Na Bahia, exportações crescem 37,2% em 2010
August 13, 2010
As exportações baianas fecharam os sete primeiros meses do ano com alta de
37,2%, em relação ao igual período de 2009. O desempenho do comércio
exterior do Estado, verificado de janeiro a julho, representou a
movimentação de aproximadamente US$ 4,9 bilhões.
Os dados são da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia
(SEI), autarquia vinculada à Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan).
As exportações do estado registraram cerca de US$ 752 milhões, o que
significa uma alta de 0,98%, em relação ao mês anterior, e 4,4%, comparado
a julho do ano passado.
Os destaques são celulose, produtos petroquímicos, ouro e algodão. O
Mercosul e aAmérica Latina foram o principais pontos de sustentação do
crescimento das exportações baianas no mês passado. As duas regiões tiveram
22% de participação nas vendas do período. Já as vendas para União Europeia
registraram queda de 14,5%.
As importações baianas cresceram mais que as exportações em julho, o que
contribuiu para o crescimento da corrente comercial do Estado em 47,2%, nos
primeiros sete meses de 2010. Com isso, houve retração do saldo comercial.
Em decorrência deste fator, o Estado encerra os sete primeiros meses do ano
com superávit de US$ 1,1 bilhão, 11,1% inferior ao registrado em igual
período de 2009.
No mês passado, as importações foram lideradas pelos automóveis, com
crescimento de 86%, seguido de nafta, minério de cobre, cacau e petróleo.
No acumulado dos sete primeiros meses do ano, as importações do Estado
alcançaram aproximadamente US$ 3,8 bilhões, um crescimento de 62,3%, em
relação ao igual período do ano passado
Tendências e Mercado
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
PREFEITURA E CODEBA DISCUTIRAM PORTO PARA 2014
PREFEITURA E CODEBA DISCUTIRAM PORTO PARA 2014
O Escritório da Copa do Mundo da FIFA Cidade-sede Salvador representou a prefeitura em uma reunião com o diretor-presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Muniz Rebouças, para discutir o projeto de construção do terminal de passageiros do Porto de Salvador. A possibilidade é uma exigência da Fifa para o mundial que vem e, sem ela, Salvador corre o risco de ser retirada dos planos da entidade máxima do futebol em 2014. Segundo Rebouças, há R$ 36 milhões garantidos pelo Governo Federal para execução da reforma do galpão 2 do porto, que tem 5 mil metros quadrados, além de reformada a parte externa do galpão 1 para alocação de lojas, bares e restaurantes. adequado à recepção de passageiros. Será ainda reformada a parte externa do galpão 1, para a alocação de lojas, bares e restaurantes. O Governo Federal já garantiu R$36 milhões para a obra. “Vamos ampliar muito a nossa infraestrutura turística. Hoje, temos um espaço de 250 m², teremos outro 20 vezes maior. Salvador tem uma vocação natural para o turismo e o turismo náutico é o que mais cresce no Brasil. Somos a terceira cidade do país em número de escalas de navios”, disse o diretor da Codeba.
O Escritório da Copa do Mundo da FIFA Cidade-sede Salvador representou a prefeitura em uma reunião com o diretor-presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Muniz Rebouças, para discutir o projeto de construção do terminal de passageiros do Porto de Salvador. A possibilidade é uma exigência da Fifa para o mundial que vem e, sem ela, Salvador corre o risco de ser retirada dos planos da entidade máxima do futebol em 2014. Segundo Rebouças, há R$ 36 milhões garantidos pelo Governo Federal para execução da reforma do galpão 2 do porto, que tem 5 mil metros quadrados, além de reformada a parte externa do galpão 1 para alocação de lojas, bares e restaurantes. adequado à recepção de passageiros. Será ainda reformada a parte externa do galpão 1, para a alocação de lojas, bares e restaurantes. O Governo Federal já garantiu R$36 milhões para a obra. “Vamos ampliar muito a nossa infraestrutura turística. Hoje, temos um espaço de 250 m², teremos outro 20 vezes maior. Salvador tem uma vocação natural para o turismo e o turismo náutico é o que mais cresce no Brasil. Somos a terceira cidade do país em número de escalas de navios”, disse o diretor da Codeba.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Armador CSAV cresce em volume.
26/07/2010
CSAV tem alta de 14% em volumes
Movimentações do primeiro semestre ultrapassam números do mesmo período de
2008.
A CSAV teve alta de 14% nos volumes movimentados globalmente no primeiro
semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2008. O total
registrado para os primeiros seis meses deste ano ficou em 1,2 milhão de
Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), de acordo com as
últimas estatísticas mensais da companhia.
No primeiro semestre de 2008 a empresa escoou 1 milhão de Teus; e 802.400
Teus no mesmo intervalo do exercício passado - quando a indústria marítima
estava imersa na recessão econômica.
Porém, os valores de frete ainda não retornaram para os níveis registrados
em 2008, sendo que o índice da companhia computou 1.819 pontos no mês
passado. No exercício passado, os números atingiam 1.246 pontos em agosto.
Conforme o armador informou em junho, a companhia espera movimentar 2,9
milhões de Teus até o final do ano, ante 1,8 milhão de Teus de 2007 e 2,2
milhões de Teus em 2008.
CSAV tem alta de 14% em volumes
Movimentações do primeiro semestre ultrapassam números do mesmo período de
2008.
A CSAV teve alta de 14% nos volumes movimentados globalmente no primeiro
semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2008. O total
registrado para os primeiros seis meses deste ano ficou em 1,2 milhão de
Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), de acordo com as
últimas estatísticas mensais da companhia.
No primeiro semestre de 2008 a empresa escoou 1 milhão de Teus; e 802.400
Teus no mesmo intervalo do exercício passado - quando a indústria marítima
estava imersa na recessão econômica.
Porém, os valores de frete ainda não retornaram para os níveis registrados
em 2008, sendo que o índice da companhia computou 1.819 pontos no mês
passado. No exercício passado, os números atingiam 1.246 pontos em agosto.
Conforme o armador informou em junho, a companhia espera movimentar 2,9
milhões de Teus até o final do ano, ante 1,8 milhão de Teus de 2007 e 2,2
milhões de Teus em 2008.
sábado, 31 de julho de 2010
EXPORTAÇÕES NA BAHIA / JULHO 2010
Publicado em 09/07/2010
EXPORTAÇÕES NA BAHIA CRESCERAM 46,8%
A Bahia apresentou, no primeiro semestre deste ano, uma expansão de 46,8% nas exportações em relação ao mesmo período de 2009. Na comparação entre junho de 2010 e de 2009, as vendas para o exterior tiveram aumento de 26,4%, de acordo com Núcleo de Comércio Exterior da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A economia em expansão produziu um resultado positivo nas exportações, segundo o secretário do Planejamento, Antônio Alberto Valença.“A Bahia obteve um superávit comercial de US$ 902 milhões, no período, 1,5% acima do primeiro semestre de 2009, e as exportações baianas representaram 4,7% das exportações brasileiras e 53,8% das exportações do Nordeste”, destacou.Na comparação entre o primeiro semestre de 2010 e o mesmo período de 2009, as vendas para o exterior atingiram US$ 4,14 bilhões. O crescimento das vendas foi sustentado pelo fator preço, que se elevou em média 14,7% no período.O secretário lembrou ainda que após a implantação do Porto Sul, em Ilhéus, haverá uma melhoria logística e competitiva da economia da Bahia. Estudos indicam que apenas o Porto Sul deve movimentar 40 milhões de toneladas/ano, o que é compatível com as exigências das grandes rotas internacionais.AgronegócioEmbaladas por boas safras e valorização no mercado internacional, as exportações de produtos do agronegócio foram importantes no resultado do semestre, rendendo ao estado US$ 1,53 bilhão. O resultado é 21,2% superior aos US$ 1,26 bilhão de igual período de 2009, com destaque para a celulose (+36%), derivados de cacau (+32%), frutas (+67%) e fumo (+22%). Com a economia em expansão e ajudada pelo dólar baixo, as importações cresceram mais que as exportações (67,5%), alcançando US$ 3,24 bilhões nos seis primeiros meses do ano.Érica de Sá
EXPORTAÇÕES NA BAHIA CRESCERAM 46,8%
A Bahia apresentou, no primeiro semestre deste ano, uma expansão de 46,8% nas exportações em relação ao mesmo período de 2009. Na comparação entre junho de 2010 e de 2009, as vendas para o exterior tiveram aumento de 26,4%, de acordo com Núcleo de Comércio Exterior da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A economia em expansão produziu um resultado positivo nas exportações, segundo o secretário do Planejamento, Antônio Alberto Valença.“A Bahia obteve um superávit comercial de US$ 902 milhões, no período, 1,5% acima do primeiro semestre de 2009, e as exportações baianas representaram 4,7% das exportações brasileiras e 53,8% das exportações do Nordeste”, destacou.Na comparação entre o primeiro semestre de 2010 e o mesmo período de 2009, as vendas para o exterior atingiram US$ 4,14 bilhões. O crescimento das vendas foi sustentado pelo fator preço, que se elevou em média 14,7% no período.O secretário lembrou ainda que após a implantação do Porto Sul, em Ilhéus, haverá uma melhoria logística e competitiva da economia da Bahia. Estudos indicam que apenas o Porto Sul deve movimentar 40 milhões de toneladas/ano, o que é compatível com as exigências das grandes rotas internacionais.AgronegócioEmbaladas por boas safras e valorização no mercado internacional, as exportações de produtos do agronegócio foram importantes no resultado do semestre, rendendo ao estado US$ 1,53 bilhão. O resultado é 21,2% superior aos US$ 1,26 bilhão de igual período de 2009, com destaque para a celulose (+36%), derivados de cacau (+32%), frutas (+67%) e fumo (+22%). Com a economia em expansão e ajudada pelo dólar baixo, as importações cresceram mais que as exportações (67,5%), alcançando US$ 3,24 bilhões nos seis primeiros meses do ano.Érica de Sá
domingo, 25 de outubro de 2009
Porto de Le Havre, na França, está de olho no biodiesel e etanol brasileiro
Porto de Le Havre, na França, está de olho no biodiesel e etanol brasileiro
O complexo portuário quer ser a principal porta de entrada de biocombustíveis brasileiros na Europa
Complexo registrou movimentação recorde em 2008
Que o mundo tem se voltado para o potencial brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis não é novidade. Tanto é que o porto francês de Le Havre já projeta uma demanda futura de movimentação de etanol e biodiesel produzidos no Brasil.
“A tendência é que haja uma maior exportação de biodiesel, pois boa parte da frota europeia é composta de veículos a diesel. No entanto, seja qual for a demanda, estaremos preparados para quando a Europa se abrir para os biocombustíveis do Brasil”, garantiu Jean-Pierre Bernard, representante do porto para o Mercosul e o Chile.
Segundo ele, hoje o porto já possui bastante representatividade no mercado petrolífero e isso será um fator determinante na escolha do complexo para a geração verde de combustíveis. “Somos o segundo terminal em termos de tráfego de petróleo no Norte da Europa”, garante.
Outro objetivo do complexo portuário francês é impulsionar a exportação de alimentos brasileiros, principalmente frutas, carnes e frutos do mar. “Queremos expandir a parceria com o Brasil”, aponta Linda Douet, Diretora de desenvolvimento internacional do porto.
Para isso, a diretora garante que até 2013 o complexo receberá investimentos da ordem de 700 milhões de euros. “Vamos implantar uma plataforma multimodal para tornar os custos logísticos melhores com a união do transporte ferroviário e fluvial, além disso, destinaremos recursos para outras áreas no terminal”, argumenta.
Falando em custos logísticos, esse foi um dos principais pontos destacados por Christian Leroux, Presidente da UMEP (União Marítima e Portuária) e Vice-presidente do conselho de governança do porto de Le Havre, para conquistar os exportadores brasileiros.
“Quando o empreendedor escolhe Le Havre, ao invés de Roterdã, na Holanda, por exemplo, ele deixa de pagar, em média, entre 300 a 500 euros por contêiner. Além disso, o exportador colabora com o meio-ambiente evitando a emissão de CO2, ao abreviar a viagem em 240 quilômetros”, pondera.
Comércio Brasil-França
No ano da França no Brasil, o porto de Le Havre tem muitos motivos para apostar na relação com as empresas brasileiras. Para se ter uma ideia, apenas em 2008 o tráfego entre o País e complexo portuário foi de 600 mil toneladas.
“O Brasil é o primeiro parceiro do porto de Le Havre na América Latina”, garantiu Linda.Segundo dados do complexo, no período, os principais produtos enviados pelo Brasil foram: alimentícios, café, tabaco e madeira e produtos derivados, como móveis. Já o mercado francês, enviou ao mercado brasileiro, principalmente, equipamentos de transporte, autopeças, produtos químicos e de borracha e querosene.
Os dados referentes a este ano não foram divulgados. Além disso, segundo os representantes do porto, ainda não possível fazer projeções para o próximo ano.
Crise
Mesmo com a eclosão da crise econômica mundial, Le Havre bateu recorde de movimentação no ano passado, com o aumento de 1,4% no volume ao operar 80,5 milhões de toneladas.
Este resultado, segundo Leroux, pode ser justificado pelo fato de que grande parte das movimentações portuárias são destinadas a região do Extremo Oriente que, se comparado com o resto do mundo, não sofreu tanto com os impactos da recessão.
O complexo portuário quer ser a principal porta de entrada de biocombustíveis brasileiros na Europa
Complexo registrou movimentação recorde em 2008
Que o mundo tem se voltado para o potencial brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis não é novidade. Tanto é que o porto francês de Le Havre já projeta uma demanda futura de movimentação de etanol e biodiesel produzidos no Brasil.
“A tendência é que haja uma maior exportação de biodiesel, pois boa parte da frota europeia é composta de veículos a diesel. No entanto, seja qual for a demanda, estaremos preparados para quando a Europa se abrir para os biocombustíveis do Brasil”, garantiu Jean-Pierre Bernard, representante do porto para o Mercosul e o Chile.
Segundo ele, hoje o porto já possui bastante representatividade no mercado petrolífero e isso será um fator determinante na escolha do complexo para a geração verde de combustíveis. “Somos o segundo terminal em termos de tráfego de petróleo no Norte da Europa”, garante.
Outro objetivo do complexo portuário francês é impulsionar a exportação de alimentos brasileiros, principalmente frutas, carnes e frutos do mar. “Queremos expandir a parceria com o Brasil”, aponta Linda Douet, Diretora de desenvolvimento internacional do porto.
Para isso, a diretora garante que até 2013 o complexo receberá investimentos da ordem de 700 milhões de euros. “Vamos implantar uma plataforma multimodal para tornar os custos logísticos melhores com a união do transporte ferroviário e fluvial, além disso, destinaremos recursos para outras áreas no terminal”, argumenta.
Falando em custos logísticos, esse foi um dos principais pontos destacados por Christian Leroux, Presidente da UMEP (União Marítima e Portuária) e Vice-presidente do conselho de governança do porto de Le Havre, para conquistar os exportadores brasileiros.
“Quando o empreendedor escolhe Le Havre, ao invés de Roterdã, na Holanda, por exemplo, ele deixa de pagar, em média, entre 300 a 500 euros por contêiner. Além disso, o exportador colabora com o meio-ambiente evitando a emissão de CO2, ao abreviar a viagem em 240 quilômetros”, pondera.
Comércio Brasil-França
No ano da França no Brasil, o porto de Le Havre tem muitos motivos para apostar na relação com as empresas brasileiras. Para se ter uma ideia, apenas em 2008 o tráfego entre o País e complexo portuário foi de 600 mil toneladas.
“O Brasil é o primeiro parceiro do porto de Le Havre na América Latina”, garantiu Linda.Segundo dados do complexo, no período, os principais produtos enviados pelo Brasil foram: alimentícios, café, tabaco e madeira e produtos derivados, como móveis. Já o mercado francês, enviou ao mercado brasileiro, principalmente, equipamentos de transporte, autopeças, produtos químicos e de borracha e querosene.
Os dados referentes a este ano não foram divulgados. Além disso, segundo os representantes do porto, ainda não possível fazer projeções para o próximo ano.
Crise
Mesmo com a eclosão da crise econômica mundial, Le Havre bateu recorde de movimentação no ano passado, com o aumento de 1,4% no volume ao operar 80,5 milhões de toneladas.
Este resultado, segundo Leroux, pode ser justificado pelo fato de que grande parte das movimentações portuárias são destinadas a região do Extremo Oriente que, se comparado com o resto do mundo, não sofreu tanto com os impactos da recessão.
domingo, 16 de agosto de 2009
CMA CGM e MSC lançam serviço conjunto entre Europa e Atlântico Sul
A CMA CGM e a MSC anunciaram o lançamento de um novo serviço conjunto
entre o norte da Europa, o Atlântico Sul e o Golfo do México a partir do
final de setembro.
O novo serviço será chamado de New Victory Bridge e será operado, com sete
navios com capacidade entre 5,7 mil Teus (unidade de medida equivalente a
um contêiner de 20 pés) e 6 mil Teus.
A rotação será: Antuérpia, Felixstowe, Bremerhaven, Le Havre, Charleston,
Savannah, Freeport, Vera Cruz, Altamira, Houston, Nova Orleans, Freeport,
Savannah, Charleston e Antuérpia.
A CMA CGM disse que os trades do Atlântico Sul e Golfo do México
(incluindo a região americana do Golfo) são a rotas comerciais em que o
grupo investiu mais fortemente nos últimos anos. A afirmação foi feita por
Jean Philippe Thenoz, vice-presidente da CMA para a América do Norte.
entre o norte da Europa, o Atlântico Sul e o Golfo do México a partir do
final de setembro.
O novo serviço será chamado de New Victory Bridge e será operado, com sete
navios com capacidade entre 5,7 mil Teus (unidade de medida equivalente a
um contêiner de 20 pés) e 6 mil Teus.
A rotação será: Antuérpia, Felixstowe, Bremerhaven, Le Havre, Charleston,
Savannah, Freeport, Vera Cruz, Altamira, Houston, Nova Orleans, Freeport,
Savannah, Charleston e Antuérpia.
A CMA CGM disse que os trades do Atlântico Sul e Golfo do México
(incluindo a região americana do Golfo) são a rotas comerciais em que o
grupo investiu mais fortemente nos últimos anos. A afirmação foi feita por
Jean Philippe Thenoz, vice-presidente da CMA para a América do Norte.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Movimentação em Rio Grande bate recorde em maio
Movimentação em Rio Grande bate recorde em maio
Embarques subiram 33,1% no confronto com período anterior
No mês de maio, o Porto de Rio Grande registrou a maior movimentação mensal do ano em volume de cargas embarcadas e desembarcadas. De acordo com informações locais, houve no período um fluxo de 3.141.928 toneladas no quinto mês do ano, o que conferiu um acréscimo de 23,1% com relação ao mesmo mês de 2008.
Em comparação com o maio de 2008, os embarques subiram 33,1% (2.353.524 toneladas) e os desembarques 0,7% (788.404 toneladas). Além disso, essa é a segunda maior marca mensal da história do porto rio-grandino, somente perdendo para julho de 2007 quando foram operadas 3.165.874 toneladas.
Por segmento de carga foi registrado alta em todos os setores no mês de maio. A movimentação de granéis líquidos subiu 36,2% (391.104 toneladas), seguida pela de granéis sólidos, com alta de 23,9% (2.152.570 toneladas), e pela de carga geral, com incremento de 13,6% (598.254 toneladas).
Os embarques de granéis agrícolas em maio também alcançaram a maior movimentação mensal do ano com 1.665.376 toneladas (+43,3%). Entre os granéis embarcados destacaram-se a soja em grão com o maior volume, 1.303.203 toneladas (+54,9%) e o trigo com o maior crescimento, 197,6% (93.869 toneladas).
De acordo com o porto, os desembarques de granéis agrícolas seguiram a mesma tendência e fecharam o mês de maio com alta de 32,1%, atingindo um volume de 156.496 toneladas. Nessa área, a soja em grão também se destacou com incremento de 38,8% (94.497 toneladas).
Embarques subiram 33,1% no confronto com período anterior
No mês de maio, o Porto de Rio Grande registrou a maior movimentação mensal do ano em volume de cargas embarcadas e desembarcadas. De acordo com informações locais, houve no período um fluxo de 3.141.928 toneladas no quinto mês do ano, o que conferiu um acréscimo de 23,1% com relação ao mesmo mês de 2008.
Em comparação com o maio de 2008, os embarques subiram 33,1% (2.353.524 toneladas) e os desembarques 0,7% (788.404 toneladas). Além disso, essa é a segunda maior marca mensal da história do porto rio-grandino, somente perdendo para julho de 2007 quando foram operadas 3.165.874 toneladas.
Por segmento de carga foi registrado alta em todos os setores no mês de maio. A movimentação de granéis líquidos subiu 36,2% (391.104 toneladas), seguida pela de granéis sólidos, com alta de 23,9% (2.152.570 toneladas), e pela de carga geral, com incremento de 13,6% (598.254 toneladas).
Os embarques de granéis agrícolas em maio também alcançaram a maior movimentação mensal do ano com 1.665.376 toneladas (+43,3%). Entre os granéis embarcados destacaram-se a soja em grão com o maior volume, 1.303.203 toneladas (+54,9%) e o trigo com o maior crescimento, 197,6% (93.869 toneladas).
De acordo com o porto, os desembarques de granéis agrícolas seguiram a mesma tendência e fecharam o mês de maio com alta de 32,1%, atingindo um volume de 156.496 toneladas. Nessa área, a soja em grão também se destacou com incremento de 38,8% (94.497 toneladas).
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