domingo, 18 de março de 2012

Movimento de soja aumentou mais de 1.000% em janeiro

O Porto de Santo registrou, em janeiro, um aumento bastante pronunciado na movimentação da soja em grãos: 1.274% de alta, em comparação ao mesmo mês no ano passado, o que representa 332 mil toneladas (14 vezes mais do que as 24 mil toneladas registradas em janeiro de 2011).
O complexo soja (grãos e pellets) também teve aumento expressivo no intervalo em questão: foram embarcadas 400 mil toneladas, montante 342,6% superior que as 90,4 mil toneladas de janeiro de 2011. Esta foi a segunda carga mais movimentada por Santos.
Da perspectiva do valor agregado, passaram pelo complexo US$ 8,4 bilhões em mercadorias no primeiro mês de 2012, fazendo com que o complexo santista superasse em 16,6% sua contribuição para o comércio exterior brasileiro do mesmo período no ano anterior (US$ 7,2 bilhões de cargas diversas). O incremento fez subir de 24% para 25,1% a participação de Santos na balança comercial do país, consolidada em US$ 33,6 bilhões no período em análise.
Destacaram-se nesse cenário o crescimento de 12,3% na movimentação de contêineres, totalizando a marca recorde de 243.889 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) – e a alta de 36,5% na operação de veículos, que subiu de 23.444 em janeiro de 2011 para 31.993 unidades neste ano.

Fonte: Guia Maritimo

quarta-feira, 14 de março de 2012

Navio Cosco Vietnam será renomeado

Meganavio é a maior embarcação a operar na costa da América do Sul

O Cosco Vietnam será renomeado no dia 28 de março. Ele passará a se chamar Aliança Itapoá, afretado pelo armador Aliança Navegação e Logística, do grupo Hamburg Süd, em cerimônia a ser realizada em Pusan, na Coréia do Sul.
 
Meganavio, ele fará parte da frota de navios que o grupo emprega no serviço semanal entre a costa leste da América do Sul e os principais portos asiáticos. Seu novo nome é uma homenagem à cidade de Itapoá, em Santa Catarina, que também dá nome ao porto do qual a Aliança é uma das sócias.
 
Construído na Coréia em 2011, o Aliança Itapoá é um navio full continer de 334 metros de comprimento, 14,50 metros de calado, 42,80 metros de largura e capacidade para 8.500 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). Com essas medidas, ele é considerado o maior navio a operar na costa da América do Sul.
 
No dia 3 de maio o Aliança Itapoá escalará no Porto Itapoá e na costa brasileira também atracará nos portos de Sepetiba (RJ), Santos (SP) e Rio Grande (RS).
 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Exportações para Europa despencaram por causa da crise

A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 1,3 bilhão em janeiro, o maior em 39 anos. Mas temos de olhar para esse número de forma mais relativa. Há 39 anos, a corrente de comércio era pequena. A única coisa parecida é que, em 1973, no meio da crise, o país estava importando muito petróleo, e agora, continua comprando fora muito combustível.

Em janeiro, as exportações aumentaram 1,3%; e as importações, 12,3%. A corrente de comércio foi de US$ 33,6 bilhões, número muito robusto. O comércio brasileiro, portanto, está ficando cada vez maior.

Dois fatores explicam esse resultado. Caíram os preços das commodities nos meses anteriores e a exportação para a Europa recuou 34,8%, por causa da crise.

O fato de o Brasil ser tão sensível ao preço das commodities é um alerta. Cada vez que cai, temos um resultado negativo. É preciso aumentar a exportação de outros bens com maior valor agregado.

Mas há notícias boas: aumentou a participação dos EUA no total das exportações e subiu o preço das commodities, em janeiro, o que significa que os resultado dos próximos meses pode ser bom.

A Argentina é um grande parceiro comercial do Brasil, o terceiro com quem temos mais comércio, mas está aumentando o controle sobre suas importações. No ano passado, tivemos um saldo de quase US$ 6 bilhões com o país. O Brasil, portanto, pode ser afetado pelas restrições que está impondo ao comércio.


Fonte: Bom Dia Brasil

Exportação de suco do Brasil cai 19% em janeiro

Exportação de suco do Brasil cai 19% em janeiro

SÃO PAULO/BRASÍLIA, 1 Fev (Reuters) - As exportações brasileiras de suco de laranja caíram 19 por cento em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, para 176,5 mil toneladas, apontou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta quarta-feira.

Em janeiro de 2011, as vendas externas da commodity somaram 217,8 mil toneladas, de acordo com os dados da Secex. Também houve queda em relação a dezembro, quando o volume embarcado pela indústria brasileira foi de 155,1 mil toneladas.

Há certa apreensão no mercado de suco de laranja sobre a situação dos embarques para os Estados Unidos, depois que alguns carregamentos do produto brasileiro foram retidos pelos norte-americanos devido a traços do fungicida carbendazim, que não é mais utilizado nos EUA.

O órgão regulador para alimentos norte-americano (FDA) já barrou três carregamentos do Brasil. A indústria brasileira aguarda os resultados dos carregamentos ainda em análise e o parecer do FDA sobre o tema.

"Temos convicção de que é uma questão técnica, sem impacto na balança do ano. É possível que haja ajustes em algum momento mas sem perspectiva de impacto nas exportações para os EUA", afirmou Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a jornalistas em entrevista para comentar a balança comercial.

Sobre a queda em comparação a janeiro de 2011, ela afirmou que o movimento reflete, principalmente, a retração nas vendas para a União Europeia e não para os EUA.

Na terça-feira, Tatiana reuniu-se com o presidente da Citrus BR, entidade que reúne a indústria. Segundo ela, o MDIC, o Ministério das Relações Exteriores e o da Agricultura vão atuar de maneira coordenada para tratar desse tema.

domingo, 15 de janeiro de 2012

‎6 empresas detêm 48% das exportações cearenses

‎6 empresas detêm 48% das exportações cearenses

As seis maiores exportadoras do Ceará no ano passado concentram quase metade (48,42%) do valor negociado com o mercado externo. Foram US$ 678 milhões entre US$ 1,4 bilhão em produtos de quatro setores: calçados, couros, petróleo e fruticultura.

A liderança é da Grendene que movimentou US$ 158,1 milhões (11,27% de participação), embora o valor tenha... recuado 12,34% em relação a 2010. Em segundo lugar, vem a Cascavel Couros que soma uma exportação de US$ 147,1 milhões, uma fatia de 10,49% e um incremento de 15,24%. Em seguida, a Paquetá Calçados que arrecadou US$ 105,2 milhões (7,50% do total no Estado e um recuo de 14,66% na cifra.

Na quarta posição, a Petrobras, que movimentou US$ 104 milhões, uma participação de 7,42% e alta de 207,14%. Na sequência, a Vicunha Têxtil com um total de US$ 85,1 milhões em exportações, sendo 6,07% do mercado no Ceará e um incremento de 26,35%. No sexto, lugar, a Agrícola Cajazeira, que recebeu US$ 77,6 milhões do exterior (5,54% de participação e alta de 37,36%).

Destinos

Os principais países de destino do produtos cearenses no ano passado foram Estados Unidos (US$ 393,6 milhões), Argentina (US$ 144,4 milhões), Holanda (US$ 90 milhões), Reino Unido ( US$ 85,9 milhões), China (US$ 68,1 milhões) e Itália (US$ 64,4 milhões).


Melão, banana e melancia
No ano passado, a venda de frutas do Ceará para o exterior equivaleram a US$ 102,5 milhões. Desse total, US$ 76,3 milhões foram de exportações de melões para o mercado europeu.

Em seguida, a banana, cujas exportações bateram em US$ 10,3 milhões. A melancia ficou em terceiro lugar, com vendas equivalentes a US$ 7,5 milhões. Na quarta posição, a manga, com exportações de US$ 2,1 milhões

Fonte: Diário do NordesteVer mais

sábado, 24 de dezembro de 2011

Pecém tem participação de 45% na exportação de frutas

Foram movimentadas através do Porto do Pecém, nos 11 primeiros meses de 2011, 246 mil toneladas de frutas, o que representa uma participação de 45% entre todos os portos brasileiros, com elevação de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, mantendo o porto cearense na liderança nacional das exportações de frutas. Segundo os dados estatísticos da Secex – Secretaria do Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, seguido ao Pecém – estão os portos de Santos, com 14% de participação; Salvador, com 12%; Parnamirim, com 10%, e Porto do Mucuripe, com 8%.

As frutas exportadas têm como origem o próprio Ceará e também os estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Bahia, sendo os principais destinos: Holanda (35%), Grã Bretanha (25%), Estados Unidos (15%), Alemanha (13%) e Espanha (6%). As principais frutas movimentadas de janeiro a novembro do corrente ano foram melões, com 103 mil toneladas (t), melancias (19 mil t), manga (49 mil t), uvas (39 mil t), bananas (36 mil t) e castanha de caju, com 19 mil toneladas.

Quatrocentos e setenta e três navios operaram no Porto do Pecém de janeiro a novembro de 2011, transportando um total de 3,1 milhões de toneladas de mercadorias, sendo 923 mil toneladas nas exportações e 2,2 milhões nas importações. O transporte de longo curso registrou elevação positiva de 8%, com 2,5 milhões de toneladas transportadas, enquanto a cabotagem registrou aumento de 17% no período, movimentando 684 mil t. A movimentação de contêineres em TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) registrou entre exportação e importação a movimentação de 185 mil unidades, com variação positiva de 22%.

Na exportação de calçados o Pecém divide a liderança com o porto de Rio Grande, com participação de 29% cada um, seguindo-se os terminais de Santos, com 22% e o do Mucuripe, com 9%. Na importação de algodão o primeiro lugar é do porto pernambucano de Suape, com participação de 31%, seguido pelo porto do Pecém com 25%.

Fonte: Guia Marítimo

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Novos Equipamentos do Porto de Salvador

Novos equipamentos do Porto de Salvador ampliam competitividade

Modernos guindastes integram investimento de R$ 180 milhões.O Terminal de Contêiner do Porto de Salvador (Tecon Salvador), operado pela Wilson, Sons, deu mais um importante passo em seu processo de expansão. Na semana passada, o terminal recebeu seus novos equipamentos, três portêineres e seis RTGs, usadas na movimentação de contêineres, que foram importadas diretamente da China. A aquisição desses equipamentos faz parte do investimento de R$ 180 milhões na ampliação da capacidade operacional do Tecon. Os equipamentos foram entregues na última sexta-feira, em evento que contou com a participação do governador da Bahia, Jaques Wagner.“Sabemos que é uma aquisição importante que integra um grande investimento no setor de portos. Essas movimentações demonstram confiança do segmento privado no crescimento da Bahia e no retorno que nosso Estado pode dar. É uma aposta correta”, avaliou o governador Jaques Wagner.O diretor executivo do Tecon Salvador, Demir Lourenço Jr, se mostrou entusiasmado com o novo momento vivido pelo setor. “O terminal completa onze anos e dá um passo importante para que a Bahia, no que diz respeito ao segmento portuário, se aproxime de posição compatível com a sua importância histórica”, observou.Na opinião do presidente do Grupo Wilson, Sons, César Baião, trata-se de um movimento fundamental para o desenvolvimento baiano. “É uma nova etapa de desenvolvimento na questão portuária. São novidades que tornam a Bahia mais competitiva, mais altiva, com um dinamismo comercial muito mais forte”, disse o executivo.Os equipamentos adquiridos pelo Tecon Salvador são três novos portêineres com capacidade Super Post-panamax (responsável pela movimentação dos contêineres entre o cais e o navio) e seis novos RTGs (pontes rolantes sobre rodas utilizados na movimentação dos contêineres no pátio).Os Portêineres têm lanças de 60 metros de comprimento, capazes de atender navios com 22 fileiras de contêineres de largura, tamanho dos maiores navios em operação no mundo.As pontes rolantes, RTGs, vão se juntar às duas já existentes e vão substituir as Reach-Stackers (empilhadeiras de grande porte). A vantagem do novo equipamento é a otimização da utilização de espaço no terminal, que chega a aumentar em 30%, e maior produtividade.Os equipamentos refletem uma grande preocupação com a sustentabilidade, eles são os primeiros totalmente elétricos da América Latina. A aquisição elimina por ano a emissão de gases de efeito estufa equivalente a 26 mil arvores da Mata Atlântica.Com a chegada dos novos equipamentos, os dois portêineres Panamax que operam atualmente no terminal, e um terceiro adquirido junto à Codeba, serão transferidos para o chamado Cais de Ligação, que possui berço com 240 metros de comprimento e 12 metros de profundidade. Com isso o Cais de Ligação ficará ideal para a atracação de navios de cabotagem e embarcações de longo curso de menor dimensão.Sobre o Grupo Wilson, SonsO Grupo Wilson, Sons é um dos maiores operadores integrados de logística portuária e marítima e soluções de cadeia de suprimento no mercado brasileiro, com 174 anos de experiência. A companhia conta com uma rede de atuação nacional e presta uma gama completa de serviços para as empresas que atuam na indústria de óleo e gás, no comércio internacional e na economia doméstica. As principais atividades do Grupo são divididas em dois sistemas – Portuário e logístico e Marítimo.
Fonte: Guia Maritimo