13/01/2011
Trânsito de contêineres ultrapassa meta para 2010
Montante de 954 mil Teus superou resultado de anos anteriores.
O Porto de Itajaí superou a expectativa de movimentação de contêineres referente ao ano de 2010, contabilizando um volume de 954.38 mil Teus (unidade equivalente a um recipiente de 20 pés). O montante excede em pouco mais de 154 mil Teus a meta estabelecida inicialmente pelo complexo, de 800 mil Teus.
O fluxo de importação de contêineres cheios apresentou taxa de crescimento de 98,26%, enquanto o desembarque de recipientes vazios teve alta de 14,63%. Em relação às exportações, o complexo incrementou em 50,23% a movimentação de contêineres cheios e 117,38% o trânsito de contêineres vazios, em relação ao exercício de 2009.
De acordo com o diretor comercial do Porto de Itajaí, Robert Grantham, os números de 2010 também foram superiores aos aferidos em anos anteriores. "O resultado representa um avanço de 61% em relação a 2009, de 37,6% acima do recorde anterior registrado em 2008, de 9,8 milhões de toneladas", considera o executivo.
Entre os terminais que operam as cargas conteinerizadas, o destaque vai para a APM Terminals Itajaí, que obteve elevação de 96% em relação ao ano de 2009, tendo movimentado 384.95 mil Teus em 2010. A Portonave - Terminais Portuários Navegantes, por sua vez, transitou 566,96 mil no período, crescendo 44% ante o intervalo correspondente de 2009.
O superintendente Antônio Ayres dos Santos Júnior lembra que o desempenho do complexo também foi notado por entidades internacionais ligadas ao setor marítimo. "O extraordinário crescimento da movimentação foi registrado pela consultoria britânica Drewry´s, que colocou o Complexo do Itajaí como o segundo porto do planeta em crescimento na movimentação de cargas, tendo como base os resultados do período de janeiro a setembro de 2010", informa o executivo, acrescentando que com os resultados obtidos, Itajaí superou os traumas da enchente de 2008 e retomou a senda do crescimento."
Fonte: Guia Marítimo
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
Aumentam exportações europeias para a América Latina
08/12/2010
Aumentam exportações europeias para a América Latina
As exportações oriundas da Europa para a América Latina mostraram um sólido índice de crescimento, com os volumes do terceiro trimestre em 366.900 Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), alta de 48% sobre o mesmo período no ano anterior. Segundo dados do Container Trade Statistics, o comércio nesta rota já superou os níveis de 2010, em 992 mil Teus. Em 2009, 940.262 Teus foram movimentados da Europa para a América Central e América do Sul.
Por sua vez, as exportações da Ásia para a Europa - impulsionadoras de uma das principais rotas comerciais para as companhias de transporte marítimo - caíram 10% em setembro ante o mês anterior. No entanto, as importações do terceiro trimestre ainda são superiores às de 2009 em 14,5%, uma diferença de 3,5 milhões de Teus contra 3,1 milhões de Teus no exercício anterior.
Os números da Container Trade Statistics mostram que as exportações europeias para a Ásia diminuíram em 7,2%, para 1,34 milhão de Teus, caindo quase 10,5% em setembro. O pico das movimentações comerciais entre Europa e Ásia foi em março, perfazendo 508 mil Teus. Desde então, o percentual do trade caiu pelo quinto mês consecutivo.
Já as exportações mensais europeias para o território norte-americano também obtiveram aumento, de 215 mil Teus em janeiro para 261 mil Teus em setembro, com picos de mais de 280 mil Teus durante os meses de maio, junho e julho. As importações da América do Norte para a Europa passaram de 194 mil Teus em janeiro de 2009 para 232.700 Teus em junho deste ano, caindo para 224.600 Teus em setembro.
Aumentam exportações europeias para a América Latina
As exportações oriundas da Europa para a América Latina mostraram um sólido índice de crescimento, com os volumes do terceiro trimestre em 366.900 Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), alta de 48% sobre o mesmo período no ano anterior. Segundo dados do Container Trade Statistics, o comércio nesta rota já superou os níveis de 2010, em 992 mil Teus. Em 2009, 940.262 Teus foram movimentados da Europa para a América Central e América do Sul.
Por sua vez, as exportações da Ásia para a Europa - impulsionadoras de uma das principais rotas comerciais para as companhias de transporte marítimo - caíram 10% em setembro ante o mês anterior. No entanto, as importações do terceiro trimestre ainda são superiores às de 2009 em 14,5%, uma diferença de 3,5 milhões de Teus contra 3,1 milhões de Teus no exercício anterior.
Os números da Container Trade Statistics mostram que as exportações europeias para a Ásia diminuíram em 7,2%, para 1,34 milhão de Teus, caindo quase 10,5% em setembro. O pico das movimentações comerciais entre Europa e Ásia foi em março, perfazendo 508 mil Teus. Desde então, o percentual do trade caiu pelo quinto mês consecutivo.
Já as exportações mensais europeias para o território norte-americano também obtiveram aumento, de 215 mil Teus em janeiro para 261 mil Teus em setembro, com picos de mais de 280 mil Teus durante os meses de maio, junho e julho. As importações da América do Norte para a Europa passaram de 194 mil Teus em janeiro de 2009 para 232.700 Teus em junho deste ano, caindo para 224.600 Teus em setembro.
Roterdã: porta de entrada para a União Europeia
17/12/2010
Roterdã: porta de entrada para a União Europeia
Apesar da queda nos volumes em virtude da crise, o Porto de Roterdã (Holanda) ainda recebe a maior parte da matéria-prima brasileira destinada ao mercado europeu. O trade do complexo holandês com o Brasil é composto basicamente da importação de commodities como o minério de ferro, chegando a 10.304 toneladas. Outros segmentos importantes são alimentícios (cereais, grãos, vegetais e frutas) e granéis líquidos (óleo e combustíveis).
"Roterdã é o ponto de saída mais importante para a indústria produtora de aço na Europa Ocidental", atesta o representante do porto no Brasil, André Lettieri. "Em uma base anual, cerca de 40 milhões de toneladas de minério de ferro são movimentadas pelo complexo, destinadas para os fornos de siderúrgicas como ArcelorMittal, ThyssenKruppSteel, Voest Alpine e Rogesa", afirma o executivo.
A crise econômica afetou os volumes do porto a partir do terceiro trimestre de 2008 e continuou até o segundo trimestre do ano seguinte. Logo depois, houve uma recuperação sólida impulsionada por investimentos governamentais, o fortalecimento do trade chinês e o aumento da participação de mercado em comparação aos concorrentes. "Roterdã teve melhor performance durante a crise devido à força de seu complexo industrial, boas conexões intermodais e sua infraestrutura portuária" diz Lettieri.
A maior parte do minério importado ao porto holandês chega do Brasil. Em 2008, aproximadamente 27 milhões de toneladas de ferro foram movimentadas do País a Roterdã. Um ano depois, o volume apresentou queda de pouco mais do que 10 milhões de toneladas. "Se houve alguma mercadoria mais afetada pela crise de 2009, foi o minério de ferro, com os índices de produção europeus declinando em mais de 30% em relação a 2008", computa Lettieri. No entanto, em 2010 o porto obteve um retorno na produção de aço e na demanda pelo minério e as estimativas para o fechamento do ano apontam uma movimentação de 40 milhões de toneladas da commodity. "Recentemente, tivemos um grande fluxo de exportação de placas de aço do Brasil para o continente europeu, com destino à usina CSA da Thyssen Krupp (Duisburg, Alemanha)".
No segmento de contêineres, o trade com a América do Sul não sofreu as consequências da recessão; mesmo em 2009, houve um incremento de 0,9%, e em 2010 a expansão é de 7,2%. "A demanda estável por produtos alimentícios é a principal razão por este comércio ter sido menos atingido no ano anterior, em relação a outros produtos", afirma.
Além do aço, o trade com o Brasil também conta com projetos e cargas superpesadas. "Muitas turbinas, motores a diesel de grande porte, usinas de energia e equipamentos de óleo e gás são transportados para o Brasil via Roterdã. O porto está muito bem conectado com o território brasileiro por várias companhias de navegação", aponta Lettieri.
Segundo o executivo, de todos os portos da Europa Ocidental, Roterdã tem de longe a localização mais atrativa em relação ao mar. O complexo é um centro industrial de porte global, pelo qual o transporte de mercadorias pela área do cais é efetuado por meio de cinco modais: feeder, transporte interior, rodoviário, ferroviário e dutoviário, além de conexões hinterland e diversas companhias e organizações em atividade no porto e no complexo industrial. A área se estende por mais de 40 quilômetros e tem cerca de 10 mil hectares - sem contar Maasvlakte 2, projeto que faz parte de investimentos na ordem de 545 milhões de euros ainda em 2010. Deste total, 175 milhões de euros irão para a área existente no porto, e 350 milhões seguirão para Maasvlakte 2.
Parceria com portos brasileiros
Além de manter a posição de principal complexo do continente europeu, o Porto de Roterdã tem fornecido sua expertise e infraestrutura para auxiliar o desenvolvimento do setor portuário brasileiro. A administração holandesa prestou consultoria para a fase final de estudos para expandir o Porto de Suape (PE). De acordo com o ministro da SEP (Secretaria Especial de Portos), Pedro Brito, o Brasil tem planos de investir "cerca de US$ 500 bilhões em infraestrutura de portos, aeroportos e ferrovias", por isso a avaliação de Roterdã é importante - a Holanda é a nação europeia que possui mais investimentos no Brasil. "O País, neste momento de grande desenvolvimento, tem expectativa de crescer em torno de 6% neste ano, e isso tudo depende muito da eficiência logística e portuária", disse o chefe da SEP.
O órgão responsável por regular as atividades internacionais entre Roterdã e outros polos portuários é o POR-Int (Port Of Rotterdam International), que estimula joint-ventures com governos ou grandes companhias. "No Brasil, observamos uma economia promissora e tivemos envolvimento no Complexo Portuário de Suape, tendo concluído neste ano a emissão de uma segunda opinião para o Plano Mestre para Suape 2030 e desenvolvido um plano de negócios para o complexo. Em paralelo, investigamos a possibilidade de uma administração em conjunto para elevar o porto em âmbito mundial", aposta Lettieri.
A gerência do porto holandês leva em consideração critérios principais para participação internacional como localização do complexo, organização estrutural, governança corporativa, diversidade de atividades, tipo e duração dos períodos de licitação, criando assim um portfólio de participações em mercados estratégicos.
De acordo com o diretor de projetos do Porto de Roterdã, Mark Evertse, Suape tem um grande potencial na produção oriunda de águas profundas, além de possibilidade de outros tipos de investimentos, como instalação de companhias que podem vir a formar um núcleo industrial como a Maasvlakte.
"Costumamos dizer que Suape é a pérola ou o diamante entre todos os portos brasileiros por conta da localização favorável ao mercado europeu, além de se situar em uma região de alto índice de crescimento. Em nosso plano de negócios mostraremos como o Porto de Roterdã pode acrescentar mais valores a Suape", conclui Evertse.
Além das inovações no porto pernambucano, a SEP está fechando o PNLP (Plano Nacional de Logística Portuária), um estudo nacional de planejamento portuário para todos os complexos públicos do País, a fim de determinar estratégias para o setor entre 2011 e 2030, em conjunto com a Universidade de Santa Catarina. O papel de Roterdã no projeto é analisar e opinar sobre aspectos estratégicos relevantes levantados, como planejamento portuário, economia e financiamento dos portos, aspectos administrativos e institucionais, meio ambiente e outros. O diagnóstico será concluído ao final de 2010, e o plano geral estará pronto no fim de 2011.
Roterdã: porta de entrada para a União Europeia
Apesar da queda nos volumes em virtude da crise, o Porto de Roterdã (Holanda) ainda recebe a maior parte da matéria-prima brasileira destinada ao mercado europeu. O trade do complexo holandês com o Brasil é composto basicamente da importação de commodities como o minério de ferro, chegando a 10.304 toneladas. Outros segmentos importantes são alimentícios (cereais, grãos, vegetais e frutas) e granéis líquidos (óleo e combustíveis).
"Roterdã é o ponto de saída mais importante para a indústria produtora de aço na Europa Ocidental", atesta o representante do porto no Brasil, André Lettieri. "Em uma base anual, cerca de 40 milhões de toneladas de minério de ferro são movimentadas pelo complexo, destinadas para os fornos de siderúrgicas como ArcelorMittal, ThyssenKruppSteel, Voest Alpine e Rogesa", afirma o executivo.
A crise econômica afetou os volumes do porto a partir do terceiro trimestre de 2008 e continuou até o segundo trimestre do ano seguinte. Logo depois, houve uma recuperação sólida impulsionada por investimentos governamentais, o fortalecimento do trade chinês e o aumento da participação de mercado em comparação aos concorrentes. "Roterdã teve melhor performance durante a crise devido à força de seu complexo industrial, boas conexões intermodais e sua infraestrutura portuária" diz Lettieri.
A maior parte do minério importado ao porto holandês chega do Brasil. Em 2008, aproximadamente 27 milhões de toneladas de ferro foram movimentadas do País a Roterdã. Um ano depois, o volume apresentou queda de pouco mais do que 10 milhões de toneladas. "Se houve alguma mercadoria mais afetada pela crise de 2009, foi o minério de ferro, com os índices de produção europeus declinando em mais de 30% em relação a 2008", computa Lettieri. No entanto, em 2010 o porto obteve um retorno na produção de aço e na demanda pelo minério e as estimativas para o fechamento do ano apontam uma movimentação de 40 milhões de toneladas da commodity. "Recentemente, tivemos um grande fluxo de exportação de placas de aço do Brasil para o continente europeu, com destino à usina CSA da Thyssen Krupp (Duisburg, Alemanha)".
No segmento de contêineres, o trade com a América do Sul não sofreu as consequências da recessão; mesmo em 2009, houve um incremento de 0,9%, e em 2010 a expansão é de 7,2%. "A demanda estável por produtos alimentícios é a principal razão por este comércio ter sido menos atingido no ano anterior, em relação a outros produtos", afirma.
Além do aço, o trade com o Brasil também conta com projetos e cargas superpesadas. "Muitas turbinas, motores a diesel de grande porte, usinas de energia e equipamentos de óleo e gás são transportados para o Brasil via Roterdã. O porto está muito bem conectado com o território brasileiro por várias companhias de navegação", aponta Lettieri.
Segundo o executivo, de todos os portos da Europa Ocidental, Roterdã tem de longe a localização mais atrativa em relação ao mar. O complexo é um centro industrial de porte global, pelo qual o transporte de mercadorias pela área do cais é efetuado por meio de cinco modais: feeder, transporte interior, rodoviário, ferroviário e dutoviário, além de conexões hinterland e diversas companhias e organizações em atividade no porto e no complexo industrial. A área se estende por mais de 40 quilômetros e tem cerca de 10 mil hectares - sem contar Maasvlakte 2, projeto que faz parte de investimentos na ordem de 545 milhões de euros ainda em 2010. Deste total, 175 milhões de euros irão para a área existente no porto, e 350 milhões seguirão para Maasvlakte 2.
Parceria com portos brasileiros
Além de manter a posição de principal complexo do continente europeu, o Porto de Roterdã tem fornecido sua expertise e infraestrutura para auxiliar o desenvolvimento do setor portuário brasileiro. A administração holandesa prestou consultoria para a fase final de estudos para expandir o Porto de Suape (PE). De acordo com o ministro da SEP (Secretaria Especial de Portos), Pedro Brito, o Brasil tem planos de investir "cerca de US$ 500 bilhões em infraestrutura de portos, aeroportos e ferrovias", por isso a avaliação de Roterdã é importante - a Holanda é a nação europeia que possui mais investimentos no Brasil. "O País, neste momento de grande desenvolvimento, tem expectativa de crescer em torno de 6% neste ano, e isso tudo depende muito da eficiência logística e portuária", disse o chefe da SEP.
O órgão responsável por regular as atividades internacionais entre Roterdã e outros polos portuários é o POR-Int (Port Of Rotterdam International), que estimula joint-ventures com governos ou grandes companhias. "No Brasil, observamos uma economia promissora e tivemos envolvimento no Complexo Portuário de Suape, tendo concluído neste ano a emissão de uma segunda opinião para o Plano Mestre para Suape 2030 e desenvolvido um plano de negócios para o complexo. Em paralelo, investigamos a possibilidade de uma administração em conjunto para elevar o porto em âmbito mundial", aposta Lettieri.
A gerência do porto holandês leva em consideração critérios principais para participação internacional como localização do complexo, organização estrutural, governança corporativa, diversidade de atividades, tipo e duração dos períodos de licitação, criando assim um portfólio de participações em mercados estratégicos.
De acordo com o diretor de projetos do Porto de Roterdã, Mark Evertse, Suape tem um grande potencial na produção oriunda de águas profundas, além de possibilidade de outros tipos de investimentos, como instalação de companhias que podem vir a formar um núcleo industrial como a Maasvlakte.
"Costumamos dizer que Suape é a pérola ou o diamante entre todos os portos brasileiros por conta da localização favorável ao mercado europeu, além de se situar em uma região de alto índice de crescimento. Em nosso plano de negócios mostraremos como o Porto de Roterdã pode acrescentar mais valores a Suape", conclui Evertse.
Além das inovações no porto pernambucano, a SEP está fechando o PNLP (Plano Nacional de Logística Portuária), um estudo nacional de planejamento portuário para todos os complexos públicos do País, a fim de determinar estratégias para o setor entre 2011 e 2030, em conjunto com a Universidade de Santa Catarina. O papel de Roterdã no projeto é analisar e opinar sobre aspectos estratégicos relevantes levantados, como planejamento portuário, economia e financiamento dos portos, aspectos administrativos e institucionais, meio ambiente e outros. O diagnóstico será concluído ao final de 2010, e o plano geral estará pronto no fim de 2011.
domingo, 19 de dezembro de 2010
CABOTAGEM BRASILEIRA EM 2011
A cabotagem brasileira deve contar com a entrada de mais três players no mercado no próximo ano: Mur Ship, Maestra Logística e CMA CGM. Atualmente a navegação nacional dispõe de três armadores efetivamente operacionais, sendo eles a Aliança/Hamburg Süd, Log-In (do grupo Vale) e Mercosul Line (da dinamarquesa A.P. Möller-Maersk).
A Mur Ship é uma empresa sul-africana que já possui subsidiária no Brasil. A companhia pretende adquirir uma embarcação de bandeira brasileira e encomendar um navio com um estaleiro nacional para poder ingressar na navegação interna do País.
A Triunfo Participações e Investimentos S.A. controla 100% do capital da Maestra, que atuará em cinco portos da costa brasileira e se apresentará como opção logística para empresas que visam suprir a demanda por transporte hidroviário, que representa apenas 14% do total de cargas movimentadas no país. A companhia, sediada em Itajaí (SC) e com escritório comercial em São Paulo (SP), deve intermediar o transporte entre os complexos portuários de Itajaí (SC), Santos (SP), Suape (PE) e Manaus (AM), passando a oferecer serviços semanais nos portos mencionados. Inicialmente, a Maestra Logística contará com quatro embarcações, sendo duas próprias e outras duas operando por meio de contrato de afretamento.
Dentre os navios anunciados, estão em processo de reforma o Maestra Mediterrâneo - anteriormente batizado de Neptunia Mediterrâneo - e o Maestra Atlântico Sul - antigo Lloyd Atlântico, porta-contêiner da extinta Companhia Marítima Lloyd Brasileiro.Já a francesa CMA CGM fretou com o armador Di Gregório o navio de bandeira nacional DG Columbia, que tem docagem programada para este mês no Rio de Janeiro, de modo a iniciar movimentação na rota entre Manaus e Santos no início de 2011.
A entrada destas três novas companhias deve elevar a quantidade de volumes transportados pela cabotagem. No acumulado do terceiro trimestre de 2010, a movimentação de cargas conteinerizadas no segmento superou a marca dos 100 mil Teus (medida equivalente a um recipiente de 20 pés). De acordo com informações da consultoria Datamar, é a primeira vez que o índice trimestral relacionado ao modal de navegação interna apresenta este resultado.
A Mur Ship é uma empresa sul-africana que já possui subsidiária no Brasil. A companhia pretende adquirir uma embarcação de bandeira brasileira e encomendar um navio com um estaleiro nacional para poder ingressar na navegação interna do País.
A Triunfo Participações e Investimentos S.A. controla 100% do capital da Maestra, que atuará em cinco portos da costa brasileira e se apresentará como opção logística para empresas que visam suprir a demanda por transporte hidroviário, que representa apenas 14% do total de cargas movimentadas no país. A companhia, sediada em Itajaí (SC) e com escritório comercial em São Paulo (SP), deve intermediar o transporte entre os complexos portuários de Itajaí (SC), Santos (SP), Suape (PE) e Manaus (AM), passando a oferecer serviços semanais nos portos mencionados. Inicialmente, a Maestra Logística contará com quatro embarcações, sendo duas próprias e outras duas operando por meio de contrato de afretamento.
Dentre os navios anunciados, estão em processo de reforma o Maestra Mediterrâneo - anteriormente batizado de Neptunia Mediterrâneo - e o Maestra Atlântico Sul - antigo Lloyd Atlântico, porta-contêiner da extinta Companhia Marítima Lloyd Brasileiro.Já a francesa CMA CGM fretou com o armador Di Gregório o navio de bandeira nacional DG Columbia, que tem docagem programada para este mês no Rio de Janeiro, de modo a iniciar movimentação na rota entre Manaus e Santos no início de 2011.
A entrada destas três novas companhias deve elevar a quantidade de volumes transportados pela cabotagem. No acumulado do terceiro trimestre de 2010, a movimentação de cargas conteinerizadas no segmento superou a marca dos 100 mil Teus (medida equivalente a um recipiente de 20 pés). De acordo com informações da consultoria Datamar, é a primeira vez que o índice trimestral relacionado ao modal de navegação interna apresenta este resultado.
Portonave atinge 45% de crescimento
16/12/2010
Volume movimentado entre janeiro e novembro é de 530.771 Teus.
A Portonave S/A (Terminais Portuários de Navegantes) aumentou a movimentação em 45% entre janeiro e novembro de 2010 em comparação ao mesmo período do ano anterior. Foram escoados 530.771 Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), perfazendo 165 mil Teus a mais do que os resultados obtidos em 2009.
Somente no mês de novembro, 51 mil Teus foram transitados em Navegantes, sendo 20.842 cheios. Cerca de 7.939 recipientes foram recebidos com mercadorias importadas, enquanto 6.268 unidades foram embarcadas para o exterior. Do total de contêineres cheios, 38% correspondem a importações e 30,7% exportações.
Apesar dos números mostrarem as importações ainda em alta, o cenário tende a se equilibrar no início do próximo ano. "Os produtos importados para as vendas de natal já chegaram, por isso os próximos dois meses serão mais estáveis. As exportações devem começar a ganhar força em fevereiro", disse o gerente comercial da Portonave, Juiano Perin.
Entre janeiro e outubro de 2010, o complexo registrou incremento de 86% no tráfego de importação, em comparação com o exercício anterior. Segundo dados da administração, a instalação recebeu cerca de 72.700 contêineres.
Fonte: Guia Marítimo
Volume movimentado entre janeiro e novembro é de 530.771 Teus.
A Portonave S/A (Terminais Portuários de Navegantes) aumentou a movimentação em 45% entre janeiro e novembro de 2010 em comparação ao mesmo período do ano anterior. Foram escoados 530.771 Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), perfazendo 165 mil Teus a mais do que os resultados obtidos em 2009.
Somente no mês de novembro, 51 mil Teus foram transitados em Navegantes, sendo 20.842 cheios. Cerca de 7.939 recipientes foram recebidos com mercadorias importadas, enquanto 6.268 unidades foram embarcadas para o exterior. Do total de contêineres cheios, 38% correspondem a importações e 30,7% exportações.
Apesar dos números mostrarem as importações ainda em alta, o cenário tende a se equilibrar no início do próximo ano. "Os produtos importados para as vendas de natal já chegaram, por isso os próximos dois meses serão mais estáveis. As exportações devem começar a ganhar força em fevereiro", disse o gerente comercial da Portonave, Juiano Perin.
Entre janeiro e outubro de 2010, o complexo registrou incremento de 86% no tráfego de importação, em comparação com o exercício anterior. Segundo dados da administração, a instalação recebeu cerca de 72.700 contêineres.
Fonte: Guia Marítimo
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
CSAV atualiza serviço entre EUA e América do Sul
08/12/2010
CSAV atualiza serviço entre EUA e América do Sul
Rota oferecerá escalas semanais com dias fixos.
A CSAV anunciou que irá elevar a freqüência de seu serviço entre os EUA e a costa oeste sul-americana, introduzindo um dia semanal fixo e uma escala no Porto de San Antonio (Chile), para atender à demanda da safra de frutas no Hemisfério Sul.
"Outro fator considerado foi a situação local de cada país, logo uma escala semanal baseada em dias fixos se mostrou um elemento crucial para efetuar embarques de frutas ainda mais eficientes", informou a companhia chilena.
O serviço é executado entre o terminal Port Elizabeth, em Nova Iorque, e o Porto de San Vicente no Chile, com uma escala chave em Everglades (Flórida), considerado um dos principais complexos norte-americanos para produtos perecíveis - tanto importações como importações.
Além disso, a rota oferece conexões para Venezuela e Trinidad através de transbordo no porto colombiano de Cartagena, e links para o México pelo complexo portuário de Kingston, Jamaica. A CSAV empregará seis embarcações com capacidade estimada de 2.500 Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) no serviço.
Fonte: Guia Marítimo
CSAV atualiza serviço entre EUA e América do Sul
Rota oferecerá escalas semanais com dias fixos.
A CSAV anunciou que irá elevar a freqüência de seu serviço entre os EUA e a costa oeste sul-americana, introduzindo um dia semanal fixo e uma escala no Porto de San Antonio (Chile), para atender à demanda da safra de frutas no Hemisfério Sul.
"Outro fator considerado foi a situação local de cada país, logo uma escala semanal baseada em dias fixos se mostrou um elemento crucial para efetuar embarques de frutas ainda mais eficientes", informou a companhia chilena.
O serviço é executado entre o terminal Port Elizabeth, em Nova Iorque, e o Porto de San Vicente no Chile, com uma escala chave em Everglades (Flórida), considerado um dos principais complexos norte-americanos para produtos perecíveis - tanto importações como importações.
Além disso, a rota oferece conexões para Venezuela e Trinidad através de transbordo no porto colombiano de Cartagena, e links para o México pelo complexo portuário de Kingston, Jamaica. A CSAV empregará seis embarcações com capacidade estimada de 2.500 Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) no serviço.
Fonte: Guia Marítimo
domingo, 21 de novembro de 2010
Safra 2010/2011 deverá ser menor que a deste ano
19/11/2010
Safra 2010/2011 deverá ser menor que a deste ano
A safra de grãos 2010/2011 deverá ter redução de até 2,48 milhões de toneladas em relação ao ciclo 2009/2010, fechado no último mês de setembro. A estimativa foi divulgada pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). A expectativa é que sejam colhidas no próximo ano entre 146,26 milhões de toneladas e 148,82 milhões de toneladas de grãos no país.
A safra fechada neste ano (2009/2010) chegou ao recorde de 148,82 milhões de toneladas. O levantamento divulgado hoje pela Conab é o segundo para o próximo ciclo, quando deverá ter destaque a produção de trigo, algodão, feijão e arroz. Todos os anos são feitos 12 levantamentos, um a cada mês. A pesquisa leva em conta intervalos de produção e de área para a intenção de plantio e a influência do clima sobre a produção.
A colheita de trigo deverá chegar a 5,6 milhões de toneladas, contra 5,02 milhões obtidos na safra anterior. O algodão em caroço deverá ter a colheita elevada de 2,56 milhões de toneladas a 2,72 milhões de toneladas. Na safra 2009/2010 a colheita somou 1,84 milhão de toneladas. A soja deverá render entre 67,69 milhões de toneladas e 69 milhões de toneladas, contra 68,68 milhões de toneladas colhidas no ciclo anterior.
A colheita total de feijão poderá chegar a 3,4 milhões de toneladas contra 3,256 milhões de toneladas obtidos na safra fechada este ano. No próximo ano deverá haver redução na colheita de milho (51,83 milhões de toneladas a 52,71 milhões de toneladas, contra 56 milhões de toneladas colhidos este ano).
Segundo o diretor de Política Agrícola e Informação da Conab, Silvio Porto, o levantamento de janeiro deverá revelar números mais aproximados da próxima safra.
Fonte: Agência Brasil.
Safra 2010/2011 deverá ser menor que a deste ano
A safra de grãos 2010/2011 deverá ter redução de até 2,48 milhões de toneladas em relação ao ciclo 2009/2010, fechado no último mês de setembro. A estimativa foi divulgada pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). A expectativa é que sejam colhidas no próximo ano entre 146,26 milhões de toneladas e 148,82 milhões de toneladas de grãos no país.
A safra fechada neste ano (2009/2010) chegou ao recorde de 148,82 milhões de toneladas. O levantamento divulgado hoje pela Conab é o segundo para o próximo ciclo, quando deverá ter destaque a produção de trigo, algodão, feijão e arroz. Todos os anos são feitos 12 levantamentos, um a cada mês. A pesquisa leva em conta intervalos de produção e de área para a intenção de plantio e a influência do clima sobre a produção.
A colheita de trigo deverá chegar a 5,6 milhões de toneladas, contra 5,02 milhões obtidos na safra anterior. O algodão em caroço deverá ter a colheita elevada de 2,56 milhões de toneladas a 2,72 milhões de toneladas. Na safra 2009/2010 a colheita somou 1,84 milhão de toneladas. A soja deverá render entre 67,69 milhões de toneladas e 69 milhões de toneladas, contra 68,68 milhões de toneladas colhidas no ciclo anterior.
A colheita total de feijão poderá chegar a 3,4 milhões de toneladas contra 3,256 milhões de toneladas obtidos na safra fechada este ano. No próximo ano deverá haver redução na colheita de milho (51,83 milhões de toneladas a 52,71 milhões de toneladas, contra 56 milhões de toneladas colhidos este ano).
Segundo o diretor de Política Agrícola e Informação da Conab, Silvio Porto, o levantamento de janeiro deverá revelar números mais aproximados da próxima safra.
Fonte: Agência Brasil.
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