Publicado em 09/07/2010
EXPORTAÇÕES NA BAHIA CRESCERAM 46,8%
A Bahia apresentou, no primeiro semestre deste ano, uma expansão de 46,8% nas exportações em relação ao mesmo período de 2009. Na comparação entre junho de 2010 e de 2009, as vendas para o exterior tiveram aumento de 26,4%, de acordo com Núcleo de Comércio Exterior da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A economia em expansão produziu um resultado positivo nas exportações, segundo o secretário do Planejamento, Antônio Alberto Valença.“A Bahia obteve um superávit comercial de US$ 902 milhões, no período, 1,5% acima do primeiro semestre de 2009, e as exportações baianas representaram 4,7% das exportações brasileiras e 53,8% das exportações do Nordeste”, destacou.Na comparação entre o primeiro semestre de 2010 e o mesmo período de 2009, as vendas para o exterior atingiram US$ 4,14 bilhões. O crescimento das vendas foi sustentado pelo fator preço, que se elevou em média 14,7% no período.O secretário lembrou ainda que após a implantação do Porto Sul, em Ilhéus, haverá uma melhoria logística e competitiva da economia da Bahia. Estudos indicam que apenas o Porto Sul deve movimentar 40 milhões de toneladas/ano, o que é compatível com as exigências das grandes rotas internacionais.AgronegócioEmbaladas por boas safras e valorização no mercado internacional, as exportações de produtos do agronegócio foram importantes no resultado do semestre, rendendo ao estado US$ 1,53 bilhão. O resultado é 21,2% superior aos US$ 1,26 bilhão de igual período de 2009, com destaque para a celulose (+36%), derivados de cacau (+32%), frutas (+67%) e fumo (+22%). Com a economia em expansão e ajudada pelo dólar baixo, as importações cresceram mais que as exportações (67,5%), alcançando US$ 3,24 bilhões nos seis primeiros meses do ano.Érica de Sá
sábado, 31 de julho de 2010
domingo, 25 de outubro de 2009
Porto de Le Havre, na França, está de olho no biodiesel e etanol brasileiro
Porto de Le Havre, na França, está de olho no biodiesel e etanol brasileiro
O complexo portuário quer ser a principal porta de entrada de biocombustíveis brasileiros na Europa
Complexo registrou movimentação recorde em 2008
Que o mundo tem se voltado para o potencial brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis não é novidade. Tanto é que o porto francês de Le Havre já projeta uma demanda futura de movimentação de etanol e biodiesel produzidos no Brasil.
“A tendência é que haja uma maior exportação de biodiesel, pois boa parte da frota europeia é composta de veículos a diesel. No entanto, seja qual for a demanda, estaremos preparados para quando a Europa se abrir para os biocombustíveis do Brasil”, garantiu Jean-Pierre Bernard, representante do porto para o Mercosul e o Chile.
Segundo ele, hoje o porto já possui bastante representatividade no mercado petrolífero e isso será um fator determinante na escolha do complexo para a geração verde de combustíveis. “Somos o segundo terminal em termos de tráfego de petróleo no Norte da Europa”, garante.
Outro objetivo do complexo portuário francês é impulsionar a exportação de alimentos brasileiros, principalmente frutas, carnes e frutos do mar. “Queremos expandir a parceria com o Brasil”, aponta Linda Douet, Diretora de desenvolvimento internacional do porto.
Para isso, a diretora garante que até 2013 o complexo receberá investimentos da ordem de 700 milhões de euros. “Vamos implantar uma plataforma multimodal para tornar os custos logísticos melhores com a união do transporte ferroviário e fluvial, além disso, destinaremos recursos para outras áreas no terminal”, argumenta.
Falando em custos logísticos, esse foi um dos principais pontos destacados por Christian Leroux, Presidente da UMEP (União Marítima e Portuária) e Vice-presidente do conselho de governança do porto de Le Havre, para conquistar os exportadores brasileiros.
“Quando o empreendedor escolhe Le Havre, ao invés de Roterdã, na Holanda, por exemplo, ele deixa de pagar, em média, entre 300 a 500 euros por contêiner. Além disso, o exportador colabora com o meio-ambiente evitando a emissão de CO2, ao abreviar a viagem em 240 quilômetros”, pondera.
Comércio Brasil-França
No ano da França no Brasil, o porto de Le Havre tem muitos motivos para apostar na relação com as empresas brasileiras. Para se ter uma ideia, apenas em 2008 o tráfego entre o País e complexo portuário foi de 600 mil toneladas.
“O Brasil é o primeiro parceiro do porto de Le Havre na América Latina”, garantiu Linda.Segundo dados do complexo, no período, os principais produtos enviados pelo Brasil foram: alimentícios, café, tabaco e madeira e produtos derivados, como móveis. Já o mercado francês, enviou ao mercado brasileiro, principalmente, equipamentos de transporte, autopeças, produtos químicos e de borracha e querosene.
Os dados referentes a este ano não foram divulgados. Além disso, segundo os representantes do porto, ainda não possível fazer projeções para o próximo ano.
Crise
Mesmo com a eclosão da crise econômica mundial, Le Havre bateu recorde de movimentação no ano passado, com o aumento de 1,4% no volume ao operar 80,5 milhões de toneladas.
Este resultado, segundo Leroux, pode ser justificado pelo fato de que grande parte das movimentações portuárias são destinadas a região do Extremo Oriente que, se comparado com o resto do mundo, não sofreu tanto com os impactos da recessão.
O complexo portuário quer ser a principal porta de entrada de biocombustíveis brasileiros na Europa
Complexo registrou movimentação recorde em 2008
Que o mundo tem se voltado para o potencial brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis não é novidade. Tanto é que o porto francês de Le Havre já projeta uma demanda futura de movimentação de etanol e biodiesel produzidos no Brasil.
“A tendência é que haja uma maior exportação de biodiesel, pois boa parte da frota europeia é composta de veículos a diesel. No entanto, seja qual for a demanda, estaremos preparados para quando a Europa se abrir para os biocombustíveis do Brasil”, garantiu Jean-Pierre Bernard, representante do porto para o Mercosul e o Chile.
Segundo ele, hoje o porto já possui bastante representatividade no mercado petrolífero e isso será um fator determinante na escolha do complexo para a geração verde de combustíveis. “Somos o segundo terminal em termos de tráfego de petróleo no Norte da Europa”, garante.
Outro objetivo do complexo portuário francês é impulsionar a exportação de alimentos brasileiros, principalmente frutas, carnes e frutos do mar. “Queremos expandir a parceria com o Brasil”, aponta Linda Douet, Diretora de desenvolvimento internacional do porto.
Para isso, a diretora garante que até 2013 o complexo receberá investimentos da ordem de 700 milhões de euros. “Vamos implantar uma plataforma multimodal para tornar os custos logísticos melhores com a união do transporte ferroviário e fluvial, além disso, destinaremos recursos para outras áreas no terminal”, argumenta.
Falando em custos logísticos, esse foi um dos principais pontos destacados por Christian Leroux, Presidente da UMEP (União Marítima e Portuária) e Vice-presidente do conselho de governança do porto de Le Havre, para conquistar os exportadores brasileiros.
“Quando o empreendedor escolhe Le Havre, ao invés de Roterdã, na Holanda, por exemplo, ele deixa de pagar, em média, entre 300 a 500 euros por contêiner. Além disso, o exportador colabora com o meio-ambiente evitando a emissão de CO2, ao abreviar a viagem em 240 quilômetros”, pondera.
Comércio Brasil-França
No ano da França no Brasil, o porto de Le Havre tem muitos motivos para apostar na relação com as empresas brasileiras. Para se ter uma ideia, apenas em 2008 o tráfego entre o País e complexo portuário foi de 600 mil toneladas.
“O Brasil é o primeiro parceiro do porto de Le Havre na América Latina”, garantiu Linda.Segundo dados do complexo, no período, os principais produtos enviados pelo Brasil foram: alimentícios, café, tabaco e madeira e produtos derivados, como móveis. Já o mercado francês, enviou ao mercado brasileiro, principalmente, equipamentos de transporte, autopeças, produtos químicos e de borracha e querosene.
Os dados referentes a este ano não foram divulgados. Além disso, segundo os representantes do porto, ainda não possível fazer projeções para o próximo ano.
Crise
Mesmo com a eclosão da crise econômica mundial, Le Havre bateu recorde de movimentação no ano passado, com o aumento de 1,4% no volume ao operar 80,5 milhões de toneladas.
Este resultado, segundo Leroux, pode ser justificado pelo fato de que grande parte das movimentações portuárias são destinadas a região do Extremo Oriente que, se comparado com o resto do mundo, não sofreu tanto com os impactos da recessão.
domingo, 16 de agosto de 2009
CMA CGM e MSC lançam serviço conjunto entre Europa e Atlântico Sul
A CMA CGM e a MSC anunciaram o lançamento de um novo serviço conjunto
entre o norte da Europa, o Atlântico Sul e o Golfo do México a partir do
final de setembro.
O novo serviço será chamado de New Victory Bridge e será operado, com sete
navios com capacidade entre 5,7 mil Teus (unidade de medida equivalente a
um contêiner de 20 pés) e 6 mil Teus.
A rotação será: Antuérpia, Felixstowe, Bremerhaven, Le Havre, Charleston,
Savannah, Freeport, Vera Cruz, Altamira, Houston, Nova Orleans, Freeport,
Savannah, Charleston e Antuérpia.
A CMA CGM disse que os trades do Atlântico Sul e Golfo do México
(incluindo a região americana do Golfo) são a rotas comerciais em que o
grupo investiu mais fortemente nos últimos anos. A afirmação foi feita por
Jean Philippe Thenoz, vice-presidente da CMA para a América do Norte.
entre o norte da Europa, o Atlântico Sul e o Golfo do México a partir do
final de setembro.
O novo serviço será chamado de New Victory Bridge e será operado, com sete
navios com capacidade entre 5,7 mil Teus (unidade de medida equivalente a
um contêiner de 20 pés) e 6 mil Teus.
A rotação será: Antuérpia, Felixstowe, Bremerhaven, Le Havre, Charleston,
Savannah, Freeport, Vera Cruz, Altamira, Houston, Nova Orleans, Freeport,
Savannah, Charleston e Antuérpia.
A CMA CGM disse que os trades do Atlântico Sul e Golfo do México
(incluindo a região americana do Golfo) são a rotas comerciais em que o
grupo investiu mais fortemente nos últimos anos. A afirmação foi feita por
Jean Philippe Thenoz, vice-presidente da CMA para a América do Norte.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Movimentação em Rio Grande bate recorde em maio
Movimentação em Rio Grande bate recorde em maio
Embarques subiram 33,1% no confronto com período anterior
No mês de maio, o Porto de Rio Grande registrou a maior movimentação mensal do ano em volume de cargas embarcadas e desembarcadas. De acordo com informações locais, houve no período um fluxo de 3.141.928 toneladas no quinto mês do ano, o que conferiu um acréscimo de 23,1% com relação ao mesmo mês de 2008.
Em comparação com o maio de 2008, os embarques subiram 33,1% (2.353.524 toneladas) e os desembarques 0,7% (788.404 toneladas). Além disso, essa é a segunda maior marca mensal da história do porto rio-grandino, somente perdendo para julho de 2007 quando foram operadas 3.165.874 toneladas.
Por segmento de carga foi registrado alta em todos os setores no mês de maio. A movimentação de granéis líquidos subiu 36,2% (391.104 toneladas), seguida pela de granéis sólidos, com alta de 23,9% (2.152.570 toneladas), e pela de carga geral, com incremento de 13,6% (598.254 toneladas).
Os embarques de granéis agrícolas em maio também alcançaram a maior movimentação mensal do ano com 1.665.376 toneladas (+43,3%). Entre os granéis embarcados destacaram-se a soja em grão com o maior volume, 1.303.203 toneladas (+54,9%) e o trigo com o maior crescimento, 197,6% (93.869 toneladas).
De acordo com o porto, os desembarques de granéis agrícolas seguiram a mesma tendência e fecharam o mês de maio com alta de 32,1%, atingindo um volume de 156.496 toneladas. Nessa área, a soja em grão também se destacou com incremento de 38,8% (94.497 toneladas).
Embarques subiram 33,1% no confronto com período anterior
No mês de maio, o Porto de Rio Grande registrou a maior movimentação mensal do ano em volume de cargas embarcadas e desembarcadas. De acordo com informações locais, houve no período um fluxo de 3.141.928 toneladas no quinto mês do ano, o que conferiu um acréscimo de 23,1% com relação ao mesmo mês de 2008.
Em comparação com o maio de 2008, os embarques subiram 33,1% (2.353.524 toneladas) e os desembarques 0,7% (788.404 toneladas). Além disso, essa é a segunda maior marca mensal da história do porto rio-grandino, somente perdendo para julho de 2007 quando foram operadas 3.165.874 toneladas.
Por segmento de carga foi registrado alta em todos os setores no mês de maio. A movimentação de granéis líquidos subiu 36,2% (391.104 toneladas), seguida pela de granéis sólidos, com alta de 23,9% (2.152.570 toneladas), e pela de carga geral, com incremento de 13,6% (598.254 toneladas).
Os embarques de granéis agrícolas em maio também alcançaram a maior movimentação mensal do ano com 1.665.376 toneladas (+43,3%). Entre os granéis embarcados destacaram-se a soja em grão com o maior volume, 1.303.203 toneladas (+54,9%) e o trigo com o maior crescimento, 197,6% (93.869 toneladas).
De acordo com o porto, os desembarques de granéis agrícolas seguiram a mesma tendência e fecharam o mês de maio com alta de 32,1%, atingindo um volume de 156.496 toneladas. Nessa área, a soja em grão também se destacou com incremento de 38,8% (94.497 toneladas).
quarta-feira, 24 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
Exportação de veículos despenca e indústria pede estudo para reduzir custo
Exportação de veículos despenca e indústria pede estudo para reduzir custo
As exportações de veículos caíram pela metade de janeiro a maio deste ano em relação ao mesmo período de 2008. A causa é a mesma que aflige a todos os mercados do mundo, a queda na demanda, afetada pela crise financeira. Para tentar amenizar as perdas, a indústria solicitou ao Ministério de Indústria e Comércio um levantamento sobre os custos da cadeia.
No acumulado do ano, as exportações somam US$ 2,759 bilhões, uma queda de 50,8% em relação ao mesmo período de 2008, US$ 5,606 bilhões.
Em volume, as exportações somaram 162.447 de janeiro a maio, queda de 47,4% na comparação com o mesmo intervalo de 2008 (308.627).
Apenas em maio, as exportações de veículos somaram US$ 600 milhões, alta de 4,5% em relação a abril deste ano (US$ 574 milhões) e queda de 47,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando atingiu US$ 1,140 bilhão.
O presidente da Anfavea (associação das montadoras), Jackson Schneider, afirmou que os mercados para onde o Brasil mais exporta, como Argentina e México, tiveram redução de seu consumo interno, o que afeta a exportação brasileira.
Para ele, não há sinais de recuperação desses mercados. ele defende, no entanto, que o Brasil analise seus custos de produção, envolvendo toda a cadeia, para eliminar exageros e tornar o produto brasileiro mais competitivo lá fora.
Schneider afirmou que o estudo solicitado ao governo, ainda sem data para conclusão, prevê a análise de eventuais gargalos que podem representar custos para a cadeia de produção e soluções para amenizá-los.
(Fonte: Folha Online)
As exportações de veículos caíram pela metade de janeiro a maio deste ano em relação ao mesmo período de 2008. A causa é a mesma que aflige a todos os mercados do mundo, a queda na demanda, afetada pela crise financeira. Para tentar amenizar as perdas, a indústria solicitou ao Ministério de Indústria e Comércio um levantamento sobre os custos da cadeia.
No acumulado do ano, as exportações somam US$ 2,759 bilhões, uma queda de 50,8% em relação ao mesmo período de 2008, US$ 5,606 bilhões.
Em volume, as exportações somaram 162.447 de janeiro a maio, queda de 47,4% na comparação com o mesmo intervalo de 2008 (308.627).
Apenas em maio, as exportações de veículos somaram US$ 600 milhões, alta de 4,5% em relação a abril deste ano (US$ 574 milhões) e queda de 47,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando atingiu US$ 1,140 bilhão.
O presidente da Anfavea (associação das montadoras), Jackson Schneider, afirmou que os mercados para onde o Brasil mais exporta, como Argentina e México, tiveram redução de seu consumo interno, o que afeta a exportação brasileira.
Para ele, não há sinais de recuperação desses mercados. ele defende, no entanto, que o Brasil analise seus custos de produção, envolvendo toda a cadeia, para eliminar exageros e tornar o produto brasileiro mais competitivo lá fora.
Schneider afirmou que o estudo solicitado ao governo, ainda sem data para conclusão, prevê a análise de eventuais gargalos que podem representar custos para a cadeia de produção e soluções para amenizá-los.
(Fonte: Folha Online)
domingo, 10 de maio de 2009
EXPORTAÇÕES BAIANAS EM 2009
Exportações para a China crescem 675% em abril
08/05/2009 - 20h33m
Tamanho do texto
*Da Redação, com informações de agênciaredacao@portalibahia.com.br
A balança comercial da Bahia registrou um superávit de US$ 180,2 milhões no mês de abril. A retomada do ritmo forte de crescimento na China impulsionou a recuperação das exportações baianas. “O país aumentou em 675% as compras de produtos baianos (cobre, celulose, algodão, resinas plásticas), posicionando-se como nosso principal mercado”, afirmou o presidente do Promo – Centro Internacional de Negócios da Bahia, Ricardo Saback, ao divulgar os resultados do último mês, que totalizaram US$ 780,2 milhões - US$ 480,2 milhões com exportações e US$ 300 milhões com importações.Saldo comercial da Bahia cresce 113,4%Produção de veículos retoma ritmo e cresce 34,2%
Para Saback, “a recessão econômica nos Estados Unidos nos leva a encarar o consumo chinês como uma oportunidade de reduzir os danos da queda do intercâmbio global de produtos e serviços, minorando os efeitos recessivos, principalmente entre os países produtores de matérias-primas, como o Brasil. A Bahia, que tem um perfil exportador baseado em commodities, também se beneficia do crescimento chinês.”
Exportação - Após uma queda em janeiro, em função da crise financeira internacional, as exportações baianas vêm registrando evolução, superando em 1,13% o volume de março. Desde o início do ano, as exportações acumulam, até abril, US$ 1,8 bilhão em receitas, o que é, entretanto, 31% inferior ao desempenho de igual período de 2008.
Segundo o gerente de Estudos e Informações do Promo, Arthur Souza Cruz, o melhor desempenho no mês de abril coube ao algodão: “com vendas de US$ 17,6 milhões, o produto teve um incremento de 285% em relação ao mesmo mês em 2008, impulsionadas por maiores compras chinesas e aumento de 3,15% no preço médio”.
No total, os principais produtos exportados foram os petroquímicos, que lideraram as vendas com US$ 98,4 milhões, seguido de celulose com US$ 89,6 milhões, petróleo e derivados com
US$ 62,4 milhões, produtos metalúrgicos com US$ 45,7 milhões e o setor automotivo, que apresentou o seu melhor desempenho mensal este ano: US$ 43,8 milhões.
Fonte:ibahia.globo.com/plantao
08/05/2009 - 20h33m
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*Da Redação, com informações de agênciaredacao@portalibahia.com.br
A balança comercial da Bahia registrou um superávit de US$ 180,2 milhões no mês de abril. A retomada do ritmo forte de crescimento na China impulsionou a recuperação das exportações baianas. “O país aumentou em 675% as compras de produtos baianos (cobre, celulose, algodão, resinas plásticas), posicionando-se como nosso principal mercado”, afirmou o presidente do Promo – Centro Internacional de Negócios da Bahia, Ricardo Saback, ao divulgar os resultados do último mês, que totalizaram US$ 780,2 milhões - US$ 480,2 milhões com exportações e US$ 300 milhões com importações.Saldo comercial da Bahia cresce 113,4%Produção de veículos retoma ritmo e cresce 34,2%
Para Saback, “a recessão econômica nos Estados Unidos nos leva a encarar o consumo chinês como uma oportunidade de reduzir os danos da queda do intercâmbio global de produtos e serviços, minorando os efeitos recessivos, principalmente entre os países produtores de matérias-primas, como o Brasil. A Bahia, que tem um perfil exportador baseado em commodities, também se beneficia do crescimento chinês.”
Exportação - Após uma queda em janeiro, em função da crise financeira internacional, as exportações baianas vêm registrando evolução, superando em 1,13% o volume de março. Desde o início do ano, as exportações acumulam, até abril, US$ 1,8 bilhão em receitas, o que é, entretanto, 31% inferior ao desempenho de igual período de 2008.
Segundo o gerente de Estudos e Informações do Promo, Arthur Souza Cruz, o melhor desempenho no mês de abril coube ao algodão: “com vendas de US$ 17,6 milhões, o produto teve um incremento de 285% em relação ao mesmo mês em 2008, impulsionadas por maiores compras chinesas e aumento de 3,15% no preço médio”.
No total, os principais produtos exportados foram os petroquímicos, que lideraram as vendas com US$ 98,4 milhões, seguido de celulose com US$ 89,6 milhões, petróleo e derivados com
US$ 62,4 milhões, produtos metalúrgicos com US$ 45,7 milhões e o setor automotivo, que apresentou o seu melhor desempenho mensal este ano: US$ 43,8 milhões.
Fonte:ibahia.globo.com/plantao
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