19/05/2011
Até esta semana, levar mercadorias da Bahia para a China era um verdadeiro desafio. Os produtos passavam até 60 dias sendo transportados, a custos exorbitantes, sem falar na utilização de dois ou mais meios de transporte para a carga, o que muitas vezes ocasionava prejuízos. Esta realidade mudou com o início da operação da linha direta entre Bahia e China. O primeiro navio de contêineres partiu ontem do Porto de Salvador diretamente para a Ásia, sem escalas, encurtando o tempo de escoamento das mercadorias para 25 dias.
Segundo o diretor presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Rebouças, a linha que parte de Salvador para a China será a de menor tempo de trânsito no país. “Com isso, as cargas perecíveis correm menos risco de perda, por exemplo”, analisou.
Rebouças observou que agora o porto baiano é capaz de receber qualquer embarcação que navegue no Hemisfério Sul. “Mas a Bahia ainda precisa melhorar a acessibilidade terrestre”.
“Esta rota torna o frete mais barato e gera um faturamento mais rápido para os comerciantes ”, explicou o diretor executivo do Terminal de Contêineres de Salvador (Tecon), Demir Lourenço Júnior.
Dragagem
Criar a primeira rota comercial por navio entre a Bahia e a China só foi possível graças às obras de dragagem do Porto de Salvador, o que aumentou a profundidade de 12 para 15 metros, possibilitando a atracação de navios de maior porte. “Nos últimos anos, o tamanho dos navios que vêm para a costa brasileira cresceu muito. Agora, estamos fazendo a contenção, que está com 60% das obras concluídas, e depois podemos partir para as obras de aprofundamento do berço (local do porto onde os navios ficam atracados), que hoje tem 12 metros de profundidade e chegará a 15 metros até agosto”, pontuou Lourenço.
De acordo com ele, a expansão do Porto de Salvador demorou mais do que o necessário, mas com a entrada em operação desta linha direta, a expectativa do Tecon é de que outros armadores (proprietários dos navios) se interessem em manter rotas comerciais com a Bahia. “Foram quase cinco anos para assinar um termo aditivo contratual. É um absurdo que até o momento a Bahia não tivesse uma linha direta com a China, o país com maior demanda comercial do Brasil” destacou.
Agricultura
Lourenço informou que, atualmente, no Oeste baiano, são produzidas 200 mil toneladas de algodão que saem do país através de portos de outros estados, como São Paulo (Porto de Santos) e Santa Catarina (Porto de Itajaí). O mesmo acontece com a manga e as uvas produzidas no Vale do São Francisco.
“Nossos produtores não precisam mais fazer o produto rodar tanto antes de ser exportado. Nossa expectativa é escoar 30% do algodão produzido no Oeste baiano para a China diretamente de Salvador, em menor tempo e com custo mais barato”, frisou.
E, ao que tudo indica, a agricultura será bastante beneficiada por essa rota. “O governo do estado tem feito um esforço para atrair grupos chineses que desejem investir na área agrícola e esta rota facilita muito”, assegurou o superintendente de atração de investimentos da Secretaria da Agricultura, Jairo Vaz.
Do sisal ao suco congelado
O navio CMA CGM Jade, de bandeira das Ilhas Marshall, estreia o serviço do conjunto dos armadores CMA GGM, CSAV e China Shipping. A embarcação tem capacidade para transportar 4.250 TEUs (cada unidade equivale a um contêiner de 20 pés), possui 261 metros de cumprimento e 32 metros de largura.
Antes de chegar à Bahia, o CMA CGM Jade passou por portos como Hong Kong, Chiwan, Ningbo, Xangai, Busan, Manzanillo, Kingston, Port of Spain. Já no Brasil, passou pelo porto de Suape, em Pernambuco.
O navio trouxe produtos químicos como carga de importação e, na partida, sua carga de exportação era de celulose, couro, sisal e suco congelado.
Segundo o diretor presidente da Codeba, José Rebouças, a previsão é de que toda semana saia um navio da Bahia para a China.
Logística ainda precisa de reforço
As obras do Porto de Salvador mostram que a Bahia está correndo atrás do prejuízo em infraestrutura logística, porém, não é o suficiente para fazer o estado superar, a curto prazo, tantos anos sem investimentos estruturais significativos no setor. Um relatório da Associação dos Usuários dos Portos da Bahia (Usuport), divulgado no começo deste mês, aponta que os desafios ainda são muitos para assegurar a competitividade e a atração de investimentos para o estado. De acordo com o relatório, a Bahia precisa de pelo menos 48 obras para tornar sua logística mais eficiente. No documento, que já foi entregue ao governo estadual, são propostas intervenções que devem acontecer entre 2011 e 2014.
“Fazer a dragagem do Porto de Salvador é o mínimo do mínimo que precisa ser feito. É um sinal positivo, porém, só isso não resolve uma demanda com tanto tempo de atraso”, alfinetou o presidente em exercício da Usuport, Marconi Oliveira. Ele defendeu que é a infraestrutura adequada que gera desenvolvimento. “Precisamos de um novo terminal de contêineres, e já se fala sobre isso há mais de dez anos. Se hoje a Bahia tem uma fuga de carga para outros locais é porque nós não temos condição de atender a essa demanda”.
Oliveira observou que a Baía de Todos os Santos reúne características inigualáveis para facilitar a atividade portuária. “Com essas condições e para atender à demanda, há uma previsão da Usuport de que precisaremos de pelo menos mais quatro portos até 2020”, disse. Segundo o presidente da Codeba, o processo de modernização no setor de logística deve ser constante. “A tendência é que sempre aumente a demanda. Novas ampliações serão exigidas, mas tudo tem seu tempo”, rebateu.
Rota Bahia China
60 dias era o tempo que a carga levava para ir até a China
30% a produção de algodão do oeste baiano já pode ser exportada por navio nessa rota
25 dias é o novo tempo de transporte de carga até a China
Fonte: Jornal Correio
domingo, 22 de maio de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
CMA CGM anuncia aumentos
20/04/2011
A CMA CGM anunciou uma série de aumentos de taxas e sobretaxas em sua rede global, com o intuito de restabelecer a receita da companhia. A partir de 1° de maio, as taxas vão subir de US$ 214 por contêiner de 20 pés nos embarques do norte da Europa para costa oeste da América do Sul, Caribe e América Central.
O "programa de recuperação de receita" do transportador marítimo francês inclui também o aumento de taxas das seguintes rotas:
- Do Norte da Europa para o México: US $ 150 por Teu.
- De todas os portos da Ásia ao Mar Vermelho: US$ 150 por Teu.
- Da Ásia e subcontinente indiano para a costa oeste dos EUA e costa oeste do Canadá: US$ 400 por Feu.
- Da Ásia e subcontinente indiano para os EUA e pontos intermodais do interior do Canadá: US$ 600 por Feu.
- Da Ásia e subcontinente indiano para pontos intermodais do interior dos EUA: US$ 600 por Feu.
A partir de 9 de maio, o custo do transporte todos os tipos de contêineres de 20 pés da Nova Zelândia para a Europa vai aumentar em US$ 250.
A CMA CGM também introduzirá uma sobretaxa de alta temporada de US$ 400 por contêiner de 40 pés a partir de 15 de junho, nos embarques da Ásia e subcontinente indiano para costas oeste ou leste dos EUA e costa oeste do Canadá.
Fonte: Guia Marítimo
A CMA CGM anunciou uma série de aumentos de taxas e sobretaxas em sua rede global, com o intuito de restabelecer a receita da companhia. A partir de 1° de maio, as taxas vão subir de US$ 214 por contêiner de 20 pés nos embarques do norte da Europa para costa oeste da América do Sul, Caribe e América Central.
O "programa de recuperação de receita" do transportador marítimo francês inclui também o aumento de taxas das seguintes rotas:
- Do Norte da Europa para o México: US $ 150 por Teu.
- De todas os portos da Ásia ao Mar Vermelho: US$ 150 por Teu.
- Da Ásia e subcontinente indiano para a costa oeste dos EUA e costa oeste do Canadá: US$ 400 por Feu.
- Da Ásia e subcontinente indiano para os EUA e pontos intermodais do interior do Canadá: US$ 600 por Feu.
- Da Ásia e subcontinente indiano para pontos intermodais do interior dos EUA: US$ 600 por Feu.
A partir de 9 de maio, o custo do transporte todos os tipos de contêineres de 20 pés da Nova Zelândia para a Europa vai aumentar em US$ 250.
A CMA CGM também introduzirá uma sobretaxa de alta temporada de US$ 400 por contêiner de 40 pés a partir de 15 de junho, nos embarques da Ásia e subcontinente indiano para costas oeste ou leste dos EUA e costa oeste do Canadá.
Fonte: Guia Marítimo
Log-In movimenta 15 mil Teus no primeiro trimestre
20/04/2011
A Log-In divulgou esta semana os resultados do primeiro trimestre de 2011. A companhia movimentou 15.771 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) na cabotagem na navegação costeira, 4,3% a mais do o que os 15.068 Teus registrados no mesmo período em 2010. Já no segmento Mercosul foram movimentados 12.993 Teus, baixa de 0,7% sobre os 13.082 do ano anterior.
O TVV (Terminal de Vila Velha) movimentou, nos primeiros três meses deste ano, 43.383 Teus cheios, apresentando alta de 22,2% sobre os 35.516 Teus do mesmo período no ano passado. No que diz respeito a contêineres vazios, o terminal registrou aumento de 36,4% em sua movimentação, passando de 14.056 Teus no primeiro trimestre de 2010 para 19.171 Teus no mesmo período em 2011. A empresa removeu 1.488 Teus, 4,5% a menos do que no ano passado.
Somente nos três primeiros meses do ano, o TVV movimentou 114,1 mil toneladas de carga geral. Tal resultado foi o que apresentou, disparadamente, a maior alta: 875.6%, já que a soma passou de 11,7 mil toneladas em 2010, para 114,1 mil toneladas neste ano. Já o trem expresso da Log-In teve uma queda na movimentação durante o primeiro trimestre desse ano, registrando 7.208 Teus, 24,9% a menos que os 9.597 contabilizados no mesmo período no ano anterior.
Fonta: Gua Marítimo
A Log-In divulgou esta semana os resultados do primeiro trimestre de 2011. A companhia movimentou 15.771 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) na cabotagem na navegação costeira, 4,3% a mais do o que os 15.068 Teus registrados no mesmo período em 2010. Já no segmento Mercosul foram movimentados 12.993 Teus, baixa de 0,7% sobre os 13.082 do ano anterior.
O TVV (Terminal de Vila Velha) movimentou, nos primeiros três meses deste ano, 43.383 Teus cheios, apresentando alta de 22,2% sobre os 35.516 Teus do mesmo período no ano passado. No que diz respeito a contêineres vazios, o terminal registrou aumento de 36,4% em sua movimentação, passando de 14.056 Teus no primeiro trimestre de 2010 para 19.171 Teus no mesmo período em 2011. A empresa removeu 1.488 Teus, 4,5% a menos do que no ano passado.
Somente nos três primeiros meses do ano, o TVV movimentou 114,1 mil toneladas de carga geral. Tal resultado foi o que apresentou, disparadamente, a maior alta: 875.6%, já que a soma passou de 11,7 mil toneladas em 2010, para 114,1 mil toneladas neste ano. Já o trem expresso da Log-In teve uma queda na movimentação durante o primeiro trimestre desse ano, registrando 7.208 Teus, 24,9% a menos que os 9.597 contabilizados no mesmo período no ano anterior.
Fonta: Gua Marítimo
Aliança prevê alta de 10% em volumes
20/04/2011
Armador computou 663 mil Teus em 2010 - 145 mil Teus acima de 2008.
A Aliança Navegação e Logística Ltda. prevê alta de 10% em movimentações no Brasil este ano. Em entrevista coletiva realizada ontem (19) na sede do armador em São Paulo (SP), o diretor-superintendente da companhia, Julian Thomas, disse que a previsão cautelosa para 2011 é justificada pela baixa temporada tradicional no primeiro semestre do ano.
"O volume deve aumentar 10% nas importações e 3% nas exportações. Na segunda metade do ano os volumes devem acelerar, mas não vamos atingir os mesmos níveis de 2010", afirmou o executivo. Somente no Brasil, a Aliança fechou as movimentações do ano passado em 663 mil Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), apresentando um crescimento de 52% em comparação aos 437 mil Teus de 2009.
Nas palavras de Thomas, 2010 teve uma "recuperação fantástica e inesperada" para a indústria de transporte conteinerizado, que operou no marasmo durante o ano de 2009. "A crise foi profunda, mas o volume do ano passado superou os níveis de 2008 em 145 mil Teus. Porém, o faturamento ainda ficou abaixo do recorde de 2008", computou.
No final do ano passado, a empresa colocou em operação dois navios da classe Santa na rota entre Ásia e Costa Leste da América do Sul: o Santa Clara (foto) e o Santa Isabel, cada um com capacidade nominal para 7.100 Teus. Além destes, a companhia deve empregar mais três unidades no trade ao longo de 2011. "A idéia é incluir 10 embarcações deste porte entre 2011 e 2013", esclareceu Thomas.
Percalços
Mesmo com a previsão moderada de crescimento para o exercício vigente, o armador afirma enxergar dificuldades durante a temporada de pico do terceiro e quarto trimestres. "Apesar das melhorias como aprofundamento dos portos e aumento da capacidade instalada, 2011 será mais difícil que 2010 por conta dos problemas de infraestrutura no País", apontou Thomas, ressaltando que no ano passado a empresa do Grupo Hamburg Süd perdeu 62 mil horas por conta de espera para atracar navios nos portos do Brasil.
Outro fator complicativo para a atuação no mercado este ano será a alta nos custos do combustível. Tendo como base os preços em Roterdã, uma tonelada no final de 2008 era avaliada em US$ 165. Em 2009, chegou a US$ 476 por tonelada, e um ano depois a média computou US$ 450 por tonelada. Segundo o executivo, este ano o valor estava previsto para US$ 550 por tonelada, mas com a crise no Oriente Médio, a taxa subiu e atingiu US$ 641 por tonelada. "Com isso, teremos média de US$ 600 a US$ 640 por tonelada para este ano e essa situação acarreta em US$ 200 milhões de custos globais para o grupo. Mesmo repassando este aumento da taxa com adicionais nos fretes, devemos ter uma baixa no faturamento, com possibilidade de quedas maiores que um dígito", computou.
Fonte: Guia marítimo
Armador computou 663 mil Teus em 2010 - 145 mil Teus acima de 2008.
A Aliança Navegação e Logística Ltda. prevê alta de 10% em movimentações no Brasil este ano. Em entrevista coletiva realizada ontem (19) na sede do armador em São Paulo (SP), o diretor-superintendente da companhia, Julian Thomas, disse que a previsão cautelosa para 2011 é justificada pela baixa temporada tradicional no primeiro semestre do ano.
"O volume deve aumentar 10% nas importações e 3% nas exportações. Na segunda metade do ano os volumes devem acelerar, mas não vamos atingir os mesmos níveis de 2010", afirmou o executivo. Somente no Brasil, a Aliança fechou as movimentações do ano passado em 663 mil Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), apresentando um crescimento de 52% em comparação aos 437 mil Teus de 2009.
Nas palavras de Thomas, 2010 teve uma "recuperação fantástica e inesperada" para a indústria de transporte conteinerizado, que operou no marasmo durante o ano de 2009. "A crise foi profunda, mas o volume do ano passado superou os níveis de 2008 em 145 mil Teus. Porém, o faturamento ainda ficou abaixo do recorde de 2008", computou.
No final do ano passado, a empresa colocou em operação dois navios da classe Santa na rota entre Ásia e Costa Leste da América do Sul: o Santa Clara (foto) e o Santa Isabel, cada um com capacidade nominal para 7.100 Teus. Além destes, a companhia deve empregar mais três unidades no trade ao longo de 2011. "A idéia é incluir 10 embarcações deste porte entre 2011 e 2013", esclareceu Thomas.
Percalços
Mesmo com a previsão moderada de crescimento para o exercício vigente, o armador afirma enxergar dificuldades durante a temporada de pico do terceiro e quarto trimestres. "Apesar das melhorias como aprofundamento dos portos e aumento da capacidade instalada, 2011 será mais difícil que 2010 por conta dos problemas de infraestrutura no País", apontou Thomas, ressaltando que no ano passado a empresa do Grupo Hamburg Süd perdeu 62 mil horas por conta de espera para atracar navios nos portos do Brasil.
Outro fator complicativo para a atuação no mercado este ano será a alta nos custos do combustível. Tendo como base os preços em Roterdã, uma tonelada no final de 2008 era avaliada em US$ 165. Em 2009, chegou a US$ 476 por tonelada, e um ano depois a média computou US$ 450 por tonelada. Segundo o executivo, este ano o valor estava previsto para US$ 550 por tonelada, mas com a crise no Oriente Médio, a taxa subiu e atingiu US$ 641 por tonelada. "Com isso, teremos média de US$ 600 a US$ 640 por tonelada para este ano e essa situação acarreta em US$ 200 milhões de custos globais para o grupo. Mesmo repassando este aumento da taxa com adicionais nos fretes, devemos ter uma baixa no faturamento, com possibilidade de quedas maiores que um dígito", computou.
Fonte: Guia marítimo
Armadores lançam joint para trade entre Ásia e Europa
01/04/2011
Novo serviço entre Zim, Evergreen e CSCL inicia operações no final de abril.
A Zim Integrated Shipping Services, Evergreen Line e a China Shipping Container Lines lançarão um joint para o trade Ásia-Europa no final do mês de abril.
As empresas taiwanesa, israelense e chinesa adicionarão os portos de Antuérpia (Bélgica) e o porto de Xiamen, no sudeste da China, ao serviço de nove navios que terá rotação de 63 dias. As embarcações terão capacidade entre 8.000 e 8.500 Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).
A Zim Antwerp inaugurará o serviço a partir de Qingdao com a seguinte rotação: Qingdao, Shanghai, Ningbo, Xiamen, Yantian, Tanjung Pelepas, Port Klang, Hamburgo, Roterdã, Antwerp, Tanjung Pelepas, Qingdao.
Fonte: Guia marítimo
Novo serviço entre Zim, Evergreen e CSCL inicia operações no final de abril.
A Zim Integrated Shipping Services, Evergreen Line e a China Shipping Container Lines lançarão um joint para o trade Ásia-Europa no final do mês de abril.
As empresas taiwanesa, israelense e chinesa adicionarão os portos de Antuérpia (Bélgica) e o porto de Xiamen, no sudeste da China, ao serviço de nove navios que terá rotação de 63 dias. As embarcações terão capacidade entre 8.000 e 8.500 Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).
A Zim Antwerp inaugurará o serviço a partir de Qingdao com a seguinte rotação: Qingdao, Shanghai, Ningbo, Xiamen, Yantian, Tanjung Pelepas, Port Klang, Hamburgo, Roterdã, Antwerp, Tanjung Pelepas, Qingdao.
Fonte: Guia marítimo
sábado, 26 de março de 2011
Tráfego em Roterdã sobe 11% em 2010
25/03/2011
O tráfego do Porto de Roterdã subiu 11% no ano passado, em comparação a alta total de 430 milhões de toneladas métricas, além de 14% de aumento no volme de contêineres, chegando ao recorde de 11,1 milhões de Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés).
Com isso, o complexo lucrou US$ 217 milhões no ano de 2010, o que representa aumento de 6,8%, ou US$ 14 milhões a mais, em comparação ao ano anterior, quando o complexo já havia registrado recorde nas cargas.
Segundo o CEO o porto, Hans Smith, os resultados satisfazem o grupo: "Isso significa qe estamos aptos a implementarmos nosso programa extenso de investimentos", afirmou.
"Uma posição financeira sólida é importane para o porto para alcançar suas ambições de maior investimento", disse Smith. Os investimentos chegaram ao recorde de US$ 628 milhões em 2010, dos quais US$ 457 milhões foram gastos no Masslakte 2 e em um complexo de distribuição previsto para ficar pronto em menos de dois anos. Ainda segundo Smith, o porto está otimista com relação ao desempenho para 2011 e espera um crescimento de cargas entre 2% e 3%.
O tráfego do Porto de Roterdã subiu 11% no ano passado, em comparação a alta total de 430 milhões de toneladas métricas, além de 14% de aumento no volme de contêineres, chegando ao recorde de 11,1 milhões de Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés).
Com isso, o complexo lucrou US$ 217 milhões no ano de 2010, o que representa aumento de 6,8%, ou US$ 14 milhões a mais, em comparação ao ano anterior, quando o complexo já havia registrado recorde nas cargas.
Segundo o CEO o porto, Hans Smith, os resultados satisfazem o grupo: "Isso significa qe estamos aptos a implementarmos nosso programa extenso de investimentos", afirmou.
"Uma posição financeira sólida é importane para o porto para alcançar suas ambições de maior investimento", disse Smith. Os investimentos chegaram ao recorde de US$ 628 milhões em 2010, dos quais US$ 457 milhões foram gastos no Masslakte 2 e em um complexo de distribuição previsto para ficar pronto em menos de dois anos. Ainda segundo Smith, o porto está otimista com relação ao desempenho para 2011 e espera um crescimento de cargas entre 2% e 3%.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Paraná liderou exportação de frango em janeiro
25/02/2011
O Paraná liderou a exportação de carne de frango em janeiro, representando 27,2% do total de carnes avícolas exportadas, no mês, pelo país. O balanço de exportação alcançou no primeiro mês do ano um aumento de quase 40% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o estado comercializou no exterior 57,77 mil toneladas.
O crescimento também refletiu no faturamento, que apresentou alta de 58%, se comparado a janeiro de 2010, quando a receita cambial foi de US$ 96,84 milhões. Ao todo, foram exportadas 80,45 mil toneladas, atingindo uma receita de US$ 153,72 milhões. Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar).
O presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, está otimista com o desempenho do setor para o ano de 2011, que segundo ele, deve registrar aumento acima de 5%. O Paraná fechou janeiro com a produção de 250,14 mil toneladas de carne de frango, sendo que um terço desse total foi destinado para a venda em 120 países.
Para Martins, o aumento na produção e na exportação se deve ao preparo dos abatedouros paranaenses - a maioria habilitada pelo Ministério da Agricultura para exportação. "Houve também uma expansão no mercado consumidor, principalmente na Europa e Ásia. A China é um caso típico, com 1,3 bilhão de habitantes consumindo mais". Aumentou também o consumo da carne no país e a tendência é crescer cada vez mais, segundo o presidente do Sindiavipar.
Fonte: Agência Brasil.
O Paraná liderou a exportação de carne de frango em janeiro, representando 27,2% do total de carnes avícolas exportadas, no mês, pelo país. O balanço de exportação alcançou no primeiro mês do ano um aumento de quase 40% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o estado comercializou no exterior 57,77 mil toneladas.
O crescimento também refletiu no faturamento, que apresentou alta de 58%, se comparado a janeiro de 2010, quando a receita cambial foi de US$ 96,84 milhões. Ao todo, foram exportadas 80,45 mil toneladas, atingindo uma receita de US$ 153,72 milhões. Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar).
O presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, está otimista com o desempenho do setor para o ano de 2011, que segundo ele, deve registrar aumento acima de 5%. O Paraná fechou janeiro com a produção de 250,14 mil toneladas de carne de frango, sendo que um terço desse total foi destinado para a venda em 120 países.
Para Martins, o aumento na produção e na exportação se deve ao preparo dos abatedouros paranaenses - a maioria habilitada pelo Ministério da Agricultura para exportação. "Houve também uma expansão no mercado consumidor, principalmente na Europa e Ásia. A China é um caso típico, com 1,3 bilhão de habitantes consumindo mais". Aumentou também o consumo da carne no país e a tendência é crescer cada vez mais, segundo o presidente do Sindiavipar.
Fonte: Agência Brasil.
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