24/09/2010
Meta da associação é criar um banco de dados global sobre as principais rotas.
Sete das principais operadoras de contêineres tornaram-se acionistas da recém-formada WLD (World Liner Data), formada após a dissolução da ELAA (European Liner Affairs Association). O intuito da nova associação é compilar o volume de cargas movimentadas e estatísticas de preço da indústria em escala global.
A WLD contará com a Container Trade Statistics - que já era responsável pela coleta de dados para a ELAA - para implementar o sistema de informações. A empresa foi vendida para o executivo-chefe Rod Riseborough e funcionários, por um valor nominal.
A existência da ELAA tornou-se dispensável na visão da indústria, que não necessita mais de um lobby organizado. O World Shipping Council passará a representar as transportadoras em questões regulatórias no futuro.
Os detalhes foram acertados durante uma reunião em Seattle, onde o diretor executivo da ELAA, Chris Bourne, anunciou formalmente sua saída do cargo após liderar a associação por cinco anos consecutivos, durante o desmantelamento do sistema de conferências na Europa.
A Container Trade Statistics sempre reuniu informações sobre os trades europeus, mas agora está se preparando para expandir sua área de atuação para outras regiões. Dados relativos às rotas transpacíficas aguardam publicação para o início de 2011, uma vez que a liberação por parte da Federal Maritime Commission tenha sido obtida, de acordo com Riseborough.
Apesar da Comissão Européia exigir que taxas de frete sejam publicadas sob a forma de índice de valores para as rotas do continente, tal restrição não é aplicada para outras áreas. Isso pode abrir o caminho para que informações de frete mais transparentes sejam publicadas para mercados fora da Europa, que poderiam ser utilizados como referência para negociação de derivativos.
Além das sete principais acionistas que compôem a WLD, outras duas companhias declararam o interesse em participar como membros não-filiados. Tal manobra ainda garantiria o acesso às informações, porém sob uma diferente taxa de serviço.
As operadoras japonesas dissidentes da ELAA - em parte devido à preocupações quanto a questões antitruste - disseram ser favoráveis à nova forma de troca de informações.
domingo, 3 de outubro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Na Bahia, exportações crescem 37,2% em 2010
Na Bahia, exportações crescem 37,2% em 2010
August 13, 2010
As exportações baianas fecharam os sete primeiros meses do ano com alta de
37,2%, em relação ao igual período de 2009. O desempenho do comércio
exterior do Estado, verificado de janeiro a julho, representou a
movimentação de aproximadamente US$ 4,9 bilhões.
Os dados são da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia
(SEI), autarquia vinculada à Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan).
As exportações do estado registraram cerca de US$ 752 milhões, o que
significa uma alta de 0,98%, em relação ao mês anterior, e 4,4%, comparado
a julho do ano passado.
Os destaques são celulose, produtos petroquímicos, ouro e algodão. O
Mercosul e aAmérica Latina foram o principais pontos de sustentação do
crescimento das exportações baianas no mês passado. As duas regiões tiveram
22% de participação nas vendas do período. Já as vendas para União Europeia
registraram queda de 14,5%.
As importações baianas cresceram mais que as exportações em julho, o que
contribuiu para o crescimento da corrente comercial do Estado em 47,2%, nos
primeiros sete meses de 2010. Com isso, houve retração do saldo comercial.
Em decorrência deste fator, o Estado encerra os sete primeiros meses do ano
com superávit de US$ 1,1 bilhão, 11,1% inferior ao registrado em igual
período de 2009.
No mês passado, as importações foram lideradas pelos automóveis, com
crescimento de 86%, seguido de nafta, minério de cobre, cacau e petróleo.
No acumulado dos sete primeiros meses do ano, as importações do Estado
alcançaram aproximadamente US$ 3,8 bilhões, um crescimento de 62,3%, em
relação ao igual período do ano passado
Tendências e Mercado
August 13, 2010
As exportações baianas fecharam os sete primeiros meses do ano com alta de
37,2%, em relação ao igual período de 2009. O desempenho do comércio
exterior do Estado, verificado de janeiro a julho, representou a
movimentação de aproximadamente US$ 4,9 bilhões.
Os dados são da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia
(SEI), autarquia vinculada à Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan).
As exportações do estado registraram cerca de US$ 752 milhões, o que
significa uma alta de 0,98%, em relação ao mês anterior, e 4,4%, comparado
a julho do ano passado.
Os destaques são celulose, produtos petroquímicos, ouro e algodão. O
Mercosul e aAmérica Latina foram o principais pontos de sustentação do
crescimento das exportações baianas no mês passado. As duas regiões tiveram
22% de participação nas vendas do período. Já as vendas para União Europeia
registraram queda de 14,5%.
As importações baianas cresceram mais que as exportações em julho, o que
contribuiu para o crescimento da corrente comercial do Estado em 47,2%, nos
primeiros sete meses de 2010. Com isso, houve retração do saldo comercial.
Em decorrência deste fator, o Estado encerra os sete primeiros meses do ano
com superávit de US$ 1,1 bilhão, 11,1% inferior ao registrado em igual
período de 2009.
No mês passado, as importações foram lideradas pelos automóveis, com
crescimento de 86%, seguido de nafta, minério de cobre, cacau e petróleo.
No acumulado dos sete primeiros meses do ano, as importações do Estado
alcançaram aproximadamente US$ 3,8 bilhões, um crescimento de 62,3%, em
relação ao igual período do ano passado
Tendências e Mercado
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
PREFEITURA E CODEBA DISCUTIRAM PORTO PARA 2014
PREFEITURA E CODEBA DISCUTIRAM PORTO PARA 2014
O Escritório da Copa do Mundo da FIFA Cidade-sede Salvador representou a prefeitura em uma reunião com o diretor-presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Muniz Rebouças, para discutir o projeto de construção do terminal de passageiros do Porto de Salvador. A possibilidade é uma exigência da Fifa para o mundial que vem e, sem ela, Salvador corre o risco de ser retirada dos planos da entidade máxima do futebol em 2014. Segundo Rebouças, há R$ 36 milhões garantidos pelo Governo Federal para execução da reforma do galpão 2 do porto, que tem 5 mil metros quadrados, além de reformada a parte externa do galpão 1 para alocação de lojas, bares e restaurantes. adequado à recepção de passageiros. Será ainda reformada a parte externa do galpão 1, para a alocação de lojas, bares e restaurantes. O Governo Federal já garantiu R$36 milhões para a obra. “Vamos ampliar muito a nossa infraestrutura turística. Hoje, temos um espaço de 250 m², teremos outro 20 vezes maior. Salvador tem uma vocação natural para o turismo e o turismo náutico é o que mais cresce no Brasil. Somos a terceira cidade do país em número de escalas de navios”, disse o diretor da Codeba.
O Escritório da Copa do Mundo da FIFA Cidade-sede Salvador representou a prefeitura em uma reunião com o diretor-presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Muniz Rebouças, para discutir o projeto de construção do terminal de passageiros do Porto de Salvador. A possibilidade é uma exigência da Fifa para o mundial que vem e, sem ela, Salvador corre o risco de ser retirada dos planos da entidade máxima do futebol em 2014. Segundo Rebouças, há R$ 36 milhões garantidos pelo Governo Federal para execução da reforma do galpão 2 do porto, que tem 5 mil metros quadrados, além de reformada a parte externa do galpão 1 para alocação de lojas, bares e restaurantes. adequado à recepção de passageiros. Será ainda reformada a parte externa do galpão 1, para a alocação de lojas, bares e restaurantes. O Governo Federal já garantiu R$36 milhões para a obra. “Vamos ampliar muito a nossa infraestrutura turística. Hoje, temos um espaço de 250 m², teremos outro 20 vezes maior. Salvador tem uma vocação natural para o turismo e o turismo náutico é o que mais cresce no Brasil. Somos a terceira cidade do país em número de escalas de navios”, disse o diretor da Codeba.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Armador CSAV cresce em volume.
26/07/2010
CSAV tem alta de 14% em volumes
Movimentações do primeiro semestre ultrapassam números do mesmo período de
2008.
A CSAV teve alta de 14% nos volumes movimentados globalmente no primeiro
semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2008. O total
registrado para os primeiros seis meses deste ano ficou em 1,2 milhão de
Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), de acordo com as
últimas estatísticas mensais da companhia.
No primeiro semestre de 2008 a empresa escoou 1 milhão de Teus; e 802.400
Teus no mesmo intervalo do exercício passado - quando a indústria marítima
estava imersa na recessão econômica.
Porém, os valores de frete ainda não retornaram para os níveis registrados
em 2008, sendo que o índice da companhia computou 1.819 pontos no mês
passado. No exercício passado, os números atingiam 1.246 pontos em agosto.
Conforme o armador informou em junho, a companhia espera movimentar 2,9
milhões de Teus até o final do ano, ante 1,8 milhão de Teus de 2007 e 2,2
milhões de Teus em 2008.
CSAV tem alta de 14% em volumes
Movimentações do primeiro semestre ultrapassam números do mesmo período de
2008.
A CSAV teve alta de 14% nos volumes movimentados globalmente no primeiro
semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2008. O total
registrado para os primeiros seis meses deste ano ficou em 1,2 milhão de
Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), de acordo com as
últimas estatísticas mensais da companhia.
No primeiro semestre de 2008 a empresa escoou 1 milhão de Teus; e 802.400
Teus no mesmo intervalo do exercício passado - quando a indústria marítima
estava imersa na recessão econômica.
Porém, os valores de frete ainda não retornaram para os níveis registrados
em 2008, sendo que o índice da companhia computou 1.819 pontos no mês
passado. No exercício passado, os números atingiam 1.246 pontos em agosto.
Conforme o armador informou em junho, a companhia espera movimentar 2,9
milhões de Teus até o final do ano, ante 1,8 milhão de Teus de 2007 e 2,2
milhões de Teus em 2008.
sábado, 31 de julho de 2010
EXPORTAÇÕES NA BAHIA / JULHO 2010
Publicado em 09/07/2010
EXPORTAÇÕES NA BAHIA CRESCERAM 46,8%
A Bahia apresentou, no primeiro semestre deste ano, uma expansão de 46,8% nas exportações em relação ao mesmo período de 2009. Na comparação entre junho de 2010 e de 2009, as vendas para o exterior tiveram aumento de 26,4%, de acordo com Núcleo de Comércio Exterior da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A economia em expansão produziu um resultado positivo nas exportações, segundo o secretário do Planejamento, Antônio Alberto Valença.“A Bahia obteve um superávit comercial de US$ 902 milhões, no período, 1,5% acima do primeiro semestre de 2009, e as exportações baianas representaram 4,7% das exportações brasileiras e 53,8% das exportações do Nordeste”, destacou.Na comparação entre o primeiro semestre de 2010 e o mesmo período de 2009, as vendas para o exterior atingiram US$ 4,14 bilhões. O crescimento das vendas foi sustentado pelo fator preço, que se elevou em média 14,7% no período.O secretário lembrou ainda que após a implantação do Porto Sul, em Ilhéus, haverá uma melhoria logística e competitiva da economia da Bahia. Estudos indicam que apenas o Porto Sul deve movimentar 40 milhões de toneladas/ano, o que é compatível com as exigências das grandes rotas internacionais.AgronegócioEmbaladas por boas safras e valorização no mercado internacional, as exportações de produtos do agronegócio foram importantes no resultado do semestre, rendendo ao estado US$ 1,53 bilhão. O resultado é 21,2% superior aos US$ 1,26 bilhão de igual período de 2009, com destaque para a celulose (+36%), derivados de cacau (+32%), frutas (+67%) e fumo (+22%). Com a economia em expansão e ajudada pelo dólar baixo, as importações cresceram mais que as exportações (67,5%), alcançando US$ 3,24 bilhões nos seis primeiros meses do ano.Érica de Sá
EXPORTAÇÕES NA BAHIA CRESCERAM 46,8%
A Bahia apresentou, no primeiro semestre deste ano, uma expansão de 46,8% nas exportações em relação ao mesmo período de 2009. Na comparação entre junho de 2010 e de 2009, as vendas para o exterior tiveram aumento de 26,4%, de acordo com Núcleo de Comércio Exterior da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A economia em expansão produziu um resultado positivo nas exportações, segundo o secretário do Planejamento, Antônio Alberto Valença.“A Bahia obteve um superávit comercial de US$ 902 milhões, no período, 1,5% acima do primeiro semestre de 2009, e as exportações baianas representaram 4,7% das exportações brasileiras e 53,8% das exportações do Nordeste”, destacou.Na comparação entre o primeiro semestre de 2010 e o mesmo período de 2009, as vendas para o exterior atingiram US$ 4,14 bilhões. O crescimento das vendas foi sustentado pelo fator preço, que se elevou em média 14,7% no período.O secretário lembrou ainda que após a implantação do Porto Sul, em Ilhéus, haverá uma melhoria logística e competitiva da economia da Bahia. Estudos indicam que apenas o Porto Sul deve movimentar 40 milhões de toneladas/ano, o que é compatível com as exigências das grandes rotas internacionais.AgronegócioEmbaladas por boas safras e valorização no mercado internacional, as exportações de produtos do agronegócio foram importantes no resultado do semestre, rendendo ao estado US$ 1,53 bilhão. O resultado é 21,2% superior aos US$ 1,26 bilhão de igual período de 2009, com destaque para a celulose (+36%), derivados de cacau (+32%), frutas (+67%) e fumo (+22%). Com a economia em expansão e ajudada pelo dólar baixo, as importações cresceram mais que as exportações (67,5%), alcançando US$ 3,24 bilhões nos seis primeiros meses do ano.Érica de Sá
domingo, 25 de outubro de 2009
Porto de Le Havre, na França, está de olho no biodiesel e etanol brasileiro
Porto de Le Havre, na França, está de olho no biodiesel e etanol brasileiro
O complexo portuário quer ser a principal porta de entrada de biocombustíveis brasileiros na Europa
Complexo registrou movimentação recorde em 2008
Que o mundo tem se voltado para o potencial brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis não é novidade. Tanto é que o porto francês de Le Havre já projeta uma demanda futura de movimentação de etanol e biodiesel produzidos no Brasil.
“A tendência é que haja uma maior exportação de biodiesel, pois boa parte da frota europeia é composta de veículos a diesel. No entanto, seja qual for a demanda, estaremos preparados para quando a Europa se abrir para os biocombustíveis do Brasil”, garantiu Jean-Pierre Bernard, representante do porto para o Mercosul e o Chile.
Segundo ele, hoje o porto já possui bastante representatividade no mercado petrolífero e isso será um fator determinante na escolha do complexo para a geração verde de combustíveis. “Somos o segundo terminal em termos de tráfego de petróleo no Norte da Europa”, garante.
Outro objetivo do complexo portuário francês é impulsionar a exportação de alimentos brasileiros, principalmente frutas, carnes e frutos do mar. “Queremos expandir a parceria com o Brasil”, aponta Linda Douet, Diretora de desenvolvimento internacional do porto.
Para isso, a diretora garante que até 2013 o complexo receberá investimentos da ordem de 700 milhões de euros. “Vamos implantar uma plataforma multimodal para tornar os custos logísticos melhores com a união do transporte ferroviário e fluvial, além disso, destinaremos recursos para outras áreas no terminal”, argumenta.
Falando em custos logísticos, esse foi um dos principais pontos destacados por Christian Leroux, Presidente da UMEP (União Marítima e Portuária) e Vice-presidente do conselho de governança do porto de Le Havre, para conquistar os exportadores brasileiros.
“Quando o empreendedor escolhe Le Havre, ao invés de Roterdã, na Holanda, por exemplo, ele deixa de pagar, em média, entre 300 a 500 euros por contêiner. Além disso, o exportador colabora com o meio-ambiente evitando a emissão de CO2, ao abreviar a viagem em 240 quilômetros”, pondera.
Comércio Brasil-França
No ano da França no Brasil, o porto de Le Havre tem muitos motivos para apostar na relação com as empresas brasileiras. Para se ter uma ideia, apenas em 2008 o tráfego entre o País e complexo portuário foi de 600 mil toneladas.
“O Brasil é o primeiro parceiro do porto de Le Havre na América Latina”, garantiu Linda.Segundo dados do complexo, no período, os principais produtos enviados pelo Brasil foram: alimentícios, café, tabaco e madeira e produtos derivados, como móveis. Já o mercado francês, enviou ao mercado brasileiro, principalmente, equipamentos de transporte, autopeças, produtos químicos e de borracha e querosene.
Os dados referentes a este ano não foram divulgados. Além disso, segundo os representantes do porto, ainda não possível fazer projeções para o próximo ano.
Crise
Mesmo com a eclosão da crise econômica mundial, Le Havre bateu recorde de movimentação no ano passado, com o aumento de 1,4% no volume ao operar 80,5 milhões de toneladas.
Este resultado, segundo Leroux, pode ser justificado pelo fato de que grande parte das movimentações portuárias são destinadas a região do Extremo Oriente que, se comparado com o resto do mundo, não sofreu tanto com os impactos da recessão.
O complexo portuário quer ser a principal porta de entrada de biocombustíveis brasileiros na Europa
Complexo registrou movimentação recorde em 2008
Que o mundo tem se voltado para o potencial brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis não é novidade. Tanto é que o porto francês de Le Havre já projeta uma demanda futura de movimentação de etanol e biodiesel produzidos no Brasil.
“A tendência é que haja uma maior exportação de biodiesel, pois boa parte da frota europeia é composta de veículos a diesel. No entanto, seja qual for a demanda, estaremos preparados para quando a Europa se abrir para os biocombustíveis do Brasil”, garantiu Jean-Pierre Bernard, representante do porto para o Mercosul e o Chile.
Segundo ele, hoje o porto já possui bastante representatividade no mercado petrolífero e isso será um fator determinante na escolha do complexo para a geração verde de combustíveis. “Somos o segundo terminal em termos de tráfego de petróleo no Norte da Europa”, garante.
Outro objetivo do complexo portuário francês é impulsionar a exportação de alimentos brasileiros, principalmente frutas, carnes e frutos do mar. “Queremos expandir a parceria com o Brasil”, aponta Linda Douet, Diretora de desenvolvimento internacional do porto.
Para isso, a diretora garante que até 2013 o complexo receberá investimentos da ordem de 700 milhões de euros. “Vamos implantar uma plataforma multimodal para tornar os custos logísticos melhores com a união do transporte ferroviário e fluvial, além disso, destinaremos recursos para outras áreas no terminal”, argumenta.
Falando em custos logísticos, esse foi um dos principais pontos destacados por Christian Leroux, Presidente da UMEP (União Marítima e Portuária) e Vice-presidente do conselho de governança do porto de Le Havre, para conquistar os exportadores brasileiros.
“Quando o empreendedor escolhe Le Havre, ao invés de Roterdã, na Holanda, por exemplo, ele deixa de pagar, em média, entre 300 a 500 euros por contêiner. Além disso, o exportador colabora com o meio-ambiente evitando a emissão de CO2, ao abreviar a viagem em 240 quilômetros”, pondera.
Comércio Brasil-França
No ano da França no Brasil, o porto de Le Havre tem muitos motivos para apostar na relação com as empresas brasileiras. Para se ter uma ideia, apenas em 2008 o tráfego entre o País e complexo portuário foi de 600 mil toneladas.
“O Brasil é o primeiro parceiro do porto de Le Havre na América Latina”, garantiu Linda.Segundo dados do complexo, no período, os principais produtos enviados pelo Brasil foram: alimentícios, café, tabaco e madeira e produtos derivados, como móveis. Já o mercado francês, enviou ao mercado brasileiro, principalmente, equipamentos de transporte, autopeças, produtos químicos e de borracha e querosene.
Os dados referentes a este ano não foram divulgados. Além disso, segundo os representantes do porto, ainda não possível fazer projeções para o próximo ano.
Crise
Mesmo com a eclosão da crise econômica mundial, Le Havre bateu recorde de movimentação no ano passado, com o aumento de 1,4% no volume ao operar 80,5 milhões de toneladas.
Este resultado, segundo Leroux, pode ser justificado pelo fato de que grande parte das movimentações portuárias são destinadas a região do Extremo Oriente que, se comparado com o resto do mundo, não sofreu tanto com os impactos da recessão.
domingo, 16 de agosto de 2009
CMA CGM e MSC lançam serviço conjunto entre Europa e Atlântico Sul
A CMA CGM e a MSC anunciaram o lançamento de um novo serviço conjunto
entre o norte da Europa, o Atlântico Sul e o Golfo do México a partir do
final de setembro.
O novo serviço será chamado de New Victory Bridge e será operado, com sete
navios com capacidade entre 5,7 mil Teus (unidade de medida equivalente a
um contêiner de 20 pés) e 6 mil Teus.
A rotação será: Antuérpia, Felixstowe, Bremerhaven, Le Havre, Charleston,
Savannah, Freeport, Vera Cruz, Altamira, Houston, Nova Orleans, Freeport,
Savannah, Charleston e Antuérpia.
A CMA CGM disse que os trades do Atlântico Sul e Golfo do México
(incluindo a região americana do Golfo) são a rotas comerciais em que o
grupo investiu mais fortemente nos últimos anos. A afirmação foi feita por
Jean Philippe Thenoz, vice-presidente da CMA para a América do Norte.
entre o norte da Europa, o Atlântico Sul e o Golfo do México a partir do
final de setembro.
O novo serviço será chamado de New Victory Bridge e será operado, com sete
navios com capacidade entre 5,7 mil Teus (unidade de medida equivalente a
um contêiner de 20 pés) e 6 mil Teus.
A rotação será: Antuérpia, Felixstowe, Bremerhaven, Le Havre, Charleston,
Savannah, Freeport, Vera Cruz, Altamira, Houston, Nova Orleans, Freeport,
Savannah, Charleston e Antuérpia.
A CMA CGM disse que os trades do Atlântico Sul e Golfo do México
(incluindo a região americana do Golfo) são a rotas comerciais em que o
grupo investiu mais fortemente nos últimos anos. A afirmação foi feita por
Jean Philippe Thenoz, vice-presidente da CMA para a América do Norte.
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