das regiões mais importantes para a empresa.
Entre os dias 26 e 29 de outubro, a Aliança Navegação e Logística participará da 6ª edição da Feira Internacional da Amazônia (FIAM 2011), que acontecerá no Studio 5 Centro de Convenções, em Manaus.

Reconhecida como a maior vitrine de produtos amazônicos, a FIAM é promovida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), por meio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA). O evento tem como objetivo divulgar as oportunidades para negócios, atrair investimentos, promoção comercial, parcerias e gerar negócios e oportunidades para as empresas expositoras.

Manaus é uma das regiões mais importantes para a Aliança, com destaque para a movimentação de eletroeletrônicos, produtos de higiene e limpeza, material de construção, entre outros. No ano passado, o faturamento das empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) alcançou valor histórico de US$ 35 bilhões, o que indica o grande fluxo de negócios regional.

De acordo com informações da SUFRAMA, 80% das importações que chegam a Manaus são por via marítima, com destaque para matérias-primas da Ásia e Europa.

Informações sobre a FIAM 2011 podem ser obtidas no www.suframa.gov.br/fiam/index.cfm

Porto Itajaí mantém movimentação alta

Complexo opera 7,76 milhões de toneladas este ano.
O Complexo Portuário do Itajaí operou o total de 69,14 mil Teus (unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) em outubro, que somados ao volume operado em 2011 elevam a movimentação acumulada no ano para 738, mil Teus. O avanço registrado nos nove primeiros meses do ano foi de 7% e a média operacional mensal atingiu 82.102 Teus. Em volume de cargas, o Complexo operou 789,77 mil toneladas no último mês, elevando o acumulado entre janeiro e setembro para 7,76 milhões de toneladas. O crescimento, comparativamente ao ano anterior, foi de 8%.

Com relação ao sentido das cargas, o porto operou com 367,99 mil Teus em cargas de exportação e 370,93 mil Teus em cargas de importação, o que aponta para um equilíbrio entre embarques e desembarques. Realidade que condiz com a corrente de comércio de Santa Catarina. Segundo estudo da Unidade de Política Econômica da Fiesc (Federação das Indústrias) de Santa Catarina divulgado em outubro, o estado exportou US$ 6,63 bilhões de janeiro a maio, que representaram 3,5% das vendas totais do Brasil ao exterior.

Exportação brasileira de 2011 já supera 2010

Vendas externas somaram US$ 202,071 bilhões no ano.

As exportações brasileiras em 2011 ultrapassaram, nesta terça-feira (18/10), o total vendido pelo país em 2010. De janeiro até ontem, o Brasil exportou US$ 202,071 bilhões, número que supera o valor contabilizado em todo o ano de 2010 (janeiro a dezembro) e que foi recorde na série histórica do país (US$ 201,915 bilhões).

Para a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, alcançar, já neste momento do ano, as vendas recordistas de 2010 mostra como “o esforço exportador brasileiro é real”. “É um indicador de como o país vem conseguindo enfrentar a atual crise econômica com determinação e competência diante as oportunidades do mercado global”, acrescentou.

A meta do MDIC para as exportações brasileiras para o ano de 2011 é de US$ 257 bilhões. O número projeta um crescimento 27% acima do total exportado em 2010.

Fonte: Guia Marítimo

domingo, 9 de outubro de 2011

Exportação de açúcar rende US$ 1,65 bilhão

AGRONEGÓCIO - Exportação de açúcar rende US$ 1,65 bilhão
Em relação às exportações de agosto de 2011, a receita caiu 15,26%.

A receita com exportações brasileiras de açúcar atingiu US$ 1,65 bilhão em setembro, valor que corresponde a uma alta de 13,32% sobre o US$ 1,45 bilhão verificado em igual período de 2010, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (Mdic). Em relação às exportações de agosto de 2011, a receita caiu 15,26%.

Em volume, as exportações brasileiras de açúcar ficaram em 2,8 milhões de toneladas no mês passado, montante 16,44% inferior aos 3,2 milhões de toneladas embarcadas em agosto de 2010 e 15,3% inferior às exportações de agosto de 2011, de 3,3 milhões de toneladas. Do total exportado em setembro, 2,31 milhões de toneladas foram de açúcar demerara e 479,7 mil toneladas, de refinado. No período de 12 meses, enquanto as exportações de demerara caíram 2,55% em volume e subiram 33,56% em receita, as de refinado recuaram 50,5% em volume e 31% em receita.

As exportações de açúcar (bruto e refinado) em setembro, foram de 2,23 milhões de toneladas, ante as 2,6 milhões de toneladas de setembro de 2010, segundo a SA Commodities.

Fonte: DCI (5/10/2011)