domingo, 4 de agosto de 2019
Governo isenta taxa de importação sobre 281 bens de capital e informática
Governo isenta taxa de importação sobre 281 bens de capital e informática
Segundo o Ministério da Economia, medida visa atrair investimentos ao país; motores a diesel, empilhadeiras e camas hospitalares estão entre os beneficiados
O Ministério da Economia reduziu para zero a tarifa do Imposto de Importação de 281 bens de capital e de informática. A medida foi publicada nesta sexta-feira, 2, em portaria no Diário Oficial da União e passa a valer em dois dias. Entre os itens com a alíquota zerada estão motores, máquinas agrícolas e peças de impressoras.
Segundo o ministério, o objetivo é promover a atração de investimentos para o Brasil, desonerando os aportes direcionados a empreendimentos de alguns setores da economia.
As taxas zeradas valem até 2021. Ao todo, 260 bens de capital — equipamentos utilizados para a fabricação de produtos para consumo — tiveram a taxa de importação reduzida de 14% para zero. Desses, 240 representam novos produtos e outros 21 são renovações de isenção tarifária. Entre os bens afetados pela medida estão motores a diesel, empilhadeiras e guindastes.
Além disso, outros 21 bens de informática e telecomunicação, uma subdivisão dos bens de capital, terão a alíquota reduzida de 16% para zero. Entre eles estão dispositivos usados em impressoras e sistemas biométricos.
De acordo com a Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), somente em 2019 um total de 1.189 bens tiveram suas tarifas zeradas, incluindo essas duas categorias.
Fonte: Revista VEJA
2 ago 2019
terça-feira, 2 de julho de 2019
País registra superávit de US$ 27,13 bi no primeiro semestre
País registra superávit de US$ 27,13 bi no primeiro semestre
A queda do preço de várias commodities (bens primários com cotação internacional) exportadas e o leve crescimento das importações fizeram o saldo da balança comercial diminuir no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo assim, foi o terceiro melhor da história para o primeiro semestre, de US$ 27,13 bilhões, só perdendo para os seis primeiros meses de 2018 (US$ 30,02 bilhões) e de 2017 (US$ 36,21 bilhões). O superávit é 9,6% inferior ao do mesmo período do ano passado.
Em junho, o Brasil exportou US$ 5,02 bilhões a mais do que comprou do exterior. Apesar da queda de 13,3% em relação ao superávit de junho do ano passado, o valor é o terceiro melhor para o mês, inferior apenas ao registrado em junho de 2018 (US$ 5,79 bilhões) e de 2017 (US$ 7,18 bilhões).
Commodities
Depois de fechar 2018 com superávit de US$ 58,959 bilhões, a balança comercial registrou recuo no primeiro semestre, provocado, principalmente, pelo desempenho das exportações, que caíram 1,8% pela média diária, somando US$ 110,89 bilhões nos seis primeiros meses do ano. A alta, de acordo com a Secretaria Especial de Comércio Exterior do Ministério da Economia, decorreu principalmente da queda média de 3,33% dos preços das mercadorias exportadas, o que não compensou o aumento de 1,58% no volume embarcado.
Na agropecuária, o preço médio das mercadorias exportadas caiu 10,9%, contra queda média de 4,7% no preço dos bens da indústria de transformação. Apenas os preços da indústria extrativa, beneficiados principalmente pela alta do petróleo no mercado internacional, registraram alta média de 5,1%.
As importações, em contrapartida, aumentaram. No primeiro semestre, o país comprou do exterior US$ 83,76 bilhões, valor 0,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. As compras de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) subiram 5,4% de janeiro a junho. As aquisições de bens intermediários aumentaram 1,9%.
O preço médio das mercadorias importadas caiu 5,92% no primeiro semestre, mas a quantidade comprada do exterior aumentou 7,14%.
Estimativa para 2019
Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2018 em US$ 58,959 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2019. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 50,8 bilhões para este ano. Até o mês passado, o Ministério da Economia projetava superávit de US$ 50,1 bilhões para o saldo da balança comercial em 2019.
Fonte: Jornal A Tarde
01/07/2019
sábado, 29 de junho de 2019
União Europeia e Mercosul fecham acordo comercial negociado há 20 anos
União Europeia e Mercosul fecham acordo comercial negociado há 20 anos.
A União Europeia e o Mercosul fecharam o acordo comercial que começou a ser negociado em 1999. O anúncio oficial deve ser feito ainda nesta sexta-feira (28).
O presidente Jair Bolsonaro comemorou o acordo em publicação nas redes sociais. "Histórico! Nossa equipe, liderada pelo Embaixador Ernesto Araújo, acaba de fechar o Acordo Mercosul-UE, que vinha sendo negociado sem sucesso desde 1999", afirmou o presidente.
"Esse será um dos acordos comerciais mais importantes de todos os tempos e trará benefícios enormes para nossa economia", disse Bolsonaro.
No início da tarde desta sexta, o Ministério da Agricultura, em uma rede social, comemorou e chamou a assinatura do acordo de "momento histórico, aguardado há 20 anos".
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, viajaram para Bruxelas, onde as negociações se intensificaram nos últimos dias. A cidade é capital da Bélgica e uma das sedes do parlamento europeu.
O acordo de livre-comércio envolve os 28 países da UE e as quatro nações que fazem parte do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai). Os dois blocos juntos reúnem cerca de 750 milhões de consumidores.
O secretário de Comércio Exterior, Marcos Troyjo, que está em Bruxelas e integra a equipe de negociadores, disse ao blog que esse é o maior acordo comercial já celebrado. "São 750 milhões de consumidores e um PIB de US$17 trilhões", disse.
De acordo com informações do Ministério da Agricultura, o bloco europeu atualmente é o segundo maior parceiro do Mercosul, atrás da China. Os países sul-americanos exportam para a União Europeia principalmente produtos agrícolas. Já os europeus exportam produtos industriais, como autopeças, veículos e farmacêuticos.
Nesta quinta (27), às vésperas da reunião de cúpula do G20 no Japão, o presidente da França, Emmanuel Macron, havia dito que não assinaria nenhum acordo comercial com o Brasil se o país se retirasse do acordo climático de Paris, o que poderia ser um entrave nos trabalhos das negociações comerciais UE-Mercosul.
Nesta sexta, em conversa com Macron em Osaka, Bolsonaro sinalizou que o Brasil vai continuar no acordo do clima.
Fonte: Por João Borges
Comentarista da GloboNews. Trabalhou em 'O Estado de S. Paulo', 'O Globo' e Banco Central
28/06/2019
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
Indústria naval já tem novo encontro confirmado em 2019
A Marintec South America 2019 já tem data marcada: será realizada de 13 a 15 de agosto, mais uma vez no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro. A próxima edição é a 16ª da feira de negócios, que é reconhecida como o principal evento da América do Sul dedicado aos setores da construção naval, manutenção e operações. Na mesma data e local está confirmada a 2ªedição da Man.U.Tec, feira de Manutenção e Utilidades Industriais.
De 14 a 16 último, a Marintec 2018 e a estreante Man.U.Tec 2018, receberam mais de quatro mil profissionais que puderam conferir as novidades da indústria naval e offshore, expostas por mais de 80 marcas nacionais e internacionais, e participar gratuitamente de cerca de 90 apresentações, entre palestras, workshops e treinamentos.
O saldo das duas feiras de negócios, entre os empresários e especialistas que marcaram presença no Centro de Convenções SulAmérica, seja com expositores ou como visitantes, foi positivo. "Há uma disposição nova de começar o quanto antes a reestruturar a dinâmica dos negócios na indústria naval brasileira. E, para nós, organizadores da Marintec/Man.U.Tec, é muito gratificante saber que colaboramos para este novo momento", comentou o diretor do portfólio de infraestrutura da UBM Brazil, Renan Joel.
Durante os três dias de eventos, foram diversos depoimentos que sinalizaram o começo de uma retomada dos investimentos e dos negócios no universo naval. Como a afirmação do gerente de Negócios da Pesa, Esdro Câmara Júnior, "acredito que em 2019 começarão a aparecer os primeiros resultados. Na Marintec, recebemos muitas visitas de armadores interessados em nosso catálogo de produtos".O vice-presidente de vendas da Navalex, Michael Vasallo, também comentou: "foi possível perceber que há um certo otimismo no mercado por parte dos empresários e a percepção geral é que a situação é um pouco melhor. Isso ajuda muito nos negócios".
Fechamento de novos negócios
O engenheiro naval Ricardo de Almeida comentou estar surpreso com a mudança no clima das empresas que participam do evento. "No ano passado era nítido um certo pessimismo e prostração do mercado, mas este ano foi diferente. Você percebe que os estandes estão cheios e que há uma disposição mais franca para os negócios". Almeida lamenta, entretanto, o pequeno número de empresas nacionais participando este ano da Marintec. "Infelizmente, é o reflexo das dificuldades que vivemos".
O gerente comercial da Napro Service, empresa de manutenção naval, Daniel Borges, frequenta todos os anos o evento. "Vim em busca de sistemas de propulsão e de eixo. Encontrei muitas empresas que podem nos atender".
Outro profissional que visitou a feira em busca de fornecedores foi o representante da Intertek, especializada em inspeção e certificação, Paulo Henrique da Silva. "Estamos à procura de provedores de tubos, válvulas e geradores. Todos os anos, consigo encontrar na Marintec muita variedade. A vantagem é que, aqui, otimizo meu tempo, pois há diversas empresas em um único lugar".
Para Fernando Hidalgo, diretor da CCE, empresa certificadora de conteúdo local, o evento é uma oportunidade de se atualizar sobre o que há de mais novo no mercado. "Conseguimos saber qual é o real momento da indústria naval, além de descobrir quais são as últimas novidades das maiores empresas do setor no País", conclui.
Fonte: PortoGente
Assessoria de Comunicação
30 de Agosto de 2018 às 00:08
Terminal Multicargas do Porto do Açu já supera volume movimentado em 2017
O Terminal Multicargas do Porto do Açu (T-MULT), no litoral Norte do estado do Rio de Janeiro, movimentou 600 mil toneladas nos primeiros oito meses de 2018, superando o volume registrado ao longo de todo o ano passado. Em dois anos de operação, já são 1 milhão e trezentas mil toneladas movimentadas, 55 embarcações recebidas e quase 38 mil carretas expedidas. Hoje, o T-MULT movimenta coque, carvão, bauxita e gipsita, além de carga geral e de projetos. O terminal ainda tem autorização para operar veículos e contêineres.
Segundo o diretor de Operações da Porto do Açu, Ideraldo Goulart, superar a movimentação de um ano inteiro em oito meses é só o indício de um desenvolvimento natural. “O T-MULT tem atingido um volume de movimentação de carga crescente e isso é resultado dos esforços das nossas áreas comercial e operacional. Investimos constantemente na melhoria de nossos processos e treinamentos e, aos poucos, nos consolidamos como importante alternativa logística e portuária para as empresas brasileiras”.
O T-MULT movimentou cargas inéditas neste ano, incluindo pás eólicas e gipsita, também conhecida como pedra de gesso ou somente gesso. É um minério composto por sulfato de calcário hidratado e tem diversas aplicações. O navio Star Grip, carregado com 10 mil toneladas de gipsita, veio do Porto de Garrucha, na Espanha, e atracou no início do mês, no terminal. Todo o material foi expedido para cimenteiras localizadas em Matozinhos, em Minas Gerais.
Para o gerente comercial da Porto do Açu, Ricardo Collares, a atração de novas cargas confirma a eficiência operacional do T-MULT. “A ampliação do portfólio de cargas no terminal reforça nossa vocação original multicargas e abre mais uma porta de entrada e saída aos nossos clientes, mantendo excelência operacional e foco em segurança”.
As informações são da assessoria de Comunicação da Prumo Logística.
Bruno Merlin
03 de Setembro de 2018 às 19:09
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Novo joint service inicia operação no Sepetiba Tecon
PORTOS E LOGÍSTICA Quarta, 18 Outubro 2017 17:47
O Sepetiba Tecon confirma a operação em seu terminal de um novo joint service de/para a Europa, composto pelos principais armadores do mercado: Maersk, Hamburg Sud e CMA-CGM. O serviço terá duas escalas semanais, uma de importação e outra de exportação, e atenderá os mercados do Mediterrâneo e Norte da Europa.
Com o transit time mais rápido entre a região sudeste e alguns portos da Europa e Mediterrâneo, o serviço será atendido por navios modernos e com capacidade de até 10.500 TEUs. O primeiro navio vindo da Europa em direção ao terminal do Sepetiba Tecon, localizado no Porto de Itaguaí (RJ), será o MV Magdalena, com 300 m de comprimento e 48 m de largura, com chegada em outubro/2017.
Em 2016 o terminal movimentou 140.024 contêineres e em 2017 o número, até setembro, é de 119.627 contêineres movimentados. Segundo Jorge Mello, diretor do Sepetiba Tecon, com esse serviço o terminal irá aumentar sua movimentação em 45 mil contêineres/ano com cargas que atendem aos setores automotivo, cafeeiro, químico, entre outros. “Essa conquista mostra que somos um terminal competitivo e estamos inseridos no cenário das novas demandas do mercado. Além disso, reafirma nossa posição como um dos maiores e mais importantes terminais do Brasil”, diz Mello.
Hoje, o Sepetiba Tecon oferece serviços diretos que atendem o Golfo e a Ásia e possui capacidade de receber navios de grande porte, concentrando e distribuindo cargas para os demais portos brasileiros. Para o Golfo o terminal oferece escalas semanais de exportação, já para a Ásia são duas escalas semanais de importação e uma de exportação. Na linha da Ásia o Sepetiba Tecon possui grandes diferencias: é o único porto da região sudeste com dois serviços semanais com conexões diretas, englobando todos os armadores que navegam entre a América do Sul e Ásia e o que oferece o menor transit time, já que é a primeira escala na chegada e a última na saída. Outro serviço que coloca o terminal em destaque é o da cabotagem. No estado do Rio de Janeiro, o Sepetiba Tecon é o maior em cargas de cabotagem, o que mostra sua vocação para hub port (porto de concentração de carga).
Para expandir ainda mais os seus serviços, o terminal está concluindo a dragagem de manutenção da bacia de evolução do Porto, área de manobra e berços do terminal prevendo a profundidade para cota de -15,70m, no valor de aproximadamente R$ 29 milhões. Outro investimento previsto é a aquisição de 8 novos equipamentos, sendo 6 RTGs (Rubber Tired Gantry) e 2 Portainers que trarão mais eficiência operacional para as atividades do terminal, com valor aproximado de R$ 134,5 milhões. Para expansão da capacidade do terminal, está prevista a adequação dos berços 302/303, que consistirá basicamente no prolongamento do cais existente em 273m e melhorias e aquisições que somarão um investimento estimado em R$ 652 milhões. Todos os resultados e investimentos fazem do Sepetiba Tecon uma importante alavanca para a retomada da economia do Rio de Janeiro.
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Sites que ajudam o empreendedor a exportar
Sites que ajudam o empreendedor a exportar:
Conheça sites e plataformas que podem ser usadas para alavancar seu negócio no exterior
Como o dólar alto, muitos empreendedores estão pensando em começar a exportar. Conheça sites e plataformas que podem ajudá-lo nesse processo.
Apex-Brasil: realiza diferentes ações de promoção comercial, no Brasil e no exterior, como rodadas de negócio e apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais. Conta também com um programa voltado ao empresário que ainda não exporta, chamado Projeto Extensão Industrial Exportadora (Peiex), feito em parceria com universidades e centros de pesquisa.
Site “Internacionalização”: mantido pelo Sebrae, funciona como uma espécie de diagnóstico para o empreendedor descobrir o estágio em que a empresa está em relação a um processo de expansão para outros países. Após o resultado do questionário, é possível tirar dúvidas com especialistas em comércio exterior.
Programa de Apoio Tecnológico à Exportação (Progex): iniciativa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) que oferece atendimento às micro, pequenas e médias empresas brasileiras para adequar os produtos às exigências técnicas de determinado mercado externo.
Alibaba.com: plataforma por meio da qual as pequenas empresas podem encontrar fornecedores, anunciar e vender produtos para outras companhias.
MelhorCâmbio: site que compara taxas entre casas de câmbio.
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07/04/2016
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
G6 Alliance pretende se manter inalterada até o fim de 2016
Após o anúncio sobre a proposta de compra da NOL pela francesa CMA CGM, ainda aguardando aprovações, a empresa garantiu que estrutura de serviços atual irá se manter estável
No dia 7 de dezembro, a Neptune Orient Lines (NOL), empresa controladora da APL, membro do G6 Alliance, recebeu a proposta oficial de aquisição, noticiada na ocasião pelo Guia Marítimo News. Até que a transação seja finalizada, no entanto, o G6 Alliance faz questão de garantir que a sua estrutura de serviços peramanecerá inabalada, e espera que as operações continuem da forma como já estão alinhados durante todo o ano de 2016.
O motivo de tanta insegurança é que a CMA CGM, empresa adquirente da NOL, faz parte da O3 Alliance nos serviços Leste-Oeste, e divulgou que, quando as autoridades antitruste liberarem a transação, gostariam de passar a NOL para a Ocean Three, de acordo com uma declaração do vice-presidente da empresa francesa, Rodolphe Saadéhe. Com a decisão, a APL, que pertence ao G6 Alliance, teria que deixar o grupo. A marca APL ainda seria mantida, porém abriria os acessos da CMA CGM a novos mercados”, declarou o vice-presidente.
Os potenciais compradores e vendedores esperam que a autorização sobre a compra da NOL seja divulgada em meados de 2016, com conclusão das transações de fato por volta de agosto do ano que vem. Se, no entanto, houver previsão de qualquer alteração futura, o G6 Alliance comprometeu-se a divulgar as decisões tão logo elas aconteçam.
Entre as afiliadas do G6 Alliance, estão: APL, Hapag-Lloyd, Hyundai Merchant Marine, Mitsui O.S.K. Lines, Nippon Yusen Kaisha and Orient Overseas Container Line. Além da francesa CMA CGM, Ocean Three compreende também a UASC (United Arab Shipping Company) e a CSCL (China Shipping Container Lines), cuja fusão com a COSCO (China Ocean Shipping Group) acaba de ser aprovada pelo governo chinês.
Fonte: Guia Marítimo
Logística integrada: intermodalidade é vista como alavanca de negócios e gerador de economia de escala aos importadores e exportadores
Em parceria com a MRS, Sepetiba Tecon lançou solução porto-a-porta que possibilita descarregar os contêineres no porto e realizar entrega no destino via ferrovia
“Considerando as dimensões continentais do Brasil, a intermodalidade é a única forma de se viabilizar uma logística integrada”. A afirmação é do gerente comercial do Sepetiba Tecon, Maurício Simões Lopes. Vista como uma importante cadeia para uma melhor competitividade do setor e da logística como um todo, a intermodalidade hoje é um passo para que os resultados da cadeia produtiva sejam eficientes e positivos.
Nesse sentido, em parceria com a MRS, o Tecon lançou uma solução porto-a-porta que possibilita descarregar os contêineres no porto e realizar a entrega no destino via ferrovia. O Porto-a-Porta conta ainda com seguro reduzido da carga (ad valorem 0,03%) e opera no sistema round-trip que inclui o retorno ou coleta dos contêineres vazios. “A nossa vantagem é que estamos localizados em um porto com acessos ferroviário e rodoviário excelentes, o que nos permite tirar o máximo de proveito da intermodalidade, com resultados expressivos para as cadeias de valor dos segmentos siderúrgico, automotivo, mineral/metálico, químico e alimentício, dentre outros”, ressalta Simões Lopes.
Segundo o executivo a escolha pela MRS veio de encontro a um parceiro que também oferecesse aos clientes, um padrão de qualidade excelente. “A MRS está levando o transporte de contêineres muito a sério, por isso está crescendo mais de 35% esse ano nesse segmento. A nossa opinião é que ainda há muitas ineficiências logísticas que podem ser convertidas em oportunidades no mercado e que esse é um caminho sem volta. Quando o cliente “descobre” que ele pode fazer mais pagando menos, nunca mais volta atrás”.
Um grande desafio para as organizações que querem se destacar pelo alto padrão de qualidade dos produtos e serviços – de modo a atender da melhor maneira às necessidades do mercado e dos clientes – o novo serviço, na opinião do gerente comercial mudará radicalmente a forma como as empresas fazem a logística terrestre das suas cargas, além de reduzir os patamares de custos a níveis ainda mais competitivos. “Quanto mais cargas conseguirmos colocar no trem, melhor o serviço será, pois, os volumes começarão a viabilizar “trens expressos”, que reduzirão consideravelmente os tempos de trânsito terrestres”.
Acreditando na intermodalidade como alavanca de negócios e gerador de economia de escala aos importadores e exportadores, o executivo acrescenta que além de todos os benefícios oferecidos pela integração, os clientes poderão eliminar etapas ineficientes de suas cadeias, viabilizando principalmente a exportação de cargas. “Elas são mais sensíveis aos custos logísticos, como commodities agrícolas e mineral/metálicas, que ainda passam por um processo de conteinerização no Brasil”.
Fonte: Guia Marítimo
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Exportações de carne bovina somam US$ 2,7 bilhões no primeiro semestre de 2015
27/07/2015
Exportações de carne bovina somam US$ 2,7 bilhões no primeiro semestre de 2015
Fim de embargos e abertura de mercados foram os grandes destaques do período para a indústria brasileira
Andrezza Queiroga
O faturamento com as exportações de carne bovina brasileira, no primeiro semestre de 2015, atingiu US$ 2,7 bilhões. No período foram embarcadas mais de 656 mil toneladas do produto. Os destaques em crescimento nos seis primeiros meses (em comparação com 2014) do ano foram Egito, com 25% de aumento em faturamento e 28% em volume; e Estados Unidos, que comprou 83% mais carne industrializada, representando um crescimento de 61% em faturamento.
No total das exportações, quando comparado com o primeiro semestre de 2014, o setor registrou uma retração no volume exportado (14%) e em faturamento (18%). Os números devem-se, em grande parte, à queda nas exportações para três grandes mercados: Hong Kong, Rússia e Venezuela, influenciada pelo cenário internacional, com crise do petróleo e variações cambiais, que acabou atingindo diversos setores da exportação brasileira.
Mesmo com queda no período, o setor espera uma recuperação para o segundo semestre, já que os seis primeiros meses de 2015 também foram marcados por grandes conquistas, como o fim dos embargos da China, Iraque e África do Sul, e a abertura do mercado americano.
“China e Estados Unidos eram nossos mercados estratégicos para este ano. Depois de anos de luta do setor, conseguimos reverter essa situação e parabenizamos a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, que colocou o setor em sua pauta de negociações e atuou com empenho na finalização desses processos”, afirma Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC – Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne.
Fonte: Guia Marítimo
domingo, 21 de junho de 2015
Embraport investe R$ 11,8 milhões em novo armazém alfandegado no Porto de Santos
19/06/2015
Com investimento de R$ 11,8 milhões, a Embraport iniciará nos próximos dias as obras de construção de um novo armazém alfandegado nas instalações do terminal. Com cinco mil metros quadrados de área construída, que poderá ser expandido para 12 mil metros, o local concentrará todas as atividades relacionadas ao contêiner, como consolidação e desconsolidação de cargas fracionadas e “crossdocking” (a estufagem e desova direta para caminhões).
Segundo Ernst Schulze, CEO da Embraport, o conceito é o terminal se tornar um complexo multimodal, que ofereça serviços por via marítima, rodoviária e ferroviária. “Além disso, estamos realizando importantes investimentos para atrair novos clientes e posicionar a Embraport como um provedor logístico completo, com conceito de “one stop shop”, ou seja, que ofereça serviços integrados, como LCL, cross-docking, ferrovia, entre outros. Neste quesito, o novo armazém será um grande diferencial para as operações do terminal” finaliza. A previsão é que o novo armazém fique pronto até o final de 2015.
Fonte: Guia Marítimo
Brasil quer retomar exportação de carne bovina para Arábia Saudita
19/06/2015
Mapa e autoridades sanitárias sauditas se reuniram para dar prosseguimento aos entendimentos para reabertura do mercado
Técnicos do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) começaram a coletar as informações solicitadas pelas autoridades sanitárias da Arábia Saudita para voltar a importar carne bovina brasileira, inclusive os derivados do produto. Eles também analisaram com os sauditas a possibilidade de ampliar o comércio de carne de aves do Brasil para aquele mercado.
Durante reunião, os representantes sauditas relataram as visitas que fizeram aos estados do Pará, de Mato Grosso e Pernambuco para avaliar as atuais condições de estabelecimentos de carne bovina. A SFDA (Missão Veterinária da Saudi Food and Drug Authority) também visitou seis estabelecimentos de produção de aves, um laboratório e uma granja para coletar informações e avaliar o controle oficial brasileiro em relação à exportação de carne de aves para a Arábia Saudita.
Fonte: Guia Marítimo
Mercosul Line anuncia nova escala em Pecém
19/06/2015
O serviço será quinzenal mantendo o porto exclusivamente como descarga para embarques dos portos de Santos, Itajaí, Paranaguá e Itaguaí
A partir no final do mês, a Mercosul Line passará a embarcar regularmente cargas com destino ao Porto de Pecém (CE). Segundo o comunicado emitido pela companhia, o complexo será mantido exclusivamente como porto de descarga para embarques realizados nos portos de Santos (SP), Itajaí (SC), Paranaguá (PR) e Itaguaí (RJ).
Para a empresa, dessa forma será possível atender a demanda de mercado, oferecendo, mas uma opção aos clientes. A rota será mantida quinzenalmente.
“O maior objetivo da nova rota é melhor atendê-los, acrescentando maior capacidade e frequência ao novo porto na escala, e visando entregar uma solução de logística eficiente e completa”, disse a Mercosul Line em comunicado.
domingo, 8 de junho de 2014
Exportação de couro registrou US$ 258 milhões no mês de maio
Exportação de couro registrou US$ 258 milhões no mês de maio
Participação do item couro nas exportações brasileiras ficou em 1,3%.Leia Mais
A Secretaria de Comércio Exterior do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) divulgou números prévios das exportações de couros e peles no mês de maio. O balanço destaca um total de US$ 258 milhões em exportações de couros e peles no mês, com valor acumulado no ano alcançando US$ 1,218 bilhão, de acordo com apuração do setor de Inteligência Comercial do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB).
Os números demonstram uma manutenção das posições do couro brasileiro junto ao comércio internacional, buscando uma diversificação de mercados. A participação do item couro nas exportações brasileiras ficou em 1,3%. Com um superávit de US$ 712 milhões em maio, o saldo da balança comercial brasileira acumulado teve o déficit reduzido para US$ 4,854 bilhões.
fonte: Guia Marítimo
Hapag-Lloyd e CSAV anunciam fusão
Hapag-Lloyd e CSAV anunciam fusão
Empresas compõem agora a quarta maior operadora do mundo.
As empresas que anunciaram a fusão formam agora a quarta maior operadora de contêineres do mundo, atrás da Maersk Line, Mediterranean Shipping Co e CMA CGM. Todas européias. O novo grupo terá uma frota de cerca de 200 navios com 7.5m TEU por ano. A sede será em Hamburgo, com um escritório regional no Chile.
As conversar sobre a fusão começaram em janeiro e as empresas já tinham anunciado as conversações no ano passado. Embora classificado como uma fusão, o negócio é na verdade uma aquisição, com a CSAV sendo absorvida em um braço bem menor.
A Hapag-Lloyd é atualmente a número seis do mundo, com uma frota total de 760.000 Teus. A CSAV é 19 maior linha do mundo, com capacidade de serviço na ordem de 327.300 Teus.
A CSAV se torna agora o acionista principal na Hapag- Lloyd. Inicialmente a empresa deve deter uma participação de 30%. Os parceiros concordaram com um aumento de € 370 milhões de capital, uma vez que a operação tenha sido concluída, para que CSAV contribua com € 259m. Essa transação ainda está sujeita às aprovações regulamentares necessárias.
fonte: Guia Marítimo
sábado, 2 de novembro de 2013
Crise de Eike freia obra de superporto - Município de São João da Barra perdeu R$ 36 milhões em arrecadação no 1º semestre
Anunciado em 2006 pelo Grupo EBX, a construção do Superporto do Açu, em São João da Barra, no Rio de Janaeiro teve investimento previsto de R$ 3,8 bilhões. Com a queda das ações e os problemas enfrentados pelo grupo, as obras desaceleraram e os reflexos da crise começaram a aparecer. No primeiro semestre de 2013, São João da Barra perdeu R$ 36 milhões em arrecadação e viu 1.332 postos formais de emprego desaparecerem.
Em 2011, com o trabalho no porto ainda intenso, o município chegou a ocupar a 18ª posição no ranking de emprego e renda da Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro). Hoje, ocupa o 34º lugar.
Com o declínio das obras impactos foram causados no município como restaurantes e pousadas vazios ou fechados. Comerciantes contabilizam prejuízos, moradores contestam a desapropriação de terrenos e agricultores sofrem os efeitos dos impactos ambientais da construção.
Durante o processo de dragagem para usar areia para aterrar a área do porto, um erro de planejamento teria feito com que propriedades próximas recebessem água do mar e ficassem salinizadas.
Lançado por Eike Batista, o superporto do Açu, no entanto, não está mais sob controle do empresário. Em setembro, a LLX, responsável pelo porto, assinou acordo com o grupo EIG para um investimento de até R$ 1,3 bilhão na companhia que se tornou o controlador da empresa.
01/11/1974
Maiores armadores mundiais confirmam interesse em HAROPA
O Porto de Le Havre está no coração da nova “Rede P3” de linhas marítimas europeias escaladas pelos três maiores armadores do mundo, Maersk Line, MSC e CMA-CGM. Haropa, 5º maior complexo portuário do norte da Europa, é uma joint venture entre os portos de Le Havre, Rouen e Paris. Conectado a todos os continentes devido a uma oferta marítima de primeira classe, o hub é um “guichê único” contando com um sistema de transporte e de logística capaz de disponibilizar uma oferta de serviços globais de ponta a ponta.
Porto de Le Havre ultrapassa seus concorrentes imediatos com o número de serviços atribuídos pela “rede P3″. Em 2014, cinco dos oito serviços Ásia-Europa serão criados, além de três serviços Europa-América do Norte. Os futuros serviços que escalarão Le Havre irão oferecer novos destinos diretos, principalmente para o Japão. Em comparação com os serviços já existentes dos três armadores, os tempos de trânsito vão ser amplamente melhorados, tanto na importação como na exportação.
“A escolha do porto de Le Havre não foi feita ao acaso”, diz Hervé Cornède, Diretor Comercial & de Marketing de Haropa. “Ela é, sobretudo, fruto dos nossos investimentos em Port 2000, de cerca de um bilhão de euros. Graças a essa estrutura, muitas vezes referida como a plataforma do século 21 por alguns armadores por sua capacidade de acomodar os maiores navios, de hoje e de amanhã, com carga total, HAROPA é uma alternativa competitiva, colocando-nos hoje mais do que nunca no pátio dos grandes players”.
A Rede P3, cuja implementação deverá ser concluída no segundo trimestre de 2014, tem como objetivo otimizar os serviços de 255 navios em 29 serviços nas rotas Ásia-Europa, Transatlântico e Transpacífico. A rede permitirá que todas as três empresas possam oferecer mais vantagens em tempo e espaço. Haropa é responsável por um tráfego marítimo e fluvial em torno de 120 milhões de toneladas e atividades que representam cerca de 160 mil empregos.
01/11/2013
domingo, 28 de abril de 2013
Lucro da Log-In avança 863% no primeiro trimestre
Lucro da Log-In avança 863% no primeiro trimestre
Empresa obteve ganhos de R$ 23,1 milhões no primeiro trimestre do ano
Em uma prévia de seus resultados financeiros, a Log-In Logística Intermodal informa que obteve lucro líquido de R$ 23,1 milhões no primeiro trimestre deste ano. A cifra corresponde a um crescimento de 863% maior em igual período do ano passado, quando a empresa registrou lucro de R$ 2,3 milhões.
A geração de caixa medida pelo EBITDA aumentou 124% no período, em relação a igual intervalo de 2012, saltando de R$ 20,4 milhões para R$ 45,6 milhões ao final de março deste ano.
Entre janeiro e março, a margem EBITDA apresentou crescimento de 12 pontos percentuais. Nos três primeiros meses do ano, as margens da Navegação Costeira cresceram 10,3 pontos percentuais, atingindo 21,8%, o TVV manteve margem no patamar de 45% e os Terminais Intermodais atingiram 41,4% de margem.
Operacional
52,3 mil TEUS movimentados pela Navegação Costeira no primeiro trimestre, representando crescimento de 50,1% comparados ao mesmo período do ano passado. A Cabotagem teve alta de 22,3%, Mercosul avançou 5,6% e Feeder aumentou 293,2%.
O indicador de produção TEUxMilha apresentou crescimento de 24,4% no período mensurado, passando de 60,5 milhões de TEUxMilha para 75,3 TEUxMilha.
Seguindo a mesma base de comparação, no Serviço de Granel, segundo a empresa, observou-se redução de 12,0% nos volumes de toneladas movimentadas, basicamente em função da programação operacional demandada pela Alunorte.
Wilson Sons duplica a capacidade de produção
Wilson Sons duplica a capacidade de produção
Instalações receberam investimentos de US$ 60 milhões
A Wilson Sons entregou ontem o Estaleiro Guarujá II, segunda unidade de construção naval do grupo na Baixada Santista. A empresa tem outro estaleiro, de menor porte, em operação na cidade. As novas instalações, equipadas com dique-seco de 145 metros de comprimento por 26 metros de largura, guindaste de 80 toneladas e oficinas, receberam investimentos de US$ 60 milhões.
Cerca de 90% dos recursos foram financiados pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM) tendo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como agente financeiro. O prazo do financiamento, incluindo o período de carência, é de 17,5 anos. O estaleiro nasce focado na construção, manutenção e docagem de barcos de apoio para a indústria de petróleo e gás. E permitirá avançar em outro segmento de barcos offshore, o de embarcações de maior capacidade e sofisticação, disse Arnaldo Calbucci, vice-presidente das áreas de estaleiros, rebocadores, offshore e agenciamento marítimo da Wilson Sons.
A unidade vai duplicar a capacidade de produção da Wilson Sons Estaleiro, empresa dona das instalações do grupo no Guarujá. A capacidade total de processamento de aço nas duas unidades passa para dez mil toneladas por ano, sendo 5,5 mil toneladas no Guarujá II e 4,5 mil toneladas por ano no Estaleiro Guarujá, disse Calbucci. As obras do novo estaleiro atrasaram por discussões envolvendo o licenciamento ambiental e os trabalhos chegaram a ser interrompidos. Mas em 2011 o grupo fez acordo na Justiça pelo qual se comprometeu a investir R$ 5 milhões em projetos socioambientais na área de influência do estaleiro.
Fonte: Guia Maritimo
sábado, 27 de outubro de 2012
Importações e Exportações: a situação da economia americana e a desaceleração na China afetam o resultados
Brasília - O governo brasileiro quer intensificar a relação comercial na Turquia por meio de missão empresarial. Entre os dias 30 e 31 de outubro, empresários brasileiros vão participar de rodadas de negócios para inserir e expandir as atividades comerciais nos mercados turcos e países da região, como Rússia, Ucrânia, Hungria, Cazaquistão e Azerbaijão.
A iniciativa, organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), busca ampliar as vendas na região. Segundo a secretaria de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, os países visitados têm “potencial comercial a ser explorado, pois vêm apresentando crescimento econômico importantenos últimos anos”, comentou.
O governo está interessado na prospecção de mercados não tradicionais para ampliar os destinos das exportações brasileiras. A pauta diversificada diminui a dependência das vendas para o exterior em mercados tidos como tradicionais. Com exceção da Rússia (1,3% em 2011), cada um dos demais países representa menos de 1% da pauta exportadora brasileira.
“Este vem sendo um ano difícil para o comércio exterior brasileiro por conta da crise econômica internacional. Neste momento, é necessário intensificar o esforço para ampliar as vendas para mercados não tradicionais, especialmente para economias mais dinâmicas e emergentes”, destacou Tatiana.
A estimativa é que os empresários brasileiros fechem US$ 20 milhões em acordos comerciais imediatos e para os próximos 12 meses. Cada negociador do Brasil participará de pelo menos oito rodadas de negócios com compradores que, previamente, manifestaram interesse em adquirir os produtos por eles comercializados.
A comitiva brasileira contará com representantes dos setores de alimentos e bebidas; elétrico-eletrônico; máquinas e equipamentos; moda; produtos químicos e farmacêuticos; saúde; e tecnologia. Este ano, foram organizados intercâmbios empresariais voltados para o Peru e a Colômbia. Outra missão está agendada ir à China, em novembro.
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