domingo, 5 de junho de 2011

Itajaí embarcou 43,5% dos frangos exportados pelo Brasil em abril

03/06/2011

No mês de abril, o Complexo Portuário de Itajaí exportou US$ 226,19 milhões em carne de frango, sendo responsável por 32,8% das exportações brasileiras. Em volume, isso representa 109,59 mil toneladas - no mesmo período no ano passado, esse número havia chegado a 91,58 mil toneladas.

O Oriente Médio segue como principal destino das carnes de frango brasileiras e importou, em abril, 116,6 mil toneladas do produto, somando US$ 221,3 milhões. A receita proveniente da exportação de frangos brasileiros cresceu 27,4% em abril, em comparação a igual período no ano passado.

Segundo estatísticas da Ubabef (União Brasileira de Avicultura), a receita com as exportações de frango em abril foi de US$ 689,59 milhões, gerada a partir do embarque de 325,2 mil toneladas, volume 4,9% superior ao registrado em abril de 2010.

Os cortes in natura foram os produtos mais comprados lá fora, representando 53% do volume total, seguidos pelos embarques de frangos inteiros, com 36%, e o frango salgado, com 6%. O frango industrializado foi responsável por apenas 5% do volume total das exportações de abril.

Ainda de acordo com a Ubabef, os embarques brasileiros de carne de frango in natura recuaram 4,6% em receita e 7,3% em volume.O preço do produto brasileiro subiu 2,9% em relação a março.

Evergreen lança rota entre América do Sul e Ásia

03/06/2011

Serviço promete tempo de trânsito menor entre os continentes.
Como parte do plano da Evergreen de fortalecer sua presença e aumentar sua participação de mercado na América do Sul, a Green Andes Chile S.A., representante da companhia no Chile, anunciou a abertura de um novo serviço direto, sem transbordo, entre a Costa Oeste da América do Sul e a Ásia.

O novo serviço, denominado WSA, compreende os portos de Kaoshiung (Taiwan), Yantian, Hong Kong, Ningbo e Xangai (China), Manzanillo (México), Buenaventura (Colômbia), Callao (Perú), Iquique, San Antonio (Chile), e de volta para a Ásia por Callao, Manzanillo e Kaoshiung.

A frota utilizada na rota será composta por 10 navios com capacidade nominal entre 3.700 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) e 4.000 Teus, além de 300 tomadas reefer.

Um dos principais atrativos do serviço é que seu tempo de trânsito é de cerca de 31 dias, dependendo da origem e do destino das cargas. Por exemplo, para a importação saindo de Xangai com destino a Iquique e San Antonio, a viagem leva entre 28 e 30 dias, respectivamente.

Para a exportação, o tempo de trânsito tem como destaque Manzanillo, Kaoshiung e Hong Kong com 11, 31 e 33 dias, respectivamente. Kaohshiung é um porto-base da Evergreen, o qual permite conexões muito rápidas com o Japão, Coréia e Sudeste Asiático, Índia e Oriente Médio.

A necessidade de complementar o atual serviço PWS (Panamá - Costa Oeste da América do Sul) surgiu do quanto a companhia cresceu desde sua chegada ao mercado chileno, há nove anos. O Ever Result, primeiro navio da empresa a cumprir a rota, zarpou de Kaoshiung no dia 30 de abril, deve chegar em Iquique amanhã e em San Antonio dois dias depois.

Países se comprometem a liberar importações em dois meses

03/06/2011

Após quase duas horas de reunião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e a ministra da Indústria da Argentina, Débora Giorgi, firmaram compromisso de cumprir o prazo estabelecido pela Organização Mundial do Comércio (OMC) de liberar a entrada de produtos importados em, no máximo, 60 dias. No entanto, na prática, não há nenhuma garantia de que os prazos serão cumpridos. O acordo foi considerado, apenas, um ato de boa vontade dos dois países. Ao final da reunião, os dois ministros negaram que Brasil e Argentina estejam travando uma "guerra comercial".

A reunião foi a continuação do encontro ocorrido na semana passada, em Buenos Aires, entre os secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Alessandro Teixeira, e o secretário da Indústria da Argentina, Eduardo Bianchi, que também participaram da reunião de ontem.

Pimentel afirmou que "nunca houve uma crise, uma ruptura, uma descontinuidade na relação político-diplomática entre Brasil e Argentina". Posição defendida também pela ministra argentina: "não houve, de nenhuma maneira, ruptura, tensão ou guerra comercial. A relação chegou somente para se aprofundar".

Os ministros defenderam agilidade no cumprimento dos prazos de liberação de cargas. "Ambos concordamos com necessidade de agilizar a liberação. No caso da Argentina, uma lista de produtos mais ampla, no Brasil , basicamente automóveis. As licenças de importação, todas elas, serão agilizadas, cada uma dentro do seu trâmite, respeitando a exigência de cada país. Estamos confiantes que vai haver `distensionamento` dessas mercadorias que estão paradas há muito tempo nos dois lados", disse Pimentel.

Débora Giorgi preferiu isentar o Ministério da Indústria da Argentina da responsabilidade do cumprimento do prazo de 60 dias. "Vamos fazer tudo que é possível, em nossas áreas, no âmbito do ministério. Mas existem outros organismos que não dependem diretamente do ministério, que precisam de regulação sanitária ou de áreas técnicas".

Em nota conjunta, os ministros manisfestaram "disposição de facilitar os trâmites para obtenção e aprovação das licenças de importação, bem como liberação dos produtos que se encontram atualmente na fronteiras dos dois países". Também ficou estabelecido que haverá encontros mensais entre representantes dos dois governos para agilizar as questões decorrentes do comércio bilateral.

A tensão comercial aumentou há três semanas, quando o governo brasileiro decidiu suspende a licença automática para importação de automóveis, o que prejudicou, principalmente, os exportadores argentinos. No país vizinho, a medida foi interpretada como retaliação às barreiras impostas pelos argentinos aos produtos brasileiros. Com a mudança, a autorização para entrada de automóveis pode levar até 60 dias.

Atualmente, cerca de 600 produtos brasileiros estão fora da licença automática para entrar na Argentina. Empresários de vários segmentos reclamam das barreiras impostas pelo governo argentino aos produtos provenientes do Brasil. Além disso, muitos dos processos de liberação de cargas ultrapassam o limite máximo de 60 dias previsto pela OMC.

Pimentel voltou a reforçar que a medida tomada em relação aos carros importados não foi retaliação. "Vamos agilizar a liberação, para que não haja problemas desse tipo. Não é uma medida contra a Argentina, é medida cautelar porque nossa balança [comercial] está muito desequilibrada", comentou. O ministro ainda ressaltou que a regra pode ser estendida a outros produtos. "Toda vez que tiver balança com saldo negativo para o Brasil, podemos estudar a licença não automática", ameaçou o ministro.

O Brasil impôs a licença não automática a 48 produtos importados. A medida se refletiu nos resultados da balança comercial brasileira. Em maio, houve redução de 25,2% nas importações, quando comparadas ao mês anterior. No acumulado do ano, as exportações brasileiras cresceram 30%, com expansão de 32% nos embarques à Argentina. Em contrapartida, as importações subiram 28%, mas as compras do país vizinho cresceram menos, 19%.

Fonte: Agência Brasil.

domingo, 29 de maio de 2011

Hamburg Süd e Maersk Line reiniciam joint

27/05/2011

Hamburg Süd e Maersk Line reiniciam joint

Serviço havia sido reduzido a apenas uma rota durante temporada 2010-2011.
A Hamburg Süd e a Maersk Line planejam disponibilizar, novamente, um segundo roteiro do seu serviço conjunto Ásia - África do Sul/ América do Sul, que foi reduzido a apenas um itinerário na temporada 2010-2011.

O primeiro roteiro compreende 12 embarcações, entre as quais a Hamburg Süd incluirá a classe Santa e a Maersk Line proverá a classe Sammax. Esses navios têm capacidade entre 7.100 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) e 7.500 Teus, além de terem entre 1.600 e 1.700 tomadas reefer.

Já o segundo itinerário consiste em 11 navios da Hamburg Süd e os navios Panamax da Maersk Line, cada um com capacidade de 4.200 Teus e 500 tomadas reefer. Esse segundo itinerário será reiniciado em julho, no mesmo mês que começou a ser realizado no verão passado.

Os roteiros foram delineados de forma a se complementarem. O primeiro fará a seguinte rotação: Busan, Xangai, Ningbo, Yantian, Hong Kong, Tanjung Pelepas, Cingapura, Santos, Itapoa, Buenos Aires, Montevidéu, Rio Grande, Itapoa, Paranaguá, Santos, Cingapura, Hong Kong e de volta para Busan.

Já o segundo itinerário traçará Xangai, Nansha, Hong Kong, Cingapura, Tanjung Pelepas, Durban, Suape, Sepetiba, Itajaí, Santos, Port Elizabeth, Durban, Hong Kong e de volta para Xangai.

Fonte: Guia Marítimo

Santos tem alta de 26% nas movimentações

26/05/2011


Complexo movimentou 235.173 Teus em abril.
O Porto Santos teve alta de 26,1% nas movimentações de contêineres no mês de abril. Foram 235.173 Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) escoados no mês, ante 186.541 no mesmo período do ano anterior. Desde o início de 2011, o complexo portuário movimentou 885.319 Teus, representando alta de 20,2% ante o primeiro quadrimestre de 2010, quando foram operados 736.433 Teus.

A recuperação das exportações e o crescente aumento das importações foram determinantes para que a movimentação de cargas estabelecesse novo recorde para o mês, 8.484.823 toneladas, 14,8% acima do período correspondente de 2010 (7.389.073 toneladas). A cabotagem respondeu por 10,9% do total (922.742 toneladas), enquanto o longo curso atingiu 89,1% (7.562.081 toneladas). Em 2010, as participações foram de, respectivamente, 9,2% (678.601 toneladas) e 90,8% (6.710.472 toneladas). O volume do porto em abril superou em 7% a previsão de 7.930.478 toneladas estabelecida para o mês.

As exportações apresentaram recuperação em abril, com 5.688.747 toneladas, crescimento de 14,6% no cotejo com igual mês de 2010 (4.962.780 toneladas). As importações chegaram a 2.796.076 toneladas, incremento de 15,2% em relação a abril de 2010 (2.426.293 toneladas). A cabotagem movimentou 13,1% do total de cargas que chegaram ao porto santista (367.228 toneladas), acima dos 11,9% registrados em abril de 2010 (289.692 toneladas). O longo curso, apesar do crescimento no volume, reduziu a participação de 88,1% em 2010 (2.136.601 toneladas) para 86,9% em 2011 (2.428.848 toneladas).

Fonte: Guia Marítimo

Governo busca ampliar venda de carnes para países asiáticos

25/05/2011


O objetivo da viagem é avançar nas negociações para a abertura do mercado de carnes suína, bovina e de aves dos três países
O diretor de Assuntos Sanitários e Fitossanitários do Ministério da Agricultura (Mapa), Otávio Cançado, iniciou ontem missão à Indonésia, Malásia e Japão. O objetivo da viagem é avançar nas negociações para a abertura do mercado de carnes suína, bovina e de aves dos três países.
A missão faz parte de uma estratégia do governo para ampliar mercados para as carnes brasileiras. No mês passado, a presidente Dilma Rousseff esteve na China onde negociou a comercialização do produto, em especial a carne suína. Na semana passada foi vez do vice-presidente, Michael Temer, liderar um grupo em visita à Rússia para resolver pendências sobre a venda de carnes para os países da União Aduaneira formada em 2010 entre Rússia, Cazaquistão e Bielorrússia.
Em seguida, o secretário do Mapa, Célio Porto, acompanhou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, em uma viagem à Seul, capital da Coréia do Sul, para uma nova rodada nas negociações para abertura do mercado coreano para os suínos brasileiros.
A nova missão que chegou ontem à Jacarta, se reúne com técnicos do Ministério da Agricultura da Indonésia para buscar a permissão do início dos embarques das carnes bovina e de aves do Brasil. O governo da Indonésia precisa reconhecer o princípio da regionalização para controle da febre aftosa, pré-requisito para o comércio bilateral do produto. "Já cumprimos com todas as exigências do país. Falta apenas uma questão mais burocrática, que esperamos resolver nessa reunião", informou o diretor do Ministério da Agricultura. O encontro faz parte da 5º reunião do Comitê Consultivo Agrícola Brasil-Indonésia, instituído para a resolução dos temas de interesse bilateral. Durante a reunião, o diretor do Ministério começará ainda a negociação para exportação de frutas tropicais ao país asiático.

"A Indonésia tem uma população de 245 milhões de habitantes, que hoje apresenta baixo consumo de proteína animal porque o custo de produção interna é alto", disse Cançado. "O Brasil tem condições de fornecer carne de qualidade com preços mais acessíveis", explicou. Além dessas vantagens, o Brasil pode exportar carne sob o sistema Halal, abate feito de acordo com regras da religião muçulmana.

Em Kuala Lumpur, Cançado conhecerá o resultado das inspeções realizadas em fevereiro deste ano, pelas autoridades sanitárias da Malásia, a frigoríficos brasileiros de aves e bovinos. Ao todo, 22 indústrias foram auditadas. Se a avaliação pelo serviço veterinário for positiva é possível a habilitação imediata das indústrias nacionais. Atualmente, o Brasil não exporta carne para aquele país.
A vinda de uma missão japonesa ao Brasil será o foco da visita do diretor a Tóquio. Em reunião com técnicos do Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca do Japão, será apresentada proposta brasileira de antecipar para julho a missão japonesa ao Brasil, prevista para setembro. Os técnicos do país asiático precisam verificar o sistema de inspeção brasileiro para liberar as vendas de carne suína e bovina nacional. Hoje, o Brasil já é o principal fornecedor de carne de aves para o Japão. Em 2010, a receita com carne de frango exportada para o país asiático ultrapassou US$ 200 milhões.



Fonte: Jornal DCI

Notícia Siscomex publicada em 25/05/2011

Notícia Siscomex publicada em 25/05/2011 0014

Tendo em vista o disposto na Portaria MF 257, de 20/05/2011, disciplinada pela IN RFB 1.158, de 24/05/2011, a Taxa de Utilização do Siscomex, devida no registro da declaração de importação, será reajustada, a partir do dia 1° de junho de 2011, para os seguintes valores:

I – R$ 185,00 (Cento E Oitenta E Cinco Reais) Por Di;
II – R$ 29,50 (Vinte E Nove Reais E Cinquenta Centavos) Para Cada Adição De Mercadoria À Di, observados os seguintes limites:

a) até a 2° adição – r$ 29,50;

b) da 3° à 5° – r$ 23,60;

c) da 6° à 10° – r$ 17,70;

d) da 11° à 20° – r$ 11,80;

e) da 21° à 50° – r$ 5,90; e

f) a partir da 51° – r$ 2,95.

Esclarecemos que até o dia 31 de maio de 2011 (inclusive), o valor da taxa de utilização do siscomex permanecerá inalterado.

Informamos que uma nova versão do módulo orientador do perfil importador será disponibilizada para download no sitio da Secretaria da Receita Federal do Brasil a partir do dia 31/05/2011, devendo ser utilizado apenas para as DIs a serem registradas a partir do dia 1° de junho de 2011.

Coordenação-geral de administração aduaneira

http://www.comexblog.com.br/importacao/noticia-siscomex-sobre-o-reajuste-da-taxa-de-utilizacao-do-siscomex-importacao#more-4011